Internacional
Sport Club Internacional · Associação · DF de 2025 publicada em 30/04/2026 · auditoria: BDO RCS Auditores Independentes SS Ltda.
1.Quanto o clube arrecadou?
| R$ milhões | 2025 | Variação sobre 2024 | |||||||||||||||||||||
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Receita totalTudo o que o clube arrecadou com a operação no ano: as receitas do dia a dia mais a negociação de atletas. Não entram receitas financeiras, ganhos em ações judiciais, perdão de dívida, reavaliação de ativos e contratos de longo prazo reconhecidos de uma só vez. 2025, em R$ milhões:
* Obs: A negociação de atletas entra líquida da parte de terceiros e das comissões, que a DF desconta juntas, sem separar uma da outra. O relatório da administração publica receita bruta total de 775.770, com a venda de atletas antes da parte de terceiros e das comissões (286.302) e a parcela anual da cessão do Beira-Rio, que a página deixa fora. | 685,0* | +23,4% | |||||||||||||||||||||
Receita recorrenteO que o clube arrecada todo ano com a operação, sem contar a venda de atletas: transmissão, premiações, bilheteria, sócio-torcedor, patrocínio e publicidade. Recorrente não é fixa, pois oscila com o desempenho em campo. 2025, em R$ milhões e em porcentagem da receita recorrente:
Fonte: nota 22, p.59 do documento. Obs: A DRE traz 396.755, depois de 73.132 de deduções da receita (televisionamento e marketing, premiação, arrecadação de jogos e receita social), que a DF não descreve (nota 22, p.59). Áreas do Beira-Rio estão cedidas por 20 anos à SPE Holding Beira Rio, empresa do contrato da reforma, para exploração comercial, como pagamento da obra; o clube não recebe dinheiro por essa cessão. | 469,9 | +38,8% | |||||||||||||||||||||
Receita com negociação de atletasO que entrou com venda e empréstimo de atletas, incluindo o mecanismo de solidariedade. Varia muito de um ano para o outro. A memória de cálculo mostra o que foi descontado da venda. 2025, em R$ milhões:
A relação de atletas não foi divulgada. * Obs: A DF desconta da venda a parte de terceiros e as comissões juntas, sem separar uma da outra; a venda bruta, 286,3 milhões, aparece só no relatório da administração. | 215,1* | (0,7%) |
2.Sobrou alguma coisa da operação?
| R$ milhões | 2025 | Variação sobre 2024 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Custos e despesas da operaçãoO gasto do ano para manter o clube funcionando: pessoal, jogos, viagens e despesas administrativas e comerciais. Não entram depreciação, amortização, baixa de atletas e provisões para contingências, nem juros. 2025, em R$ milhões:
Obs: Os ganhos em renegociações com atletas e empresas (17.652), que a DF lança como redução dos custos do futebol, não abatem o gasto, porque não entrou dinheiro (nota 23, p.60). | 428,0 | +2,0% | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
EBITDAO resultado da operação no ano, antes de juros, impostos sobre o resultado, depreciação, amortização, baixa de atletas e provisões para contingências. Não entram receitas financeiras nem o que aconteceu fora da operação. 2025, em R$ milhões:
Obs: A baixa dos atletas negociados fica fora dos custos, porque não sai do caixa: a DF lança parte dela nos custos (14.962) e parte dentro da venda líquida (29.512). A parcela anual da cessão de áreas do Beira-Rio à construtora do estádio (19.518) e os ganhos em renegociações com atletas e empresas (17.652), lançados sem entrada de dinheiro, também ficam fora (notas 23 e 26, p.60–61). A DF não separa a provisão para contingências do ano, e nada é devolvido. O relatório da administração publica EBITDA de 176.276, com a baixa, a cessão e os ganhos dentro (p.15). | 183,9 | +71,4% | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
EBITDA recorrenteO EBITDA sem a receita com negociação de atletas. Mostra o que a operação do dia a dia gera, ou consome, sem vender jogador. 2025, em R$ milhões:
| (31,2) | +78,1 em R$ mi | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
EBITO resultado da operação no ano, antes de juros e impostos sobre o resultado. Ao contrário do EBITDA, desconta o custo dos atletas contratados, dividido pelos anos de contrato, o desgaste de estádio, CT e equipamentos, e as provisões para processos. Não entram receitas financeiras nem o que aconteceu fora da operação. 2025, em R$ milhões:
| 37,5 | inversão de sinal | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Resultado do exercícioO que sobrou, ou faltou, no fim do ano, depois de todas as receitas e despesas, inclusive juros e o que aconteceu fora da operação. Nas associações chama-se superávit ou déficit; nas SAFs, lucro ou prejuízo. 2025, em R$ milhões:
O superávit inclui efeitos da transação tributária com a PGFN e renegociações que não passaram pelo caixa. Sem eles, o resultado seria um déficit de 68,1.
| 9,0 | inversão de sinal |
3.Quanto o clube deve, e quanto tem em caixa?
| R$ milhões | 2025 | Variação sobre 2024 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Dívida líquidaTudo o que o clube deve, menos o dinheiro em caixa: bancos, outros clubes e agentes, fornecedores, fisco, elenco e impostos parcelados, e o dinheiro já recebido por jogos, marca ou atletas que o clube ainda vai entregar. Não desconta o que o clube tem a receber por venda de atletas. O perfil da dívida, logo abaixo, abre cada parcela. 2025, em R$ milhões:
Obs: 77.519 da dívida são tributos pagos com créditos de COFINS que a Receita Federal ainda não homologou; se não homologar, voltam a ser devidos com encargos (nota 2.16, p.37–38). Fica fora a obrigação de 173.921 com a construtora da reforma do Beira-Rio, paga com a cessão de áreas do estádio para exploração comercial por 20 anos (nota 20, p.58). | 1.016,8 | +4,9% | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Caixa e equivalentesDinheiro disponível de imediato: saldo em conta e aplicações de resgate rápido. Não entram caixa restrito, vinculado a projetos, nem títulos de prazo mais longo. 2025, em R$ milhões:
Obs: O caixa caiu 1.509 no ano: a operação gerou 257.564, os investimentos consumiram 254.523, quase tudo na compra de direitos de atletas (236.877), e os pagamentos de empréstimos superaram as captações em 4.550, já contado o saldo negativo de conta corrente (DFC, p.25). Esse saldo negativo, 16.041, está nos empréstimos (nota 12, p.48). | 2,3 | (40,0%) | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Capital de giro líquidoO que o clube tem para receber ou transformar em dinheiro nos próximos doze meses, menos o que precisa pagar no mesmo prazo. Positivo, há mais a receber do que a pagar no ano; negativo, o clube começa o ano com mais contas a pagar do que recursos de curto prazo. 2025, em R$ milhões:
Obs: O auditor cita em ênfase o capital circulante líquido negativo de 424.419 (p.19). | (424,4) | (65,5) em R$ mi | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Patrimônio líquidoA diferença entre tudo o que o clube tem e tudo o que deve, direto do balanço. Quando é negativo, as obrigações superam os bens e direitos registrados. Pode variar por ajustes que não passam pelo resultado, como mudança de norma contábil. 2025, em R$ milhões:
Obs: O patrimônio subiu 8.972 em 2025 porque o superávit do ano se soma a ele; a realização do custo atribuído ao imobilizado (397) só troca de conta. Não houve outro lançamento direto no patrimônio (DMPL, p.24). | 297,9 | +3,1% |
Perfil da dívida em 2025
De que a dívida é feita, parcela a parcela: quanto é com bancos, quanto é com outros clubes, agentes e fornecedores, quanto é imposto parcelado, e o caixa descontado para chegar à dívida líquida.
Dívida bruta de R$ 1.019,1.
Dívidas onerosas: 206,4 (20,2%)
Empréstimos bancários e contratos de mútuo 188,9 18,5% Recompra de direitos de transmissão a pagar 17,5 1,7% Dívidas operacionais: 440,0 (43,2%)
Fornecedores 46,6 4,6% Dívidas com outros clubes e com atletas por contratações 111,0 10,9% Participações de empresários e clubes em negociações de atletas 138,6 13,6% Direitos de imagem a pagar a atletas 26,2 2,6% Salários, rescisões, férias e décimo terceiro a pagar 30,9 3,0% Impostos e encargos sociais correntes 8,6 0,8% Adiantamentos de devedores 34,1 3,4% Prestadores de serviços e outras contas 44,0 4,3% Impostos parcelados e acordos: 372,7 (36,6%)
Parcelamentos de impostos: transação com a PGFN, PERT e Profut 234,1 23,0% Impostos diretos parcelados 61,1 6,0% Crédito de COFINS compensado, à espera da homologação 77,5 7,6%
Valores em R$ milhões.
Quanto vence em até doze meses, em R$ milhões:
| Composição | Saldo em 31/12/2025, R$ mi | Evidência |
|---|---|---|
Dívidas onerosasO que o clube deve a bancos e a outros credores financeiros: empréstimos, financiamentos, debêntures e adiantamentos de recebíveis. Geram juros contratados. | ||
Empréstimos bancários e contratos de mútuoCapital de giro 156.621 (17.384 a CDI + 0,70% ao mês, 82.532 a 1,85% ao mês prefixado, 9.164 a CDI + 1% ao mês e 47.541 a CDI + 0,70% ao mês no longo prazo), contratos de mútuo 16.216 a IGP-M + 1% ao mês e saldo negativo de conta corrente 16.041. 141.337 vencem em até doze meses e 47.541 depois, entre 2027 e 2030. Em garantia, cerca de 15% dos recebíveis dos sócios e 55% das receitas de patrocínio. | 188,9 | p.21; nota 12, p.48 |
Recompra de direitos de transmissão a pagarSaldo da recompra dos direitos cedidos à Liga Forte União, a pagar em cinco parcelas anuais a CDI + 3% ao ano; a primeira foi paga em dezembro de 2025 e restam quatro. 4.338 vencem em até doze meses e 13.160 depois. | 17,5 | nota 18, p.57 |
| Subtotal | 206,4 | |
Dívidas operacionaisO que o clube deve por operar: parcelas de compra de atletas a outros clubes e agentes, fornecedores, salários e encargos, impostos correntes, direitos de imagem e o dinheiro já recebido por jogos, marca ou atletas que o clube ainda vai entregar: TV, patrocínio, sócio-torcedor, camarotes e atletas vendidos que ainda não se transferiram. | ||
Fornecedores39.434 vencem em até doze meses e 7.169 depois. A DF não abre fornecedores. | 46,6 | p.21 |
Dívidas com outros clubes e com atletas por contrataçõesClubes de futebol 94.009 e atletas 17.037. Tudo vence em até doze meses. | 111,0 | nota 13, p.49 |
Participações de empresários e clubes em negociações de atletasEmpresas e empresários 108.257 (90.462 no curto prazo e 17.795 no longo) e clubes de futebol 30.330 (487 e 29.843), pela compra ou venda de direitos econômicos de atletas. 90.949 vencem em até doze meses e 47.638 depois. | 138,6 | nota 14, p.49 |
Direitos de imagem a pagar a atletas24.316 vencem em até doze meses e 1.858 depois. Sem nota explicativa. | 26,2 | p.21 |
Salários, rescisões, férias e décimo terceiro a pagarRescisões e indenizações 15.569, décimo terceiro 4.773, provisão de férias 4.417, férias a pagar 2.973, salários 2.575 e outras 600. Tudo vence em até doze meses. | 30,9 | nota 15, p.50 |
Impostos e encargos sociais correntesImpostos a recolher 6.299, encargos sociais a recolher 2.203 e outros valores 76. Tudo vence em até doze meses. | 8,6 | nota 16, p.50 |
Adiantamentos de devedoresAdiantamentos de devedores registrados em contas a pagar; a DF não detalha. Tomados como dinheiro já recebido: não há valor a receber ligado a eles e a DFC registra adiantamento de terceiros no caixa da operação. Tudo vence em até doze meses. | 34,1 | nota 18, p.57; DFC, p.25 |
Prestadores de serviços e outras contasContas a pagar a prestadores de serviços (43.342), outras contas a pagar (390) e aluguéis a pagar (265). 33.600 vencem em até doze meses e 10.397 depois. | 44,0 | nota 18, p.57 |
| Subtotal | 440,0 | |
Impostos parcelados e acordosImpostos atrasados renegociados em parcelas, como o Profut, e dívidas antigas que o clube acertou em acordo, como processos trabalhistas e recuperação judicial, pagas ao longo de vários anos. | ||
Parcelamentos de impostos: transação com a PGFN, PERT e ProfutTransação individual com a PGFN 214.615, PERT 10.087 e Profut 9.369. Em 2025 os parcelamentos excepcional, PERSE e convencional, a transação de 2023 e o parcelamento do FGTS entraram na transação individual, em até 145 parcelas para os débitos fazendários e 60 para os previdenciários, com benefício de 59.353 no resultado. Profut desde dezembro de 2015, com juros pela Selic. 16.658 vencem em até doze meses e 217.413 depois. | 234,1 | nota 17, p.51–56 |
Impostos diretos parceladosImpostos diretos parcelados dentro das obrigações fiscais e sociais; a DF não detalha os tributos. 18.397 vencem em até doze meses e 42.667 depois. | 61,1 | nota 16, p.50 |
Crédito de COFINS compensado, à espera da homologaçãoCrédito de COFINS usado para compensar tributos federais, registrado no passivo não circulante até a Receita Federal homologar; se não homologar, as compensações são revertidas com encargos. Nada vence em até doze meses: tudo no longo prazo. | 77,5 | nota 16, p.50; nota 2.16, p.37–38 |
| Subtotal | 372,7 | |
| Dívida bruta | 1.019,1 | |
(−) DisponibilidadesCaixa e aplicações financeiras de resgate rápido, deduzidos da dívida bruta para chegar à dívida líquida. Caixa (156) + bancos conta movimento (1.101) + aplicações financeiras (1.004). | (2,3) | nota 4, p.42 |
| Dívida líquida | 1.016,8 | |
Fora da dívida bruta: Cessão por direito de exploração: obrigação com a SPE Holding Beira Rio pela reforma do estádio, quitada pela cessão de áreas do complexo para exploração comercial por 20 anos, R$ 173,9 mi (nota 20, p.58); Provisão para contingências: cíveis 26.895 e trabalhistas 5.761, R$ 32,7 mi (nota 21, p.58); Patrocínios a realizar 38.138 e publicidade a realizar 3.795, em receitas diferidas: contratos registrados contra valores a receber de concessão de logomarca, sem entrada de caixa, R$ 41,9 mi (nota 19, p.57; nota 6, p.43; DFC, p.25); Royalties a realizar, em receitas diferidas: há royalties a receber ligados a eles e a DFC não mostra a entrada, e a página os toma como não recebidos, R$ 6,2 mi (nota 19, p.57; nota 6, p.43).
Não descontado da dívida, por ser valor a receber: devedores por cessão de direitos econômicos de atletas, 114.754 no circulante e 63.744 no não circulante, 175.165 deles de clubes de futebol (nota 5, p.42).
4.Quanto vai para quem trabalha no futebol?
| R$ milhões | 2025 | Variação sobre 2024 | ||||||||||||
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Gasto com pessoalO que o clube gastou no ano com quem trabalha no futebol, atletas, comissão técnica, base e feminino: salários, encargos, benefícios, direito de imagem, direito de arena, luvas e premiações. Não entra a amortização dos contratos. Administrativo, clube social e outros esportes ficam fora quando a demonstração os separa; quando não separa, o número é do pessoal do clube inteiro e leva um asterisco, explicado na observação. Onde a demonstração separa os segmentos do futebol, a explicação mostra quanto é de cada um. 2025, em R$ milhões:
* Obs: A DF lança o futebol feminino numa linha só, com todos os custos dele, e a linha entra inteira: traz também viagens e serviços do feminino (nota 23, p.60). O pessoal administrativo, do clube social e dos outros esportes está nas despesas gerais e fica fora. A DF não separa as categorias de base, que ficam dentro, nem identifica o direito de arena. | 263,2* | (3,4%) | ||||||||||||
Gasto com pessoal sobre receita recorrenteQuanto da receita recorrente vai para pagar o pessoal do futebol: gasto com pessoal dividido pela receita recorrente. Não se compara ao limite do SSF, que tem definições próprias e vale a partir de 2026. 2025, em R$ milhões:
* Obs: O gasto com pessoal inclui viagens e serviços do futebol feminino, que a DF lança numa linha só com os salários dele. | 56,0%* | (24,4 p.p.) | ||||||||||||
Referência do SSFO limite que o regulador fixa para o custo com elenco em relação às Receitas Relevantes. Vale a partir do exercício de 2026 e não se aplica aos anos anteriores. | Vale a partir do exercício de 2026 | |||||||||||||
5.O que o auditor disse?
O que é o parecer do auditor
A opinião de uma empresa de auditoria independente sobre se as demonstrações financeiras representam adequadamente a situação do clube, segundo as normas contábeis.
Opinião: Com ressalva
O auditor encontrou um ou mais pontos que não pôde confirmar ou com os quais discorda, mas que não invalidam o conjunto das demonstrações.
No parecer de 2025: “Conforme nota explicativa nº 11 do Ativo Intangível, o Clube possui registrado o montante de R$ 109.185, sendo estes decorrentes da recompra parcial de participação em direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro 2025-2074. [...] Devido às incertezas quanto ao reconhecimento contábil a ser adotado da referida operação a Liga Forte União realizou consulta técnica junto ao Conselho Federal de Contabilidade, o qual até a presente data não havia emitido parecer sobre a prática contábil adotada pelo Clube. Desta forma, estamos limitados quanto aos possíveis efeitos da contabilização adotado pelo Clube e seus reflexos em 31 de dezembro de 2025.” (p.18).
Parágrafos de ênfase: 2
Trecho em que o auditor chama a atenção para um assunto já divulgado nas demonstrações, sem modificar a opinião. Ênfase não é ressalva.
- Equilíbrio econômico e capital circulante líquido: deficiência de capital circulante líquido de R$ 424.419 mil (R$ 358.956 mil em 2024) e déficits acumulados de R$ 187.993 mil, com as medidas da administração descritas na nota 1 (f) (p.19).
- Investigação do Ministério Público sobre a gestão do clube no biênio 2015–2016, a cargo da justiça, com condenação de ex-dirigentes em primeira instância (nota 30, p.19 e p.63).
Fontes
Todo número desta página vem exclusivamente das demonstrações financeiras publicadas pelo próprio clube no portal de transparência dele: https://internacional.com.br/transparencia/informativos-financeiros/balancos-pareceres-auditores-independentes.
Documento de 2025
- Sport Club Internacional – Demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2025 · Página do portal
Detalhes do arquivo
Sport Club Internacional. Publicado em 30/04/2026. Carta de envio do auditor (p.1), relatório da administração (p.3–17), relatório do auditor independente (p.18–20), balanço (p.21), DRE (p.22), resultado abrangente (p.23), DMPL (p.24), DFC (p.25) e notas explicativas (p.26–64), num arquivo de 64 páginas. Sem parecer do conselho fiscal. Páginas: A folha imprime o mesmo número da página do arquivo: o balanço está na p.21 e traz impresso 21.
Norma contábil: Práticas contábeis adotadas no Brasil para entidades sem finalidade de lucros e entidades desportivas: ITG 2002 (R1), ITG 2003 (R1) e OTG 2003, com os CPCs como referência principal quando compatíveis (nota 2.1); o auditor cita a ITG 2003 (R1). Escala do documento: milhares de reais.
O meutime.net não avalia a gestão de nenhum clube. Reúne o que o próprio clube publicou, organizado pela mesma regra para todos, para que o torcedor leia os números com clareza e transparência.
