Botafogo
Botafogo de Futebol e Regatas · SAF · DF de 2025 publicada em 11/05/2026 · auditoria: BDO RCS Auditores Independentes SS Ltda.
1.Quanto o clube arrecadou?
| R$ milhões | 2025 | Variação sobre 2024 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Receita totalTudo o que o clube arrecadou com a operação no ano: as receitas do dia a dia mais a negociação de atletas. Não entram receitas financeiras, ganhos em ações judiciais, perdão de dívida, reavaliação de ativos e contratos de longo prazo reconhecidos de uma só vez. 2025, em R$ milhões:
Obs: O faturamento de R$ 1,44 bi do relatório de gestão (1.440.830, p.8) soma a recuperação de gastos (50.490) e não desconta a solidariedade paga (18.787); as duas ficam fora daqui. | 1.369,6 | +95,4% | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Receita recorrenteO que o clube arrecada todo ano com a operação, sem contar a venda de atletas: transmissão, premiações, bilheteria, sócio-torcedor, patrocínio e publicidade. Recorrente não é fixa, pois oscila com o desempenho em campo. 2025, em R$ milhões e em porcentagem da receita recorrente:
Fonte: nota 20, p.67; notas 20.1 e 20.2, p.68–69; nota 20.6, p.71; nota 20, p.67; nota 20.4, p.70; nota 20, p.67; notas 20.3 e 20.5, p.70–71 do documento. Obs: Inclui 147.822 de premiação do Mundial de Clubes da FIFA (nota 20.2). A DF põe a cessão temporária de atletas (11.324) e o mecanismo de solidariedade recebido (1.272) dentro da receita operacional bruta, sob o título transferência de atletas; aqui as duas vão para a receita com negociação de atletas. | 642,4 | +6,5% | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Receita com negociação de atletasO que entrou com venda e empréstimo de atletas, incluindo o mecanismo de solidariedade. Varia muito de um ano para o outro. A memória de cálculo mostra o que foi descontado da venda. 2025, em R$ milhões:
Principais atletas negociados, citados pela DF (notas 12.3 e 24.1, p.60 e p.74)
Obs: As despesas na cessão (97.001: comissões, taxas e honorários) ficam nos custos, não descontadas aqui. | 727,2 | +642,9% |
2.Sobrou alguma coisa da operação?
| R$ milhões | 2025 | Variação sobre 2024 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Custos e despesas da operaçãoO gasto do ano para manter o clube funcionando: pessoal, jogos, viagens e despesas administrativas e comerciais. Não entram depreciação, amortização, baixa de atletas e provisões para contingências, nem juros. 2025, em R$ milhões:
Obs: As despesas na cessão de atletas (97.001: comissões, taxas e honorários) ficam dentro. O direito de arena da transmissão (6.136), que a DF põe nas deduções da receita, está no gasto com pessoal. | 731,5 | +14,7% | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
EBITDAO resultado da operação no ano, antes de juros, impostos sobre o resultado, depreciação, amortização, baixa de atletas e provisões para contingências. Não entram receitas financeiras nem o que aconteceu fora da operação. 2025, em R$ milhões:
Obs: A recuperação de gastos (50.490, nota 23.1) fica fora: é a reversão de obrigações com atletas, comissão técnica e intermediários que o clube deixou de dever depois de renegociações e rescisões, sem entrada de dinheiro. Inclui a premiação do Mundial de Clubes (147.822). O relatório de gestão publica EBITDA de 603.799 (p.8), com a recuperação de gastos e a equivalência patrimonial dentro. | 563,2 | +4.358,8% | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
EBITDA recorrenteO EBITDA sem a receita com negociação de atletas. Mostra o que a operação do dia a dia gera, ou consome, sem vender jogador. 2025, em R$ milhões:
Obs: Inclui a premiação do Mundial de Clubes (147.822). | (164,0) | (78,7) em R$ mi | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
EBITO resultado da operação no ano, antes de juros e impostos sobre o resultado. Ao contrário do EBITDA, desconta o custo dos atletas contratados, dividido pelos anos de contrato, o desgaste de estádio, CT e equipamentos, e as provisões para processos. Não entram receitas financeiras nem o que aconteceu fora da operação. 2025, em R$ milhões:
| (33,7) | +118,2 em R$ mi | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Resultado do exercícioO que sobrou, ou faltou, no fim do ano, depois de todas as receitas e despesas, inclusive juros e o que aconteceu fora da operação. Nas associações chama-se superávit ou déficit; nas SAFs, lucro ou prejuízo. 2025, em R$ milhões:
O prejuízo inclui efeitos de renegociações de dívida que não passaram pelo caixa. Sem eles, o resultado seria um prejuízo de 341,4.
Outros 15,1 de descontos obtidos, da recompra de Luiz Henrique e de pagamentos antecipados, que a DF não separa, ficam fora da conta. Obs: O resultado financeiro inclui 141.167 de taxa de antecipação de recebíveis (nota 25). | (290,9) | +9,1 em R$ mi |
3.Quanto o clube deve, e quanto tem em caixa?
| R$ milhões | 2025 | Variação sobre 2024 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Dívida líquidaTudo o que o clube deve, menos o dinheiro em caixa: bancos, outros clubes e agentes, fornecedores, fisco, elenco e impostos parcelados, e o dinheiro já recebido por jogos, marca ou atletas que o clube ainda vai entregar. Não desconta o que o clube tem a receber por venda de atletas. O perfil da dívida, logo abaixo, abre cada parcela. 2025, em R$ milhões:
Obs: A SAF assumiu por contrato as dívidas do clube anteriores à cisão e as paga (87.358 em 2025) sem registrar o passivo, que fica no balanço da associação; por isso as duas entidades entram, cada linha com o nome da sua. R$ 1.105,3 mi são parcelas de compras de atletas devidas pela SAF; R$ 620,6 mi são parcelamentos e acordos da associação e da Companhia Botafogo, entre eles o PERSE, os acordos da recuperação extrajudicial e o acordo trabalhista do Regime Centralizado de Execuções. O relatório de gestão da SAF traz dívida do clube social de 547.992 (p.9), métrica própria. | 2.615,9 | +24,0% | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Caixa e equivalentesDinheiro disponível de imediato: saldo em conta e aplicações de resgate rápido. Não entram caixa restrito, vinculado a projetos, nem títulos de prazo mais longo. 2025, em R$ milhões:
Obs: O caixa caiu de 130,0 para 25,7 (DFC, p.35). A operação gerou R$ 762,0 mi, quase tudo porque as contas a pagar por compras de atletas subiram R$ 571,5 mi e as obrigações tributárias R$ 292,1 mi, e os investimentos consumiram R$ 859,9 mi, quase tudo em atletas. O auditor não obteve todas as confirmações de instituições financeiras. | 25,7 | (80,3%) | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Capital de giro líquidoO que o clube tem para receber ou transformar em dinheiro nos próximos doze meses, menos o que precisa pagar no mesmo prazo. Positivo, há mais a receber do que a pagar no ano; negativo, o clube começa o ano com mais contas a pagar do que recursos de curto prazo. 2025, em R$ milhões:
Obs: Do ativo circulante, 279.519 são créditos contra o Grupo Eagle, o controlador, vencidos em março de 2026 sem pagamento (nota 7); do passivo, 880.769 são fornecedores e parcelas de compras de atletas (nota 13). O auditor cita 952.032, o número da controladora (p.27). | (943,1) | (376,4) em R$ mi | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Patrimônio líquidoA diferença entre tudo o que o clube tem e tudo o que deve, direto do balanço. Quando é negativo, as obrigações superam os bens e direitos registrados. Pode variar por ajustes que não passam pelo resultado, como mudança de norma contábil. 2025, em R$ milhões:
Obs: O patrimônio foi de (174.186) no fim de 2024, ou (141.020) na coluna reapresentada, para (431.917): prejuízo de 290.898 no ano, sem aporte de capital (DMPL, p.34). | (431,9) | (257,7) em R$ mi |
Perfil da dívida em 2025
De que a dívida é feita, parcela a parcela: quanto é com bancos, quanto é com outros clubes, agentes e fornecedores, quanto é imposto parcelado, e o caixa descontado para chegar à dívida líquida.
Dívida bruta de R$ 2.646,9.
Dívidas onerosas: 155,5 (5,9%)
SAF: empréstimos de capital de giro 139,0 5,3% SAF: arrendamentos, com o Estádio Nilton Santos 16,5 0,6% Dívidas operacionais: 1.552,3 (58,6%)
SAF: compras de atletas e fornecedores 1.167,6 44,1% SAF: salários, premiações, rescisões e benefícios 31,9 1,2% SAF: impostos correntes 82,5 3,1% SAF: adiantamentos de patrocínio, publicidade e transmissão 108,9 4,1% Associação: fornecedores e contas públicas 1,5 0,1% Associação: dívida com os irmãos Moreira Salles 29,2 1,1% Associação: salários e encargos 0,8 0,0% Associação: impostos correntes e em dívida ativa 9,9 0,4% SAF: cessão de direitos futuros de atletas, recebida antes da entrega 108,4 4,1% SAF: Adiantamentos recebidos 10,6 0,4% Associação: Adiantamentos recebidos 1,0 0,0% Impostos parcelados e acordos: 939,1 (35,5%)
SAF: parcelamentos de impostos federais 318,5 12,0% Associação: parcelamentos PERSE, FGTS e Profut 283,0 10,7% Associação: acordos com credores cíveis e trabalhistas 337,6 12,8%
Valores em R$ milhões.
Quanto vence em até doze meses, em R$ milhões:
| Composição | Saldo em 31/12/2025, R$ mi | Evidência |
|---|---|---|
Dívidas onerosasO que o clube deve a bancos e a outros credores financeiros: empréstimos, financiamentos, debêntures e adiantamentos de recebíveis. Geram juros contratados. | ||
SAF: empréstimos de capital de giroOliveira Trust 80.673, Ingresse 18.128 (três contratos), Montegra Holdings 16.388, Encore 8.463, FAN Engagement 8.376, Banco Daycoval 5.744 e Araguaia 1.200. 88.324 vencem em até doze meses e 50.648 depois; os contratos vencem entre 31/12/2025 e 31/10/2026, salvo o da Oliveira Trust, em 27/03/2028. Oliveira Trust: dívida estruturada a CDI mais spread, com garantia dos recebíveis do contrato de transmissão com a Liga Forte União (nota 14.2). | 139,0 | DF da SAF, p.31; nota 14, p.62 |
SAF: arrendamentos, com o Estádio Nilton SantosVeículos, imóveis e o Estádio Nilton Santos: 23.213 a pagar menos 6.739 de juros a apropriar. 5.216 vencem em até doze meses e 11.258 depois. | 16,5 | DF da SAF, p.31; nota 10, p.57 |
| Subtotal | 155,5 | |
Dívidas operacionaisO que o clube deve por operar: parcelas de compra de atletas a outros clubes e agentes, fornecedores, salários e encargos, impostos correntes, direitos de imagem e o dinheiro já recebido por jogos, marca ou atletas que o clube ainda vai entregar: TV, patrocínio, sócio-torcedor, camarotes e atletas vendidos que ainda não se transferiram. | ||
SAF: compras de atletas e fornecedoresCompras de atletas 1.105.262 (aquisição de direitos econômicos 881.093, intermediação 133.192, direitos de imagem 52.020, luvas 38.672 e solidariedade 285), fornecedores nacionais 50.040, internacionais 8.352 e outras contas a pagar 4.600, menos ajuste a valor justo de 685. 880.769 vencem em até doze meses e 286.800 depois; a DF separa o prazo só do conjunto. O auditor não obteve confirmações de parte dos fornecedores (base da abstenção). | 1.167,6 | DF da SAF, nota 13, p.61 |
SAF: salários, premiações, rescisões e benefíciosPremiação 9.405, rescisões 7.173, benefícios e treinamentos 6.819, salários 4.925 e férias e 13º 3.627. Tudo vence em até doze meses. | 31,9 | DF da SAF, p.31; nota 15, p.63 |
SAF: impostos correntesIRRF 28.571, FGTS 24.049, outros tributos 18.913 e TEF 10.975. A DF não separa a linha por prazo: separa só as obrigações tributárias inteiras, 199.897 em até doze meses e 201.118 depois, que incluem os parcelamentos. | 82,5 | DF da SAF, nota 16, p.64 |
SAF: adiantamentos de patrocínio, publicidade e transmissãoReceita diferida de patrocínios 61.764 (VBet, contrato de 2025 a 2027), publicidade 26.438 (Brax, placas nos jogos como mandante desde 2025) e transmissão 20.696 (adiantamento da Liga Forte União pela temporada de 2026), recebidos antes da temporada a que se referem. A DF não separa a linha por prazo: separa só a receita diferida inteira, 140.829 em até doze meses e 86.191 depois, que inclui a cessão de direitos econômicos futuros, fora da dívida. | 108,9 | DF da SAF, nota 17, p.64–65 |
Associação: fornecedores e contas públicasBotafogo de Futebol e Regatas, consolidado com a Companhia Botafogo: fornecedores 1.384 e contas públicas 153. Tudo vence em até doze meses. | 1,5 | DF do BFR de 2025, p.8; nota 10, p.21 |
Associação: dívida com os irmãos Moreira SallesRessarcimento de manutenção das instalações e compra do espaço Lonier, de 2018 a 2022. Nada vence em até doze meses: a nota classifica todo o saldo no longo prazo. Ênfase do auditor do BFR: os credores negociam com John Textor o uso do CT Lonier pela SAF e a liquidação do passivo. | 29,2 | DF do BFR de 2025, p.8; nota 10, p.21 |
Associação: salários e encargosFérias provisionadas 449, salários 272, incentivo a atleta 54, INSS 46, FGTS 30 e sindicato 1. Tudo vence em até doze meses. | 0,8 | DF do BFR de 2025, p.8; nota 12, p.22 |
Associação: impostos correntes e em dívida ativaImpostos correntes 3.542 e em dívida ativa 6.339, com o ISS em dívida ativa da Companhia Botafogo, 1.139. Tudo vence em até doze meses. | 9,9 | DF do BFR de 2025, p.8; nota 11, p.21; DF da Companhia Botafogo de 2025, p.19 |
SAF: cessão de direitos futuros de atletas, recebida antes da entregaAtlético de Madrid (€ 9,75 mi) e Olympique Lyonnais (€ 7,6 mi), este do mesmo grupo da SAF. A nota 17.1 define receita diferida como valores recebidos antecipadamente, e o recebível de transferências (56.511) é de outros negócios (nota 5.3, p.52): presume-se recebido. A DF não separa por prazo. | 108,4 | DF da SAF, notas 17.1 e 17.5, p.65 |
SAF: Adiantamentos recebidosSócio-torcedor 7.865, aluguel de espaço 1.830, uso da marca 30 e adiantamento de clientes 850, recebidos antes. A DF não separa por prazo. | 10,6 | DF da SAF, nota 17, p.64; p.31; DFC, p.35 |
Associação: Adiantamentos recebidosAdiantamento recebido da Churrascaria Fogo de Chão pelo contrato de locação. | 1,0 | DF do BFR de 2025, p.8; nota 15, p.23 |
| Subtotal | 1.552,3 | |
Impostos parcelados e acordosImpostos atrasados renegociados em parcelas, como o Profut, e dívidas antigas que o clube acertou em acordo, como processos trabalhistas e recuperação judicial, pagas ao longo de vários anos. | ||
SAF: parcelamentos de impostos federaisDébitos federais reparcelados em 2025, com encargos, multas e juros incorporados ao saldo. A DF não separa a linha por prazo: separa só as obrigações tributárias inteiras, 199.897 em até doze meses e 201.118 depois, que incluem os impostos correntes. | 318,5 | DF da SAF, nota 16, p.64 |
Associação: parcelamentos PERSE, FGTS e ProfutPERSE 199.524 (15.423 da Companhia Botafogo), FGTS 57.323, outros 16.134 e Profut 10.018; 71.580 vencem em até doze meses e 211.419 depois. O PERSE previdenciário vence até o fim de 2026 e os demais débitos até 2033. O auditor da SAF registra que o PERSE do BFR foi rescindido em 30/04/2026 por falta de pagamento, o que a DF do BFR, de 29/05/2026, não menciona. | 283,0 | DF do BFR de 2025, p.8; nota 14, p.23; DF da Companhia Botafogo de 2025, p.19 |
Associação: acordos com credores cíveis e trabalhistasAcordos cíveis da recuperação extrajudicial do BFR e da Companhia Botafogo, homologada em 20/12/2024, 199.858, com deságio de 90% à vista ou de 40% em 15 anos, carência de 2 anos e TR + 2% ao ano; acordo trabalhista do Regime Centralizado de Execuções, repactuado em setembro de 2023 por BFR, SAF e comissão de credores, 137.753. 27.144 vencem em até doze meses e 310.467 depois; a DF separa o prazo só do conjunto. | 337,6 | DF do BFR de 2025, nota 13, p.22 |
| Subtotal | 939,1 | |
| Dívida bruta | 2.646,9 | |
(−) DisponibilidadesCaixa e aplicações financeiras de resgate rápido, deduzidos da dívida bruta para chegar à dívida líquida. Caixa e equivalentes consolidados da SAF (25.658) e do BFR (5.316). | (31,0) | DF da SAF, nota 4, p.50; DF do BFR de 2025, nota 3, p.18 |
| Dívida líquida | 2.615,9 | |
Fora da dívida bruta: SAF: partes relacionadas com o BFR, R$ 0,1 mi (DF da SAF, nota 7, p.53); SAF: provisão para contingências (cíveis 17.774, trabalhistas 8.967), R$ 26,7 mi (DF da SAF, nota 18, p.65); Associação: provisão para contingências trabalhistas (42.537), cíveis (24.695) e tributárias (24.781), R$ 92,0 mi (DF do BFR de 2025, nota 16, p.23–24; DF da Companhia Botafogo de 2025, p.6 e p.20); Associação: partes relacionadas (Companhia Botafogo com a SAF), R$ 0,0 mi (DF do BFR de 2025, nota 5, p.18).
Não descontado da dívida, por ser valor a receber: contas a receber de 56.066 no circulante e 15.734 no não circulante, já descontada a provisão para perdas de 9.305. A DF abre por natureza: 56.511 vêm de transferência de atletas, sem separar quanto vence em até doze meses (DF da SAF, nota 5, p.51).
4.Quanto vai para quem trabalha no futebol?
| R$ milhões | 2025 | Variação sobre 2024 | ||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
Gasto com pessoalO que o clube gastou no ano com quem trabalha no futebol, atletas, comissão técnica, base e feminino: salários, encargos, benefícios, direito de imagem, direito de arena, luvas e premiações. Não entra a amortização dos contratos. Administrativo, clube social e outros esportes ficam fora quando a demonstração os separa; quando não separa, o número é do pessoal do clube inteiro e leva um asterisco, explicado na observação. Onde a demonstração separa os segmentos do futebol, a explicação mostra quanto é de cada um. 2025, em R$ milhões:
Obs: Fora deste número, o pessoal administrativo, R$ 103,4 mi, que a DF separa (nota 22), e o direito de arena da premiação (4.828), que a DF mantém nas deduções da receita. | 340,9 | (9,7%) | ||||||||||||
Gasto com pessoal sobre receita recorrenteQuanto da receita recorrente vai para pagar o pessoal do futebol: gasto com pessoal dividido pela receita recorrente. Não se compara ao limite do SSF, que tem definições próprias e vale a partir de 2026. 2025, em R$ milhões:
| 53,1% | (9,5 p.p.) | ||||||||||||
Referência do SSFO limite que o regulador fixa para o custo com elenco em relação às Receitas Relevantes. Vale a partir do exercício de 2026 e não se aplica aos anos anteriores. | Vale a partir do exercício de 2026 | |||||||||||||
5.O que o auditor disse?
O que é o parecer do auditor
A opinião de uma empresa de auditoria independente sobre se as demonstrações financeiras representam adequadamente a situação do clube, segundo as normas contábeis.
Opinião: Abstenção de opinião
O auditor não obteve elementos suficientes para formar uma opinião.
No parecer de 2025: “Não expressamos opinião sobre as demonstrações contábeis acima referidas da S.A.F. Botafogo, pois devido à relevância dos assuntos descritos na seção a seguir intitulada ‘Base para abstenção de opinião sobre as demonstrações contábeis’, não foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria sobre essas demonstrações contábeis” (p.24).
O auditor lista 11 motivos, nas p.24 a 27 do relatório.
Ver os 11 motivos
- “Tutela cautelar – análise de continuidade operacional e avaliação de valor recuperável de ativos” (p.24)
- “Ausência de confirmações externas – instituições financeiras” (p.25)
- “Inventário físico dos estoques” (p.25)
- “Ausência de confirmações externas – partes relacionadas” (p.25)
- “Recuperabilidade de contas a receber de partes relacionadas” (p.25)
- “Receita diferida e ausência de confirmações de Partes Relacionadas” (p.26)
- “Passivo contratual com a Futebol Forte União FFU” (p.26)
- “Ausência de confirmações externas – Fornecedores” (p.26)
- “Documentações suporte” (p.26)
- “Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (PERSE)” (p.27)
- “Incerteza significativa relacionada ao cumprimento da Lei da SAF” (p.27)
“Incerteza relevante sobre a continuidade operacional” (p.27)
“O Clube apresenta capital circulante negativo de R$ 952.032 mil (R$ 549.048 mil em 2024) e passivo a descoberto de R$ 431.917 mil (R$ 141.220 mil em 2024). A continuidade de suas atividades depende das diversas medidas que a Administração deve adotar para assegurar a recuperação financeira da Companhia e o alcance do equilíbrio econômico de suas operações. Adicionalmente, em 30 de abril de 2026, conforme questionado à Administração, a Companhia deixou de pagar as parcelas do programa fiscal federal denominado PERSE (Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos) em nome do Botafogo de Futebol e Regatas. Fato que provocou rompimento automático do programa, perda dos benefícios e a reativação integral da dívida com a União do Botafogo de Futebol e Regatas.”
“Outros assuntos” (p.27)
“As demonstrações contábeis referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2024 foram por nós auditadas e emitimos relatório de auditoria datado de 10 de junho de 2025 sem ressalvas e com ênfase relacionada a transações com partes relacionadas.”
Ver o texto completo
“Tutela cautelar – análise de continuidade operacional e avaliação de valor recuperável de ativos” (p.24)
“Conforme descrito na Nota Explicativa nº27.2 às demonstrações contábeis, em 22 de abril de 2026 a Companhia ajuizou pedido de tutela cautelar antecedente cujo processamento foi deferido, na mesma data, pelo poder judiciário do Estado do Rio de Janeiro na 2ª Vara Empresarial da Comarca da Capital, nos termos do §2 do artigo 6º da Lei nº 11.101/05 antecipando, parcialmente, os efeitos do deferimento do processamento da recuperação judicial suspendendo a exigibilidade e o curso da prescrição das obrigações da Companhia sujeitas ao regime da Lei de Recuperação de Empresas e Falências (LREF). Em decorrência da pervasividade existente no contexto da elaboração das demonstrações contábeis referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, bem como no cenário de múltiplas incertezas, não foi possível obter evidências de auditoria apropriadas e suficientes para concluir se a utilização do pressuposto de continuidade operacional é apropriada, tampouco quais seriam os efeitos sobre os saldos dos ativos, passivos e elementos componentes das demonstrações do resultado, dos resultados abrangentes, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, caso as demonstrações contábeis não fossem preparadas, considerando esse pressuposto. Diante deste contexto de incerteza, que pode afetar significativamente as operações da Companhia, a Administração não havia concluído a reavaliação das suas estimativas de realização de ativos e liquidação de passivos, conforme aplicável, incluindo o teste de redução ao valor recuperável de ativo conforme requerido pelo CPC 01 (R1) – Redução ao valor recuperável de ativos, quando há alguma indicação de desvalorização de ativos. Consequentemente, não foi possível determinar se teria havido necessidade de efetuar ajustes nos saldos dos ativos e passivos da Companhia em 31 de dezembro de 2025, bem como nos elementos componentes das demonstrações resultado, dos resultados abrangentes, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa.”
“Ausência de confirmações externas – instituições financeiras” (p.25)
“Conforme descrito nas Notas Explicativas nos 4 e 14 às demonstrações contábeis, a Companhia manteve relacionamentos com instituições financeiras ao longo do exercício findo em 31 de dezembro de 2025. Não obtivemos algumas respostas às solicitações de confirmação externa e extratos bancários relativas à totalidade dessas instituições financeiras. Adicionalmente, nas circunstâncias, não foi praticável aplicar outros procedimentos alternativos de auditoria considerados adequados para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente quanto à existência e completude dos saldos de contas correntes, aplicações financeiras, bem como empréstimos que, eventualmente, poderiam não ter sido registrados e/ou adequadamente divulgados nas demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2025.”
“Inventário físico dos estoques” (p.25)
“Não acompanhamos as contagens físicas dos estoques, no montante de R$ 17.723 mil e, dessa forma, não foi possível satisfazermo-nos quanto às quantidades e saldos dos estoques naquela data por outros procedimentos de auditoria. Em decorrência, não foi praticável determinar a existência de eventuais efeitos nos saldos dos estoques existentes em 31 de dezembro de 2025.”
“Ausência de confirmações externas – partes relacionadas” (p.25)
“Conforme mencionado na Nota Explicativa n° 7 às demonstrações contábeis, a Companhia mantém registrada transações com partes relacionadas. Até a emissão desse relatório, não obtivemos as respostas às cartas de circularização para confirmação dos saldos de Partes Relacionadas nos montantes de R$ 1.281.283 mil e R$ 732.211 mil nos ativos e passivos circulante e não circulante, respectivamente. Consequentemente, não foi possível obtermos evidência de auditoria apropriada e suficiente em relação aos saldos de partes relacionadas sobre a totalidade das operações que, eventualmente, não tenham sido registradas, provisionadas e/ou adequadamente divulgadas às demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2025. Adicionalmente, conforme Nota Explicativa n° 3.3 às demonstrações contábeis, a Companhia, por meio de estudo interno, procedeu à reapresentação de saldos anteriormente registrados nas demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2024, nos termos do Pronunciamento Técnico CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. Todavia, em função das incertezas relacionadas ao litígio entre a Companhia e o Acionista, adicionadas a não resposta das circularizações descritas acima não há como se ratificar o ajuste efetuado como reapresentação.”
“Recuperabilidade de contas a receber de partes relacionadas” (p.25)
“Conforme mencionado na Nota Explicativa n° 7 às demonstrações contábeis, a Companhia mantém transações relevantes com partes relacionadas, notadamente Olympique Lyonnais Sasu (controlada da Eagle Football Group) e Eagle Football Holdings Bidco Limited decorrentes, principalmente, de operações de transferência de direitos econômicos de atletas, empréstimos intragrupo e demais operações financeiras realizadas no âmbito do modelo multiclubes, todavia, a Administração não apresentou cálculos, premissas ou estimativas quantitativas que suportassem a avaliação da recuperabilidade desses ativos financeiros. Diante da inadimplência relevante, da incerteza quanto ao efetivo recebimento, da existência de litígio judicial, há evidência objetiva de aumento significativo do risco de crédito, requerendo o reconhecimento de provisão para perdas esperadas. Em decorrência desse assunto, não foi possível determinar se ajustes adicionais seriam necessários nos saldos de partes relacionadas, no resultado do exercício e no patrimônio líquido da Companhia em 31 de dezembro de 2025.”
“Receita diferida e ausência de confirmações de Partes Relacionadas” (p.26)
“Conforme mencionado na Nota Explicativa n° 17.5 às demonstrações contábeis, a Companhia mantém registrada receita diferida decorrentes operações de cessão definitiva de atletas realizadas com partes relacionadas no montante de R$ 108.399. Conforme também indicado na Nota Explicativa nº 7, não obtivemos respostas às solicitações de confirmação externa encaminhadas às partes relacionadas envolvidas nessas operações e, nas circunstâncias, não foi possível a aplicação de procedimentos alternativos de auditoria capazes de fornecer evidência de auditoria apropriada e suficiente para validarmos a existência, integridade, mensuração e adequação do reconhecimento do referido saldo de receita diferida. Em decorrência dessa limitação de escopo, não foi possível determinar se ajustes relevantes seriam necessários no saldo de receita diferida, no reconhecimento de receitas no período, bem como nas correspondentes divulgações nas demonstrações contábeis da Companhia em 31 de dezembro de 2025.”
“Passivo contratual com a Futebol Forte União FFU” (p.26)
“Conforme descrito na Nota Explicativa nº 19 (a), a Companhia celebrou, em 2023, contrato de investimento prevendo a transferência de 20% de suas receitas de transmissão. Posteriormente, por meio de memorando de entendimentos, foi exercida, em janeiro de 2025, opção de recompra parcial dos direitos de participação econômica de 10%, previamente alienados ao investidor. A referida recompra não configura aquisição de novos direitos tampouco transação autônoma, mas uma modificação dos termos contratuais da operação original, implicando a redução dos fluxos de caixa contratuais associados a ativo financeiro previamente reconhecido. Nessa circunstância, os efeitos da modificação deveriam ser reconhecidos diretamente no resultado do exercício. Todavia, a Administração optou por não reconhecer tal ajuste, mantendo registrado no ativo intangível a ser amortizado ao longo do prazo contratual. Como resultado, em 31 de dezembro de 2025, o ativo encontram-se superavaliados e, consequentemente, o resultado do exercício e o patrimônio líquido estão subavaliado em R$ 110.427 mil.”
“Ausência de confirmações externas – Fornecedores” (p.26)
“Conforme descrito nas Notas Explicativas nº 13 às demonstrações contábeis, a Companhia manteve relacionamentos com fornecedores ao longo do exercício findo em 31 de dezembro de 2025. Não obtivemos algumas respostas às solicitações de confirmação externa relativas à totalidade do saldo de fornecedores no montante de R$ 880.769 mil e R$ 286.800 mil no passivo circulante e não circulante, respectivamente. Adicionalmente, nas circunstâncias, não foi praticável aplicar outros procedimentos alternativos de auditoria considerados adequados para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente quanto à existência e completude do saldo dessa rubrica que, eventualmente, poderia não ter sido registrados e/ou adequadamente divulgados nas demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2025.”
“Documentações suporte” (p.26)
“Até a data de emissão deste relatório, não obtivemos documentação suporte de algumas receitas e despesas selecionadas para testes de amostra para concluir os procedimentos de auditoria necessários para a adequada mensuração, reconhecimento e apresentação dessas rubricas das demonstrações contábeis relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025.”
“Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (PERSE)” (p.27)
“Em 30 de abril de 2026, o Botafogo de Futebol e Regatas (“Clube”), teve rescindido o parcelamento celebrado no âmbito do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (PERSE), em razão do inadimplemento de parcelas, o que resultou na reativação integral dos respectivos débitos tributários, cujo sujeito passivo permanece sendo o Clube. Não obstante, a legislação aplicável às Sociedades Anônimas do Futebol nº 14.193/2021 prevê a destinação obrigatória de 20% das receitas da Companhia ao Clube, com a finalidade de amortização de seus passivos, inclusive de natureza tributária. Diante desse arcabouço legal, não pode ser afastado, neste momento, o risco de questionamentos por parte das autoridades fazendárias quanto à eventual responsabilização da Companhia, direta ou indireta, caso venham a ser discutidos o cumprimento dessas obrigações legais ou os efeitos econômicos e jurídicos do referido inadimplemento. Todavia, não é possível, na presente data, definir de forma objetiva e conclusiva o desfecho de tais questionamentos, tampouco mensurar com grau de confiabilidade razoável eventuais impactos financeiros sobre a Companhia, tendo em vista que o tema depende de interpretações jurídicas e de pronunciamentos futuros das autoridades competentes.”
“Incerteza significativa relacionada ao cumprimento da Lei da SAF” (p.27)
“Decorrente da existência de incerteza significativa relacionada à capacidade da SAF Botafogo de liquidar as obrigações financeiras assumidas no contexto da aquisição do Futebol Profissional do Botafogo de Futebol e Regatas nos termos da Lei da SAF n° 14.193/2021 e acordo de Acionistas. Tais obrigações estavam originalmente amparadas por compromisso de suporte financeiro e institucional pela Eagle Football Holdings, na qualidade de acionista controladora da Companhia. Todavia, , a Holding controladora encontra se envolvida em litígio societário, o qual introduz incerteza relevante quanto à continuidade e efetividade do suporte financeiro originalmente assumido, bem como quanto à definição do responsável final pelo adimplemento das referidas obrigações, se a Eagle Football Holdings ou a própria SAF Botafogo. Esses eventos e condições indicam a existência de incerteza significativa que pode levantar dúvida relevante quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia.”
Parágrafos de ênfase: nenhum
Trecho em que o auditor chama a atenção para um assunto já divulgado nas demonstrações, sem modificar a opinião. Ênfase não é ressalva.
Fontes
Todo número desta página vem exclusivamente das demonstrações financeiras publicadas pelo próprio clube no portal de transparência dele: https://www.botafogo.com.br/download/transparencia/balanco. As demonstrações são as de Sociedade Anônima de Futebol Botafogo – S.A.F. Botafogo.
Documentos de 2025
- S.A.F. Botafogo – Demonstrações Financeiras 2025 · Página do portal
Detalhes do arquivo
S.A.F. Botafogo. Publicado em 11/05/2026. Capa (p.1), índice (p.2), capa do relatório de gestão (p.3), mensagem da administração (p.4), relatório de gestão (p.5–20), capa do relatório do auditor (p.21), relatório do auditor independente (p.22–28), capa das demonstrações (p.29), balanço (p.30–31), DRE (p.32), DRA (p.33), DMPL (p.34), DFC (p.35) e notas explicativas (p.36–81), com as assinaturas do CEO e do CFO na p.81, num arquivo de 81 páginas em envelope Docusign. SHA-256 dfb6b3676727c27566a5f9e973b0623357c6f952f437a00da7d0224f093a2d01. Páginas: As evidências citam a página do arquivo. Nas demonstrações e notas (p.30–81) a folha imprime 29 a menos: a nota 1 está na p.36 e traz 7. O relatório do auditor (p.22–28) tem numeração própria, 21 a menos (a p.24 traz 3); as p.1–21 não têm número.
- Botafogo de Futebol e Regatas, a associação – Demonstrações Contábeis 2025, individuais · Página do portal
Detalhes do arquivo
Botafogo de Futebol e Regatas. Publicado em 11/05/2026. Relatório do auditor (p.3–6), balanço (p.7), DRE (p.8), DRA (p.9), DMPL (p.10), DFC (p.11–12) e notas (p.13–24), num arquivo de 24 páginas com texto. Mesmos saldos individuais da versão de junho, com o patrimônio aberto em patrimônio social e déficit e diferenças de 1 em notas; relatório do auditor de 16/03/2026 com a mesma opinião com ressalva, a mesma incerteza e as mesmas ênfases, só sobre as individuais. Publicada antes da versão individual e consolidada de junho. SHA-256 e9644503c0d3198eb09ba117b88c99cfdf5acacdcc3cb281bbba459ea4742b9d. Páginas: O número impresso na folha é igual à página do arquivo.
- Botafogo de Futebol e Regatas, a associação – Demonstrações Contábeis 2025, consolidadas · Página do portal
Detalhes do arquivo
Botafogo de Futebol e Regatas. Publicado em 02/06/2026. Capa (p.1), sumário (p.2), relatório do auditor independente (p.3–6), balanço (p.7–8), DRE (p.9), DRA (p.10), DMPL (p.11), DFC (p.12–13) e notas explicativas (p.14–27), num arquivo de 27 páginas com texto. O consolidado soma a Companhia Botafogo S.A. (99,99%); a SAF (10%) é investimento, pelo valor presente de um fluxo de R$ 400 mi acordado com John Textor. Opinião com ressalva (12.213 dos 14.946 de partes relacionadas no ativo sem confirmação), incerteza relevante sobre a continuidade (deficiência de capital de giro de 85.206 e patrimônio negativo de 604.406) e ênfases na recuperação extrajudicial, nas contas a pagar com pessoas físicas e no PERSE; BDO RCS, Carlos Aragaki, 29/05/2026. Lida para a dívida da associação, que a SAF assumiu por contrato. SHA-256 1f736c82af7e5582293ef5d24e6d0043a6a5fe28235ae6b2fed3352ae0b214d3. Páginas: O número impresso na folha é igual à página do arquivo.
- Companhia Botafogo S.A. – Demonstrações Contábeis 2025 · Página do portal
Detalhes do arquivo
Companhia Botafogo S.A. Publicado em 29/04/2026. Capa (p.1), sumário (p.2), relatório do auditor independente (p.3–5), balanço (p.6), DRE (p.7), DRA (p.8), DMPL (p.9), DFC (p.10) e notas (p.11–23), num arquivo de 23 páginas com texto. Controlada 99,99% pelo BFR, sem receita operacional em 2025, depois da transferência da concessão do Estádio Nilton Santos para a SAF em 15/08/2024; passivo circulante de 7.009 e não circulante de 21.900, com parcelamentos de 18.406 (PERSE 15.423 e concessão do estádio 2.983) e contingências de 6.529, e passivo a descoberto de 28.752. Opinião com ressalva (37 dos 2.769 de partes relacionadas sem confirmação), incerteza relevante sobre a continuidade e ênfases no PERSE e na recuperação extrajudicial; BDO RCS, Carlos Aragaki, 31/03/2026. Lida para a dívida. SHA-256 68eb0a59fb44a14b9f936d8e7b44a817f4d625788d09341c7be284125a792f7f. Páginas: Da p.2 em diante a folha imprime o número da página do arquivo; a capa não tem número.
Norma contábil: Práticas contábeis adotadas no Brasil, pronunciamentos do CPC aplicáveis a entidades desportivas e ITG 2003 (R2) (nota 2); tributação pelo TEF (nota 1.3). Emissão autorizada pela Diretoria em 30/04/2026 (nota 2.5). Escala do documento: milhares de reais.
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