São Paulo
São Paulo Futebol Clube · Associação · DF de 2025 publicada em 30/04/2026 · auditoria: RSM Brasil Auditores Independentes Ltda.
1.Quanto o clube arrecadou?
| R$ milhões | 2025 | Variação sobre 2024 | ||||||||||||||||||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
Receita totalTudo o que o clube arrecadou com a operação no ano: as receitas do dia a dia mais a negociação de atletas. Não entram receitas financeiras, ganhos em ações judiciais, perdão de dívida, reavaliação de ativos e contratos de longo prazo reconhecidos de uma só vez. 2025, em R$ milhões:
Obs: O relatório da administração publica receita bruta de 1.085.035 (p.10). A diferença, 87.192, são a transação com a PGFN, a compensação de IRRF e a reversão da provisão da TFSD, que a DF chama de não recorrentes e ficam fora (nota 24, p.71). | 997,9 | +36,3% | ||||||||||||||||||||||||||||||
Receita recorrenteO que o clube arrecada todo ano com a operação, sem contar a venda de atletas: transmissão, premiações, bilheteria, sócio-torcedor, patrocínio e publicidade. Recorrente não é fixa, pois oscila com o desempenho em campo. 2025, em R$ milhões e em porcentagem da receita recorrente:
Fonte: DRE, p.21; DRE, p.21; o nome concessões e hospitalidade é o do quadro de receitas do relatório da administração, p.12, com o mesmo valor; nota 24, p.71 do documento. Obs: A DF não separa as premiações dos direitos de transmissão. | 714,1 | +11,8% | ||||||||||||||||||||||||||||||
Receita com negociação de atletasO que entrou com venda e empréstimo de atletas, incluindo o mecanismo de solidariedade. Varia muito de um ano para o outro. A memória de cálculo mostra o que foi descontado da venda. 2025, em R$ milhões:
Atletas negociados (nota 22, p.69)
Obs: As intermediações sobre as vendas (31.350) estão nos demais custos; a parte dos direitos que pertence a terceiros não é receita do clube (nota 22, p.69). | 283,8 | +203,9% |
2.Sobrou alguma coisa da operação?
| R$ milhões | 2025 | Variação sobre 2024 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
Custos e despesas da operaçãoO gasto do ano para manter o clube funcionando: pessoal, jogos, viagens e despesas administrativas e comerciais. Não entram depreciação, amortização, baixa de atletas e provisões para contingências, nem juros. 2025, em R$ milhões:
| 734,0 | +5,0% | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
EBITDAO resultado da operação no ano, antes de juros, impostos sobre o resultado, depreciação, amortização, baixa de atletas e provisões para contingências. Não entram receitas financeiras nem o que aconteceu fora da operação. 2025, em R$ milhões:
Obs: O relatório da administração publica um EBITDA próprio de 246.137 (p.17): ele mantém as provisões para contingências nos custos e a compensação de IRRF e a reversão da TFSD dentro, e tira só o ganho com a PGFN. A perda de 23.895 nas cotas do FIDC está no resultado financeiro, fora do EBITDA (DRE, p.23). | 263,8 | +704,3% | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
EBITDA recorrenteO EBITDA sem a receita com negociação de atletas. Mostra o que a operação do dia a dia gera, ou consome, sem vender jogador. 2025, em R$ milhões:
| (20,0) | +40,6 em R$ mi | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
EBITO resultado da operação no ano, antes de juros e impostos sobre o resultado. Ao contrário do EBITDA, desconta o custo dos atletas contratados, dividido pelos anos de contrato, o desgaste de estádio, CT e equipamentos, e as provisões para processos. Não entram receitas financeiras nem o que aconteceu fora da operação. 2025, em R$ milhões:
| 95,0 | inversão de sinal | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Resultado do exercícioO que sobrou, ou faltou, no fim do ano, depois de todas as receitas e despesas, inclusive juros e o que aconteceu fora da operação. Nas associações chama-se superávit ou déficit; nas SAFs, lucro ou prejuízo. 2025, em R$ milhões:
O superávit inclui efeitos da transação tributária com a PGFN e créditos compensados que não passaram pelo caixa. Sem eles, o resultado seria um déficit de 29,8.
Obs: A transação com a PGFN foi assinada em 14/01/2026 e reconhecida no resultado de 2025 (nota 25, p.72). | 57,0 | inversão de sinal |
3.Quanto o clube deve, e quanto tem em caixa?
| R$ milhões | 2025 | Variação sobre 2024 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
Dívida líquidaTudo o que o clube deve, menos o dinheiro em caixa: bancos, outros clubes e agentes, fornecedores, fisco, elenco e impostos parcelados, e o dinheiro já recebido por jogos, marca ou atletas que o clube ainda vai entregar. Não desconta o que o clube tem a receber por venda de atletas. O perfil da dívida, logo abaixo, abre cada parcela. 2025, em R$ milhões:
Obs: Entram 102.487 que o clube recebeu de terceiros ao ceder ao FIDC São Paulo recebíveis de patrocínio e de contribuições dos associados; a DF desconta esse valor das contas a receber (notas 1.1 e 7, p.29 e p.46). As cotas subordinadas que o clube mantém no fundo (86.594), que absorvem primeiro as perdas, não são descontadas, e a perda de 23.895 nelas está no resultado financeiro. | 1.123,0 | +3,3% | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Caixa e equivalentesDinheiro disponível de imediato: saldo em conta e aplicações de resgate rápido. Não entram caixa restrito, vinculado a projetos, nem títulos de prazo mais longo. 2025, em R$ milhões:
Obs: A demonstração do fluxo de caixa trabalha com o caixa líquido das contas garantidas (18.963), que subiu 1.357 no ano: a operação gerou 48.329, os investimentos consumiram 69.099, quase tudo na compra de atletas (55.982), e o clube tomou 19.538 a mais em empréstimos do que pagou e recebeu 2.589 de títulos sociais (DFC, p.26). | 24,0 | +1,0% | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Capital de giro líquidoO que o clube tem para receber ou transformar em dinheiro nos próximos doze meses, menos o que precisa pagar no mesmo prazo. Positivo, há mais a receber do que a pagar no ano; negativo, o clube começa o ano com mais contas a pagar do que recursos de curto prazo. 2025, em R$ milhões:
Obs: As receitas a apropriar do passivo circulante (401.197) não são contas a pagar: espelham contratos registrados inteiros nas contas a receber e saem quando o serviço é prestado (notas 7 e 7.1, p.46–48). | (432,6) | +29,7 em R$ mi | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Patrimônio líquidoA diferença entre tudo o que o clube tem e tudo o que deve, direto do balanço. Quando é negativo, as obrigações superam os bens e direitos registrados. Pode variar por ajustes que não passam pelo resultado, como mudança de norma contábil. 2025, em R$ milhões:
Obs: O patrimônio subiu 59.570 em 2025: o superávit do ano, 56.981, e 2.589 de títulos sociais vendidos, lançados direto no patrimônio (DMPL, p.25). | (536,2) | +59,6 em R$ mi |
Perfil da dívida em 2025
De que a dívida é feita, parcela a parcela: quanto é com bancos, quanto é com outros clubes, agentes e fornecedores, quanto é imposto parcelado, e o caixa descontado para chegar à dívida líquida.
Dívida bruta de R$ 1.147,0.
Dívidas onerosas: 380,2 (33,2%)
Empréstimos bancários 277,7 24,2% Recebíveis antecipados no fundo de investimento (FIDC) 102,5 9,0% Dívidas operacionais: 463,6 (40,4%)
Fornecedores 19,3 1,7% Salários, prêmios e encargos 49,2 4,3% Impostos correntes 12,0 1,0% Direitos de imagem a pagar 69,1 6,0% Dívidas com clubes por compras de atletas 59,6 5,2% Intermediários e participações de terceiros em atletas 103,7 9,1% Adiantamentos recebidos 150,7 13,1% Impostos parcelados e acordos: 303,2 (26,4%)
Parcelamentos de impostos: PGFN, transação municipal, PPI e litígio zero 222,9 19,4% Acordos trabalhistas e cíveis 80,3 7,0%
Valores em R$ milhões.
Quanto vence em até doze meses, em R$ milhões:
| Composição | Saldo em 31/12/2025, R$ mi | Evidência |
|---|---|---|
Dívidas onerosasO que o clube deve a bancos e a outros credores financeiros: empréstimos, financiamentos, debêntures e adiantamentos de recebíveis. Geram juros contratados. | ||
Empréstimos bancáriosCapital de giro e conta garantida: Banco Daycoval 149.014 em quatro contratos, Banco Bradesco 110.559 em quatro e Banco Rendimento 18.098 em três. 195.932 vencem em até doze meses e 81.739 depois, com vencimentos até agosto de 2029. Taxa média de 1,679% ao mês, com contratos de TV, licenciamento, recebíveis de atletas, cessão de espaços e contribuições sociais em garantia. | 277,7 | df p.20; nota 11, p.55–56 |
Recebíveis antecipados no fundo de investimento (FIDC)Dinheiro de terceiros que o fundo pagou por recebíveis de patrocínio e de contribuições dos associados cedidos pelo clube; a DF desconta o valor das contas a receber. O clube mantém as cotas subordinadas do fundo (86.594), que absorvem primeiro as perdas. 73.045 vencem em até doze meses e 29.442 depois. | 102,5 | nota 7, p.46; nota 1.1, p.29 |
| Subtotal | 380,2 | |
Dívidas operacionaisO que o clube deve por operar: parcelas de compra de atletas a outros clubes e agentes, fornecedores, salários e encargos, impostos correntes, direitos de imagem e o dinheiro já recebido por jogos, marca ou atletas que o clube ainda vai entregar: TV, patrocínio, sócio-torcedor, camarotes e atletas vendidos que ainda não se transferiram. | ||
FornecedoresTudo vence em até doze meses. A DF não abre fornecedores. | 19,3 | df p.20 |
Salários, prêmios e encargosEncargos trabalhistas a recolher 30.825, salários 7.900, prêmios a pagar pelo desempenho de 2025 6.027 e provisão para férias 4.431. Tudo vence em até doze meses. | 49,2 | df p.20; nota 12, p.57 |
Impostos correntesINSS 8.110, PIS 1.754, IRRF 1.300, ISS 769 e COFINS 15. Tudo vence em até doze meses. | 12,0 | df p.20; nota 15, p.60 |
Direitos de imagem a pagarVencimentos mensais 21.090, luvas e metas atingidas 18.447 e dívida de contratos rescindidos ou finalizados 29.575. Tudo classificado em até doze meses. | 69,1 | df p.20; nota 13, p.57 |
Dívidas com clubes por compras de atletasDireitos federativos e econômicos a pagar a clubes e terceiros, no Brasil e no exterior. Maiores credores: River Plate 13.288, Montevideo City Torque 7.968, Seth Sports 6.877 e Aldemir dos Santos Ferreira 6.500. 54.676 vencem em até doze meses e 4.954 depois. | 59,6 | df p.20; nota 16, p.61 |
Intermediários e participações de terceiros em atletasParticipação de terceiros e intermediação em vendas de atletas 52.547 e intermediação em compras 51.185. 89.603 vencem em até doze meses e 14.129 depois. | 103,7 | df p.20; notas 16.1 e 16.2, p.62–64 |
Adiantamentos recebidosNão é dinheiro a pagar, é serviço a prestar: valores recebidos antecipadamente por contratos de televisionamento 74.528, locação de camarotes 40.938, publicidade e patrocínio 32.600 e cessão de espaço 2.588, que a DF apropria de 2026 a 2029. 63.736 vencem em até doze meses e 86.918 depois. | 150,7 | df p.20; nota 17, p.64; DFC, p.26 |
| Subtotal | 463,6 | |
Impostos parcelados e acordosImpostos atrasados renegociados em parcelas, como o Profut, e dívidas antigas que o clube acertou em acordo, como processos trabalhistas e recuperação judicial, pagas ao longo de vários anos. | ||
Parcelamentos de impostos: PGFN, transação municipal, PPI e litígio zeroTransações com a PGFN 161.234 em quatro planos (29.298 e 1.958 em 60 parcelas, 106.898 e 23.080 em 145), transação de débitos municipais 43.524 (102 parcelas restantes), litígio zero 14.836, PPI de ISS 1.654 e TUSD/TUST 1.615. 24.778 vencem em até doze meses e 198.085 depois. A transação com a PGFN, pedida em setembro de 2025 e assinada em 14/01/2026, consolidou Timemania, Profut e PERSE com 68,17% de desconto em multa e juros; a DF reconhece o ganho de 55.629 em 2025. | 222,9 | df p.20; nota 14, p.57–60 |
Acordos trabalhistas e cíveisMaior credor: Companhia de Engenharia de Tráfego, 25.920; o restante são acordos com ex-atletas, ex-treinadores, agências e escritórios de advocacia. 58.759 vencem em até doze meses e 21.590 depois. | 80,3 | df p.20; nota 19, p.66–67 |
| Subtotal | 303,2 | |
| Dívida bruta | 1.147,0 | |
(−) DisponibilidadesCaixa e aplicações financeiras de resgate rápido, deduzidos da dívida bruta para chegar à dívida líquida. Caixa e equivalentes de caixa (61 + 8.616 + 15.281); os títulos e valores mobiliários de R$ 86,6 mi não são deduzidos. | (24,0) | df p.20; nota 5, p.45 |
| Dívida líquida | 1.123,0 | |
Fora da dívida bruta: Provisão para contingências trabalhistas e cíveis, R$ 23,0 mi (df p.20; nota 18, p.64–65); Receitas a apropriar: contrapartida de contratos registrados inteiros em contas a receber, R$ 1.387,3 mi (df p.20; nota 7.1, p.48); Títulos e valores mobiliários: cotas subordinadas do FIDC, não deduzidas da dívida, R$ 86,6 mi (df p.20; nota 6, p.46).
Não descontado da dívida, por ser valor a receber: contas a receber de 1.431.051, 477.607 no circulante e 953.444 no não circulante, já líquidas dos títulos cedidos ao FIDC (189.081) e das perdas estimadas (32.023); de entidades esportivas, que a DF liga substancialmente à negociação de atletas, 195.336: 151.672 no circulante e 43.664 no não circulante (nota 7, p.46).
4.Quanto vai para quem trabalha no futebol?
| R$ milhões | 2025 | Variação sobre 2024 | ||||||||||||
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Gasto com pessoalO que o clube gastou no ano com quem trabalha no futebol, atletas, comissão técnica, base e feminino: salários, encargos, benefícios, direito de imagem, direito de arena, luvas e premiações. Não entra a amortização dos contratos. Administrativo, clube social e outros esportes ficam fora quando a demonstração os separa; quando não separa, o número é do pessoal do clube inteiro e leva um asterisco, explicado na observação. Onde a demonstração separa os segmentos do futebol, a explicação mostra quanto é de cada um. 2025, em R$ milhões:
Obs: Fora deste número, o pessoal que a DF separa: administração (30.554), clube social e basquete (33.123) e estádio (4.720) (DRE, p.22–23). A DF não tem linha de luvas; as luvas a pagar estão nos direitos de imagem (nota 13, p.57). | 386,2 | +0,2% | ||||||||||||
Gasto com pessoal sobre receita recorrenteQuanto da receita recorrente vai para pagar o pessoal do futebol: gasto com pessoal dividido pela receita recorrente. Não se compara ao limite do SSF, que tem definições próprias e vale a partir de 2026. 2025, em R$ milhões:
| 54,1% | (6,3 p.p.) | ||||||||||||
Referência do SSFO limite que o regulador fixa para o custo com elenco em relação às Receitas Relevantes. Vale a partir do exercício de 2026 e não se aplica aos anos anteriores. | Vale a partir do exercício de 2026 | |||||||||||||
5.O que o auditor disse?
O que é o parecer do auditor
A opinião de uma empresa de auditoria independente sobre se as demonstrações financeiras representam adequadamente a situação do clube, segundo as normas contábeis.
Opinião: Com ressalva
O auditor encontrou um ou mais pontos que não pôde confirmar ou com os quais discorda, mas que não invalidam o conjunto das demonstrações.
No parecer de 2025: “Conforme descrito na nota explicativa nº 26, durante o exercício corrente e em exercícios anteriores foram efetuados saques em contas bancárias do São Paulo Futebol Clube cuja natureza, finalidade e documentação de suporte não estavam integralmente disponíveis para exame no curso de nossos trabalhos. Não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente que corroborasse parte desses saques, em razão da ausência de documentos comprobatórios que permitissem validar a efetiva destinação dos recursos. Dessa forma, não pudemos determinar, por meio de procedimentos adicionais de auditoria, se seriam necessários ajustes nas demonstrações contábeis relacionados a eventuais registros, baixas ou reclassificações associadas a tais operações.” (p.3).
Parágrafos de ênfase: 3
Trecho em que o auditor chama a atenção para um assunto já divulgado nas demonstrações, sem modificar a opinião. Ênfase não é ressalva.
- Reapresentação dos valores correspondentes: 2024 sem a consolidação do FIDC São Paulo Futebol Clube, por ausência de controle (nota 1.1, p.4).
- Investigações em andamento sobre movimentações financeiras, exploração de ativos do estádio MorumBIS, negociações de atletas e procedimentos internos (nota 26, p.4).
- Transação tributária com a PGFN formalizada em 14/01/2026, com ganho de R$ 55.629 mil reconhecido no resultado de 2025 (nota 14, p.5).
Fontes
Todo número desta página vem exclusivamente das demonstrações financeiras publicadas pelo próprio clube no portal de transparência dele: https://www.saopaulofc.net/institucional/transparencia/.
Documento de 2025
- Demonstrações financeiras acompanhadas do Relatório do Auditor Independente, 31/12/2025 · Página do portal
Detalhes do arquivo
São Paulo Futebol Clube. Publicado em 30/04/2026. Relatório do auditor (p.3–8), relatório da administração (p.9–19), quadros do balanço à DVA (p.20–27) e notas explicativas (p.28–74) num arquivo de 74 páginas. O portal rotula o link como Relatório da Administração. Páginas: As evidências citam a página do arquivo. O número impresso na folha é um a menos: o relatório do auditor começa na p.3 e traz impresso 2; o balanço está na p.20 e traz impresso 19.
Norma contábil: Práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades sem finalidade de lucros (ITG 2002 (R1)) e às entidades desportivas (ITG 2003 (R2)), com os CPCs, a OTG 2003 e o Manual de Contabilidade para Entidades Desportivas da APFUT. Escala do documento: milhares de reais.
O meutime.net não avalia a gestão de nenhum clube. Reúne o que o próprio clube publicou, organizado pela mesma regra para todos, para que o torcedor leia os números com clareza e transparência.
