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Red Bull Bragantino

Red Bull Bragantino · Sociedade limitada · DF de 2025 publicada em 04/05/2026 · auditoria: BDO RCS Auditores Associados Ltda.

1.Quanto o clube arrecadou?

R$ milhões2025Variação
sobre 2024
Receita total

Tudo o que o clube arrecadou com a operação no ano: as receitas do dia a dia mais a negociação de atletas. Não entram receitas financeiras, ganhos em ações judiciais, perdão de dívida, reavaliação de ativos e contratos de longo prazo reconhecidos de uma só vez.

2025, em R$ milhões:

  • Receita recorrente: 543,0 (nota 19, p.38)
  • Receita com negociação de atletas: 94,0 (notas 19 e 21, p.38 e p.42)

Obs: A DF lança a venda de atletas nas outras receitas e despesas operacionais, e os repasses de direitos federativos, na receita operacional; os dois entram na negociação de atletas (notas 19 e 21, p.38 e p.42).

637,0+6,8%
Receita recorrente

O que o clube arrecada todo ano com a operação, sem contar a venda de atletas: transmissão, premiações, bilheteria, sócio-torcedor, patrocínio e publicidade. Recorrente não é fixa, pois oscila com o desempenho em campo.

2025, em R$ milhões e em porcentagem da receita recorrente:

  • Patrocínio e publicidade: 397,6 (73,2%)
  • Receitas das competições: 134,7 (24,8%)
    Campeonato Brasileiro109,520,2%
    Campeonato Paulista15,62,9%
    Copa do Brasil9,61,7%
  • Outras receitas, que a DF não abre: 6,8 (1,3%)
  • Bilheteria: 3,9 (0,7%)

Fonte: nota 19, p.38 do documento.

Obs: A DF não diz quanto do patrocínio e da publicidade vem do Grupo Red Bull, dono do clube; os patrocínios a receber, 243.559 no fim do ano, são substancialmente do grupo (notas 3.5 e 6, p.16 e p.29).

543,0+19,1%
Receita com negociação de atletas

O que entrou com venda e empréstimo de atletas, incluindo o mecanismo de solidariedade. Varia muito de um ano para o outro. A memória de cálculo mostra o que foi descontado da venda.

2025, em R$ milhões:

Receita com a venda e empréstimos de atletas82,8nota 21, p.42
Receitas com repasses de direitos federativos, dentro da receita operacional+11,2nota 19, p.38
Receita com negociação de atletas=94,0
Atletas negociados (nota 21, p.42)
  • Jadsom Meemyas de Oliveira da Silva, ao Al-Wahda Football Club
  • Leonardo Javier Realpe Montano, ao Futebol Clube de Famalicão
  • Marcos Vinicios Lopes Moura, ao Futebol Clube de Famalicão
  • Alerrandro Barra Mansa Realino de Souza, com o próprio atleta como contraparte
  • Kevin Joel Lomónaco, ao Club Atlético Independiente
  • Werik Silva Pinto, ao Fagiano Okayama, por empréstimo
  • Lucas Evangelista Santana de Oliveira, à Sociedade Esportiva Palmeiras
  • Isac Silvestre da Silva, ao São Paulo Futebol Clube

Obs: A venda de Alerrandro (25.340) tem o próprio atleta como contraparte, e 18.114 dela seguiam a receber dele no fim do ano (notas 6.1 e 21, p.30 e p.42). As outras despesas com a venda e empréstimos de atletas (30.781), que a DF não abre, ficam nos custos.

94,0(33,0%)

2.Sobrou alguma coisa da operação?

R$ milhões2025Variação
sobre 2024
Custos e despesas da operação

O gasto do ano para manter o clube funcionando: pessoal, jogos, viagens e despesas administrativas e comerciais. Não entram depreciação, amortização, baixa de atletas e provisões para contingências, nem juros.

2025, em R$ milhões:

  • Gasto com pessoal: 217,7 (nota 20, p.39)
    Salários e ordenados90,8
    Direitos de imagem67,7
    Salários da comissão técnica23,3
    Outros gastos com pessoal22,1
    Encargos trabalhistas e previdenciários13,8
  • Demais custos e despesas: 171,2 (notas 20 e 21, p.39 e p.42)
    Outras despesas com a venda de atletas, que a DF não abre30,8
    Pessoal administrativo25,2
    Serviços de terceiros e médicos24,9
    Manutenção, infraestrutura e aluguéis23,9
    Custos do departamento de futebol e jogos23,6
    Viagens18,7
    Impostos, taxas e despesas administrativas16,0
    Marketing, empréstimos de atletas e outras despesas com negociação8,0
    Multas e perdas com créditos0,1
388,9+0,7%
EBITDA

O resultado da operação no ano, antes de juros, impostos sobre o resultado, depreciação, amortização, baixa de atletas e provisões para contingências. Não entram receitas financeiras nem o que aconteceu fora da operação.

2025, em R$ milhões:

Resultado antes do resultado financeiro49,5DRE, p.6
Depreciação e amortização+119,4DFC, p.9; nota 11, p.34
Depreciação dos arrendamentos+0,4DFC, p.9; nota 12, p.35
Baixa contábil dos atletas negociados+13,3nota 21, p.42
Baixa de outros itens do intangível+10,9nota 21, p.42
Ganho na venda de bens do imobilizado−0,4nota 21, p.42
EBITDA=193,1

Obs: A nota do imobilizado e do intangível divide as baixas de outro jeito que a nota de outras receitas e despesas, com o mesmo total do fluxo de caixa (notas 11 e 21, p.34 e p.42). As outras despesas com a venda de atletas (30.781) ficam nos custos, porque a DF não as abre e o fluxo de caixa não as trata como baixa. A DF não separa a provisão para contingências do ano, e nada é devolvido (nota 15, p.36).

193,1+16,4%
EBITDA recorrente

O EBITDA sem a receita com negociação de atletas. Mostra o que a operação do dia a dia gera, ou consome, sem vender jogador.

2025, em R$ milhões:

Receita recorrente543,0nota 19, p.38
Impostos sobre a receita−55,0nota 19, p.38; DRE, p.6
Custos e despesas da operação−388,9notas 20 e 21, p.39–42
EBITDA recorrente=99,1
99,1+288,7%
EBIT

O resultado da operação no ano, antes de juros e impostos sobre o resultado. Ao contrário do EBITDA, desconta o custo dos atletas contratados, dividido pelos anos de contrato, o desgaste de estádio, CT e equipamentos, e as provisões para processos. Não entram receitas financeiras nem o que aconteceu fora da operação.

2025, em R$ milhões:

EBITDA193,1
Depreciação e amortização−119,4DFC, p.9; nota 11, p.34
Depreciação dos arrendamentos−0,4DFC, p.9; nota 12, p.35
Baixa contábil dos atletas negociados−13,3nota 21, p.42
EBIT=60,0
60,0+56,8%
Resultado do exercício

O que sobrou, ou faltou, no fim do ano, depois de todas as receitas e despesas, inclusive juros e o que aconteceu fora da operação. Nas associações chama-se superávit ou déficit; nas SAFs, lucro ou prejuízo.

2025, em R$ milhões:

Receita líquida499,2DRE, p.6
Custos das atividades desportivas
Custo do departamento de futebol(325,6)
Custo do departamento amador(50,7)
Comissão técnica(41,8)
Gastos com jogos e bonificações(9,7)
−427,8DRE, p.6
Despesas gerais e administrativas−50,0DRE, p.6
Outras receitas e despesas operacionais+28,1DRE, p.6; nota 21, p.42
Resultado financeiro
Receitas financeiras0,3
Despesas financeiras(3,1)
−2,8DRE, p.6; nota 22, p.43
Imposto de renda e contribuição social−14,9DRE, p.6; nota 8, p.31
Resultado do exercício=31,8

Obs: O empréstimo de 572.857 da Red Bull GmbH, única quotista, não tem juros, e por isso não pesa no resultado financeiro (nota 16, p.37).

31,8+2,5%

3.Quanto o clube deve, e quanto tem em caixa?

R$ milhões2025Variação
sobre 2024
Dívida líquida

Tudo o que o clube deve, menos o dinheiro em caixa: bancos, outros clubes e agentes, fornecedores, fisco, elenco e impostos parcelados, e o dinheiro já recebido por jogos, marca ou atletas que o clube ainda vai entregar. Não desconta o que o clube tem a receber por venda de atletas. O perfil da dívida, logo abaixo, abre cada parcela.

2025, em R$ milhões:

Dívidas onerosas: arrendamentos2,8p.5; nota 12, p.35
Dívidas operacionais+195,8p.5; notas 8, 13, 14 e 17, p.31–37
Caixa e aplicações−14,1nota 5, p.29
Dívida líquida=184,5

Obs: Por exceção, a dívida não inclui R$ 572,9 mi emprestados pela Red Bull GmbH, única quotista do clube, sem juros e sem vencimento definido, contratados antes das regras do SSF. Com eles, a dívida líquida seria de R$ 757,3 mi.

184,5+6,0%
Caixa e equivalentes

Dinheiro disponível de imediato: saldo em conta e aplicações de resgate rápido. Não entram caixa restrito, vinculado a projetos, nem títulos de prazo mais longo.

2025, em R$ milhões:

  • Caixa: 0,0 (nota 5, p.29)
  • Bancos conta movimento: 0,2 (nota 5, p.29)
  • Aplicações financeiras de liquidez imediata: 13,9 (nota 5, p.29)

Obs: O caixa caiu 14.893 em 2025: a operação gerou 169.209, os investimentos consumiram 183.547, quase tudo na compra de atletas (151.905), e não houve empréstimo novo da Red Bull GmbH (DFC, p.9).

14,1(51,3%)
Capital de giro líquido

O que o clube tem para receber ou transformar em dinheiro nos próximos doze meses, menos o que precisa pagar no mesmo prazo. Positivo, há mais a receber do que a pagar no ano; negativo, o clube começa o ano com mais contas a pagar do que recursos de curto prazo.

2025, em R$ milhões:

Ativo circulante: o que vira dinheiro em até doze meses
Contas a receber, com patrocínios e vendas de atletas306,4
Caixa, bancos e aplicações14,1
Impostos a recuperar7,2
Despesas pagas antecipadamente4,5
Adiantamentos diversos3,9
336,1p.5
Passivo circulante: o que vence em até doze meses
Fornecedores e contas a pagar, com as parcelas de compras de atletas(97,6)
Imposto de renda e contribuição social a pagar(16,1)
Salários e encargos a pagar(15,4)
Impostos a pagar(13,7)
Arrendamentos (leasing), a parcela do ano(0,6)
−143,4p.5
Capital de giro líquido=192,7

Obs: Das contas a receber (306.367), 243.559 são patrocínios a receber, que a DF atribui substancialmente ao Grupo Red Bull, e 57.835 vendas de atletas (notas 3.5 e 6, p.16 e p.29).

192,7(8,9%)
Patrimônio líquido

A diferença entre tudo o que o clube tem e tudo o que deve, direto do balanço. Quando é negativo, as obrigações superam os bens e direitos registrados. Pode variar por ajustes que não passam pelo resultado, como mudança de norma contábil.

2025, em R$ milhões:

  • Capital social: 0,2 (p.5; nota 18, p.38)
  • Lucros acumulados: 108,3 (p.5; DMPL, p.8)
  • Lucro do exercício: 31,8 (DRE, p.6; DMPL, p.8)

Obs: O patrimônio cresceu 31.773 em 2025 porque o lucro do ano se soma a ele. Não houve outro lançamento direto no patrimônio (DMPL, p.8).

140,3+29,3%
Perfil da dívida em 2025

De que a dívida é feita, parcela a parcela: quanto é com bancos, quanto é com outros clubes, agentes e fornecedores, quanto é imposto parcelado, e o caixa descontado para chegar à dívida líquida.

Dívida bruta de R$ 198,6.

  • Dívidas onerosas: 2,8 (1,4%)
    Arrendamentos de imóveis2,81,4%
  • Dívidas operacionais: 195,8 (98,6%)
    Contas a pagar por compras e repasses de atletas82,841,7%
    Fornecedores de produtos, serviços e obras22,911,5%
    Salários, encargos e impostos sobre a folha15,47,8%
    Impostos correntes13,76,9%
    Imposto de renda e contribuição social a pagar16,18,1%
    Adiantamento de direitos de transmissão44,922,6%
  • Impostos parcelados e acordos: 0,0 (0,0%)
    Parcelamentos de impostos e acordos0,00,0%

Valores em R$ milhões.

Quanto vence em até doze meses, em R$ milhões:

  • Dívidas onerosas0,6 até 12 meses · 2,2 depois
  • Dívidas operacionais142,8 até 12 meses · 53,0 depois
  • Dívida bruta143,4 até 12 meses · 55,2 depois

Vence em até 12 meses Vence depois de 12 meses

ComposiçãoSaldo em 31/12/2025, R$ miEvidência
Dívidas onerosas

O que o clube deve a bancos e a outros credores financeiros: empréstimos, financiamentos, debêntures e adiantamentos de recebíveis. Geram juros contratados.

Arrendamentos de imóveis

Direito de uso a pagar dos arrendamentos de imóveis, com juros: 557 vencem em até doze meses e 2.233 depois. Em dezembro de 2025 o clube assinou o aluguel do novo centro de treinamento da equipe feminina, em Extrema (MG).

2,8p.5; nota 12, p.35
Subtotal2,8
Dívidas operacionais

O que o clube deve por operar: parcelas de compra de atletas a outros clubes e agentes, fornecedores, salários e encargos, impostos correntes, direitos de imagem e o dinheiro já recebido por jogos, marca ou atletas que o clube ainda vai entregar: TV, patrocínio, sócio-torcedor, camarotes e atletas vendidos que ainda não se transferiram.

Contas a pagar por compras e repasses de atletas

Valores a pagar a clubes e agentes pela contratação de atletas e repasses a outros clubes quando o clube vende atleta de que não tem todos os direitos econômicos. 74.774 vencem em até doze meses e 8.032 depois.

82,8p.5; nota 13, p.35
Fornecedores de produtos, serviços e obras

Fornecedores de produtos e serviços 18.819, sendo 15.745 do esportivo e 3.074 do administrativo, e aquisições de ativo imobilizado 4.053. Tudo vence em até doze meses.

22,9p.5; nota 13, p.35
Salários, encargos e impostos sobre a folha

IRRF sobre salários 6.568, provisão para férias 5.038, FGTS 1.931, INSS sobre salários 1.256, impostos sobre o 13º salário 630 e salários a pagar 3. Tudo vence em até doze meses.

15,4p.5; p.36
Impostos correntes

INSS 7.847, ISS 4.760, PIS e COFINS 896 e outros tributos 185. Tudo vence em até doze meses.

13,7p.5; nota 14, p.36
Imposto de renda e contribuição social a pagar

Imposto sobre o lucro de 2025, a pagar em 2026; o de 2024 (12.829) foi pago em 2025 (DFC, p.9). Tudo vence em até doze meses.

16,1p.5; nota 8, p.31
Adiantamento de direitos de transmissão

Aporte inicial da LIBRA pelos direitos de transmissão, recebido em 2024 e diferido de 2025 a 2029. O balanço classifica todo o saldo no longo prazo: nada vence em até doze meses e 44.942 depois.

44,9p.5; nota 17, p.37
Subtotal195,8
Impostos parcelados e acordos

Impostos atrasados renegociados em parcelas, como o Profut, e dívidas antigas que o clube acertou em acordo, como processos trabalhistas e recuperação judicial, pagas ao longo de vários anos.

Parcelamentos de impostos e acordos

Não há parcelamentos de impostos nem acordos a pagar. A linha de acordos trabalhistas e cíveis do balanço (913) é a provisão para contingências, com adições, pagamentos e reversões, e fica fora.

0,0p.5; nota 15, p.36
Subtotal0,0
Dívida bruta198,6
(−) Disponibilidades

Caixa e aplicações financeiras de resgate rápido, deduzidos da dívida bruta para chegar à dívida líquida.

Caixa (65) + bancos conta movimento (184) + aplicações financeiras (13.873).

(14,1)nota 5, p.29
Dívida líquida184,5

Fora da dívida bruta: Provisão para contingências trabalhistas e cíveis, que o balanço chama de acordos, R$ 0,9 mi (p.5; nota 15, p.36); Empréstimo da Red Bull GmbH, única quotista, sem juros e sem vencimento definido, fora por exceção, R$ 572,9 mi (p.5; nota 16, p.37).

Com o empréstimo da Red Bull GmbH, única quotista, a dívida líquida seria de R$ 757,3 mi em 2025 e R$ 746,9 mi em 2024 (nota 16, p.37).

Não descontado da dívida, por ser valor a receber: contas a receber de 306.367, todas no circulante, das quais 57.835 são vendas e negociações de atletas e 243.559 patrocínios a receber (nota 6, p.29).

4.Quanto vai para quem trabalha no futebol?

R$ milhões2025Variação
sobre 2024
Gasto com pessoal

O que o clube gastou no ano com quem trabalha no futebol, atletas, comissão técnica, base e feminino: salários, encargos, benefícios, direito de imagem, direito de arena, luvas e premiações. Não entra a amortização dos contratos. Administrativo, clube social e outros esportes ficam fora quando a demonstração os separa; quando não separa, o número é do pessoal do clube inteiro e leva um asterisco, explicado na observação. Onde a demonstração separa os segmentos do futebol, a explicação mostra quanto é de cada um.

2025, em R$ milhões:

  • Pessoal do departamento profissional: 179,4 (nota 20, p.39)
    Salários e ordenados78,0
    Direitos de imagem65,9
    Salários da comissão técnica14,3
    Encargos trabalhistas e previdenciários11,1
    Outros gastos com pessoal10,1
  • Pessoal das categorias de base: 30,0 (nota 20, p.39)

    Passou de R$ 17,5 mi em 2024 para R$ 30,0 mi, mais 71,0%. A DF não detalha a variação; a natureza que mais sobe é a de outros gastos com pessoal da base (nota 20, p.39–40).

    Outros gastos com pessoal10,4
    Salários e ordenados9,4
    Salários da comissão técnica7,7
    Encargos trabalhistas e previdenciários2,1
    Direitos de imagem0,4
  • Pessoal do futebol feminino: 8,3 (nota 20, p.39)
    Salários e ordenados3,3
    Outros gastos com pessoal1,6
    Direitos de imagem1,5
    Salários da comissão técnica1,3
    Encargos trabalhistas e previdenciários0,6

Obs: Fora deste número, o pessoal administrativo (25.230), que a DF separa (nota 20, p.39). A DF não tem linha de direito de arena, de luvas nem de premiações.

217,7+3,7%
Gasto com pessoal sobre receita recorrente

Quanto da receita recorrente vai para pagar o pessoal do futebol: gasto com pessoal dividido pela receita recorrente. Não se compara ao limite do SSF, que tem definições próprias e vale a partir de 2026.

2025, em R$ milhões:

Gasto com pessoal217,7nota 20, p.39
Receita recorrente÷543,0nota 19, p.38
Gasto com pessoal sobre receita recorrente=40,1%
40,1%(6,0 p.p.)
Referência do SSF

O limite que o regulador fixa para o custo com elenco em relação às Receitas Relevantes. Vale a partir do exercício de 2026 e não se aplica aos anos anteriores.

Vale a partir do exercício de 2026

5.O que o auditor disse?

O que é o parecer do auditor

A opinião de uma empresa de auditoria independente sobre se as demonstrações financeiras representam adequadamente a situação do clube, segundo as normas contábeis.

Opinião: Sem ressalva

O auditor concluiu que as demonstrações representam adequadamente a situação da entidade, em todos os aspectos relevantes.

No parecer de 2025: Sem ressalva, sem parágrafo de ênfase e sem outros assuntos. O parágrafo da opinião chama a entidade de Red Bull Bragantino Ltda., e a base para opinião cita a seção de responsabilidades pela auditoria das demonstrações financeiras, que no relatório se chama demonstrações contábeis. Relatório nº 3333/26, São Paulo, 30/04/2026.

Parágrafos de ênfase: nenhum

Trecho em que o auditor chama a atenção para um assunto já divulgado nas demonstrações, sem modificar a opinião. Ênfase não é ressalva.

Fontes

Todo número desta página vem exclusivamente das demonstrações financeiras publicadas pelo próprio clube no portal de transparência dele: https://policies.redbullbragantino.com/r/8fa0bea0-cfa5-443c-9e5f-63fe3b87ea16/balance/pt_BR. As demonstrações são as de Red Bull Bragantino Futebol Ltda.

Documento de 2025

  • Red Bull Bragantino – Relatório do auditor independente e demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2025 · Página do portal
    Detalhes do arquivo

    Red Bull Bragantino Futebol Ltda. Publicado em 04/05/2026. Relatório BDO nº 3333/26: capa (p.1), sumário (p.2), relatório do auditor independente (p.3–4), balanço (p.5), DRE (p.6), resultado abrangente (p.7), DMPL (p.8), DFC (p.9), página só com fotos (p.10) e notas explicativas (p.11–43), num arquivo de 43 páginas e 4.730.636 bytes, SHA-256 772e9508…c9d7. Sem relatório da administração e sem conselho fiscal. Páginas: As evidências citam a página do arquivo, que é o número impresso na folha.

Norma contábil: Práticas contábeis adotadas no Brasil, com a ITG 2003 (R2) – Entidades desportivas (nota 2.1), aplicada desde 01/01/2024 sem reapresentar os comparativos (nota 3.18). Escala do documento: milhares de reais.

O meutime.net não avalia a gestão de nenhum clube. Reúne o que o próprio clube publicou, organizado pela mesma regra para todos, para que o torcedor leia os números com clareza e transparência.