
Palmeiras
Sociedade Esportiva Palmeiras · Associação · DF de 2024 publicada em abril de 2025; o dia exato não consta no portal, só a pasta do mês no servidor do clube · auditoria: BDO RCS Auditores Independentes SS Ltda.
1.Quanto o clube arrecadou?
| R$ milhões | 2024 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Receita totalTudo o que o clube arrecadou com a operação no ano: as receitas do dia a dia mais a negociação de atletas. Não entram receitas financeiras, ganhos em ações judiciais, perdão de dívida, reavaliação de ativos e contratos de longo prazo reconhecidos de uma só vez. 2024, em R$ milhões:
Obs: A DRE apresenta as receitas já sem os descontos; o número usa a receita bruta de cada nota. Os descontos (INSS e ISS retidos, cancelamentos de sócios, ingressos do Avanti na bilheteria e renda dividida com o visitante) aparecem como impostos e deduções no EBITDA recorrente, e o direito de arena, no gasto com pessoal (notas 2.1.16 a 2.1.23, p.25–28). | 1.243,4 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Receita recorrenteO que o clube arrecada todo ano com a operação, sem contar a venda de atletas: transmissão, premiações, bilheteria, sócio-torcedor, patrocínio e publicidade. Recorrente não é fixa, pois oscila com o desempenho em campo. 2024, em R$ milhões e em porcentagem da receita recorrente:
Fonte: nota 2.1.21, p.28; nota 2.1.17, p.26; nota 2.1.16, p.25; nota 2.1.18, p.26; nota 2.1.20, p.27; nota 2.1.22, p.28; DRE, p.14; nota 2.1.23, p.28; nota 2.1.24, p.28 do documento. Obs: Inclui o repasse anual de parte das receitas do Allianz Parque, que a Real Arenas explora. | 727,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Receita com negociação de atletasO que entrou com venda e empréstimo de atletas, incluindo o mecanismo de solidariedade. Varia muito de um ano para o outro. A memória de cálculo mostra o que foi descontado da venda. 2024, em R$ milhões:
Atletas negociados (notas 2.1.19 e 2.1.27, p.27–29)
Obs: A DRE mostra a negociação pelo ganho, 440.349, depois da baixa contábil dos atletas vendidos (63.996). Parte da venda do Estêvão ao Chelsea, a meta de 1.200 minutos em jogos oficiais prevista no contrato, entrou na receita de 2024, antes da transferência, feita em julho de 2025 (nota 2.1.19, p.27; relatório da administração, p.8). | 516,2 |
2.Sobrou alguma coisa da operação?
| R$ milhões | 2024 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Custos e despesas da operaçãoO gasto do ano para manter o clube funcionando: pessoal, jogos, viagens e despesas administrativas e comerciais. Não entram depreciação, amortização, baixa de atletas e provisões para contingências, nem juros. 2024, em R$ milhões:
| 728,5 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
EBITDAO resultado da operação no ano, antes de juros, impostos sobre o resultado, depreciação, amortização, baixa de atletas e provisões para contingências. Não entram receitas financeiras nem o que aconteceu fora da operação. 2024, em R$ milhões:
* Obs: A nota de despesas lança 8.049 de contingências líquidas, a movimentação da provisão 8.414 e o fluxo de caixa 5.501; a DF não explica a diferença, e vale a nota (notas 2.1.15 e 2.1.26, p.25 e p.29; DFC, p.15). A linha de acordos e despesas legais e judiciais fica fora porque em 2024 traz o ISS sobre bilheteria de 2010 a 2018, parcelado no ano, junto com as despesas legais do ano, que a DF não separa (nota 2.1.1.2, p.16; relatório da administração, p.11–12). | 450,5* | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
EBITDA recorrenteO EBITDA sem a receita com negociação de atletas. Mostra o que a operação do dia a dia gera, ou consome, sem vender jogador. 2024, em R$ milhões:
| (65,7) | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
EBITO resultado da operação no ano, antes de juros e impostos sobre o resultado. Ao contrário do EBITDA, desconta o custo dos atletas contratados, dividido pelos anos de contrato, o desgaste de estádio, CT e equipamentos, e as provisões para processos. Não entram receitas financeiras nem o que aconteceu fora da operação. 2024, em R$ milhões:
Obs: A linha de acordos e despesas legais e judiciais entra inteira: em 2024 traz o ISS sobre bilheteria de 2010 a 2018, parcelado no ano, junto com as despesas legais do ano, e a DF não separa (nota 2.1.1.2, p.16). | 157,2 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Resultado do exercícioO que sobrou, ou faltou, no fim do ano, depois de todas as receitas e despesas, inclusive juros e o que aconteceu fora da operação. Nas associações chama-se superávit ou déficit; nas SAFs, lucro ou prejuízo. 2024, em R$ milhões:
O superávit inclui efeitos da reversão da perda com a Real Arenas que não passaram pelo caixa. Sem eles, o resultado seria um superávit de 129,6.
Obs: As receitas operacionais da DRE vêm sem os descontos, com a negociação de atletas pelo ganho e com o contrato de superfície do Allianz Parque (81.900), do qual ficam fora da receita total e do EBITDA a obra do estádio dividida em 30 anos (19.387) e 26.852 que a DF não descreve (nota 2.1.24, p.28). As despesas gerais trazem o ISS sobre bilheteria de 2010 a 2018, parcelado em 2024 (nota 2.1.1.2, p.16; nota 2.1.26, p.29). | 198,2 |
3.Quanto o clube deve, e quanto tem em caixa?
| R$ milhões | 2024 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Dívida líquidaTudo o que o clube deve, menos o dinheiro em caixa: bancos, outros clubes e agentes, fornecedores, fisco, elenco e impostos parcelados, e o dinheiro já recebido por jogos, marca ou atletas que o clube ainda vai entregar. Não desconta o que o clube tem a receber por venda de atletas. O perfil da dívida, logo abaixo, abre cada parcela. 2024, em R$ milhões:
Obs: A antecipação do contrato de superfície do Allianz Parque (386.112) fica fora: é a contrapartida do estádio que a Real Arenas construiu e o clube registrou no ativo, e não dinheiro recebido. Da venda do Estêvão ao Chelsea, entra a parte já recebida, estimada pela antecipação menos o que o Chelsea ainda devia (nota 2.1.13, p.24; nota 2.1.5.2, p.20). | 932,0 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Caixa e equivalentesDinheiro disponível de imediato: saldo em conta e aplicações de resgate rápido. Não entram caixa restrito, vinculado a projetos, nem títulos de prazo mais longo. 2024, em R$ milhões:
Obs: O caixa subiu 24.235 em 2024: a operação gerou 383.120, os investimentos consumiram 295.837, quase tudo na compra de atletas e em luvas (212.280), e o clube pagou 63.048 a mais de empréstimos e de dívidas com partes relacionadas do que captou (DFC, p.15). | 38,4 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Capital de giro líquidoO que o clube tem para receber ou transformar em dinheiro nos próximos doze meses, menos o que precisa pagar no mesmo prazo. Positivo, há mais a receber do que a pagar no ano; negativo, o clube começa o ano com mais contas a pagar do que recursos de curto prazo. 2024, em R$ milhões:
Obs: Das despesas antecipadas, 252.012 são o custo de compra de Paulo Henrique Sampaio e Facundo Torres, levado ao intangível no registro na CBF, em 2025; dos créditos a receber, 258.244 são de vendas de atletas (notas 2.1.5 e 2.1.6, p.20–21). | (151,7) | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Patrimônio líquidoA diferença entre tudo o que o clube tem e tudo o que deve, direto do balanço. Quando é negativo, as obrigações superam os bens e direitos registrados. Pode variar por ajustes que não passam pelo resultado, como mudança de norma contábil. 2024, em R$ milhões:
Obs: O patrimônio cresceu 147.405 em 2024: o superávit do ano, 198.183, menos 50.778 do custo de formação de atletas baixado direto no patrimônio, na adoção da norma contábil nova para clubes (ITG 2003 R2) (DMPL, p.15). | 276,6 |
Perfil da dívida em 2024
De que a dívida é feita, parcela a parcela: quanto é com bancos, quanto é com outros clubes, agentes e fornecedores, quanto é imposto parcelado, e o caixa descontado para chegar à dívida líquida.
Dívida bruta de R$ 970,4.
Dívidas onerosas: 39,8 (4,1%)
Empréstimos bancários e antecipação de recebíveis 39,8 4,1% Dívidas operacionais: 837,0 (86,3%)
Contas a pagar por compras de atletas e outras 554,7 57,2% Luvas e direitos de imagem a pagar 77,2 8,0% Salários e encargos 34,4 3,5% Impostos correntes 19,5 2,0% Fornecedores 1,3 0,1% Adiantamentos recebidos 149,9 15,5% Impostos parcelados e acordos: 93,6 (9,6%)
Parcelamentos de impostos: ISS e IPTU, Timemania, Refis da Copa e Banco Central 93,6 9,6%
Valores em R$ milhões.
Quanto vence em até doze meses, em R$ milhões:
| Composição | Saldo em 31/12/2024, R$ mi | Evidência |
|---|---|---|
Dívidas onerosasO que o clube deve a bancos e a outros credores financeiros: empréstimos, financiamentos, debêntures e adiantamentos de recebíveis. Geram juros contratados. | ||
Empréstimos bancários e antecipação de recebíveisAntecipação de recebíveis no Banco Tricury, 38.126, sobre venda de atleta e direitos de transmissão, e empréstimo no BTG Pactual, 1.633, com recebíveis de cartão em garantia, ambos a CDI + 0,40% ao mês. Tudo vence em até doze meses. | 39,8 | p.23 |
| Subtotal | 39,8 | |
Dívidas operacionaisO que o clube deve por operar: parcelas de compra de atletas a outros clubes e agentes, fornecedores, salários e encargos, impostos correntes, direitos de imagem e o dinheiro já recebido por jogos, marca ou atletas que o clube ainda vai entregar: TV, patrocínio, sócio-torcedor, camarotes e atletas vendidos que ainda não se transferiram. | ||
Contas a pagar por compras de atletas e outrasTítulos a pagar a clubes e representantes 550.525: entidades nacionais 485.456 (a tabela por natureza imprime 486.075: direitos econômicos 267.654, comissões 129.806, mecanismo de solidariedade 14.720, direitos federativos 6.479 e outros 67.416) e entidades estrangeiras 65.069 (a lista por atleta soma 64.450; maiores saldos: Agustín Giay, 27.147 ao San Lorenzo, e Aníbal Moreno, 6.114 ao Racing); mais obrigações com terceiros de 4.180 (975 do acordo com a FAAP sobre direito de arena e 3.205 operacionais). 336.956 vencem em até doze meses e 217.749 depois; a DF separa o prazo só do conjunto. | 554,7 | p.23–24 |
Luvas e direitos de imagem a pagarLuvas contratadas e direitos de imagem já devidos aos atletas. 37.968 vencem em até doze meses e 39.270 depois. No ano entraram 32.011 de novos contratos, 87.293 de direito de imagem e 25.952 de luvas a realizar, e foram pagos 105.742. | 77,2 | p.23 |
Salários e encargosObrigações trabalhistas e encargos sociais, 34.349 no balanço, tudo em até doze meses. A DF não abre a linha. | 34,4 | p.14 |
Impostos correntesObrigações tributárias de 19.496 no balanço, tudo em até doze meses. A DF não abre a linha. | 19,5 | p.14 |
FornecedoresSaldo de 1.325 no balanço, tudo em até doze meses. A DF não abre fornecedores. | 1,3 | p.14 |
Adiantamentos recebidosDinheiro recebido antes da entrega: 56.177 de direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro de 2025 a 2029, 24.063 de publicidade e patrocínio (naming rights do conjunto aquático e Lei de Incentivo ao Esporte) e cerca de 69.657 da venda do Estêvão ao Chelsea, transferido em julho de 2025. A parte da venda é estimativa: a DF não diz quanto foi pago, e o valor é a antecipação de transações com atletas (166.202, substancialmente o Estêvão) menos o que o Chelsea ainda devia pelo atleta (96.545), valor que pode incluir a meta de 25.603 já reconhecida como receita em 2024. Das antecipações de contratos (632.876), ficam fora o estádio (386.112), pago com a obra do Allianz Parque e não em dinheiro, o restante da venda (96.545) e outros (322), sem natureza informada. A DF separa por prazo só o conjunto das antecipações, 266.150 em até doze meses e 366.726 depois, não estas parcelas. | 149,9 | p.24–25; nota 2.1.5.2, p.20 |
| Subtotal | 837,0 | |
Impostos parcelados e acordosImpostos atrasados renegociados em parcelas, como o Profut, e dívidas antigas que o clube acertou em acordo, como processos trabalhistas e recuperação judicial, pagas ao longo de vários anos. | ||
Parcelamentos de impostos: ISS e IPTU, Timemania, Refis da Copa e Banco CentralPPI de ISS e IPTU 72.025, Timemania 10.087, Lei 12.996/14 (Refis da Copa) 11.235 e Banco Central 250. 14.841 vencem em até doze meses e 78.756 depois. O PPI é o parcelamento do ISS sobre bilheteria, cerca de R$ 71 milhões, aderido em 2024 com desconto de 95% em juros e multa e até 120 parcelas (relatório da administração, p.16). Sem parcela vencida em 31/12/2024. | 93,6 | p.24 |
| Subtotal | 93,6 | |
| Dívida bruta | 970,4 | |
(−) DisponibilidadesCaixa e aplicações financeiras de resgate rápido, deduzidos da dívida bruta para chegar à dívida líquida. Caixa e equivalentes. | (38,4) | p.19 |
| Dívida líquida | 932,0 | |
Fora da dívida bruta: Antecipação do contrato de superfície do Allianz Parque, R$ 386,1 mi (p.24); Parte da antecipação da venda do Estêvão ainda a receber do Chelsea pelo mesmo atleta; a venda foi reconhecida como receita em julho de 2025, R$ 96,5 mi (p.20; p.24–25); Outras antecipações de contratos, sem natureza informada na DF, R$ 0,3 mi (p.24); Provisão para contingências, R$ 31,6 mi (p.25).
Não descontado da dívida, por ser valor a receber: créditos a receber de 320.888, 273.866 no circulante e 47.022 no não circulante; deles, 258.244 vêm de negociação de atletas (entidades nacionais 54.926 e estrangeiras 203.318), sem separação por prazo na DF (nota 2.1.5, p.20).
4.Quanto vai para quem trabalha no futebol?
| R$ milhões | 2024 | ||||||||||||||||||||||||||||||||
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Gasto com pessoalO que o clube gastou no ano com quem trabalha no futebol, atletas, comissão técnica, base e feminino: salários, encargos, benefícios, direito de imagem, direito de arena, luvas e premiações. Não entra a amortização dos contratos. Administrativo, clube social e outros esportes ficam fora quando a demonstração os separa; quando não separa, o número é do pessoal do clube inteiro e leva um asterisco, explicado na observação. Onde a demonstração separa os segmentos do futebol, a explicação mostra quanto é de cada um. 2024, em R$ milhões:
* Obs: O pessoal administrativo está dentro, porque a DF não o separa do futebol; o do clube social e esportes amadores (29.396), que a DF separa, fica fora (nota 2.1.25, p.29). | 465,0* | ||||||||||||||||||||||||||||||||
Gasto com pessoal sobre receita recorrenteQuanto da receita recorrente vai para pagar o pessoal do futebol: gasto com pessoal dividido pela receita recorrente. Não se compara ao limite do SSF, que tem definições próprias e vale a partir de 2026. 2024, em R$ milhões:
* Obs: O gasto com pessoal inclui o administrativo, que a DF não separa do futebol. | 63,9%* | ||||||||||||||||||||||||||||||||
Referência do SSFO limite que o regulador fixa para o custo com elenco em relação às Receitas Relevantes. Vale a partir do exercício de 2026 e não se aplica aos anos anteriores. | Vale a partir do exercício de 2026 |
5.O que o auditor disse?
O que é o parecer do auditor
A opinião de uma empresa de auditoria independente sobre se as demonstrações financeiras representam adequadamente a situação do clube, segundo as normas contábeis.
Opinião: Sem ressalva
O auditor concluiu que as demonstrações representam adequadamente a situação da entidade, em todos os aspectos relevantes.
No parecer de 2024: Sem ressalva, com um parágrafo de ênfase.
Parágrafos de ênfase: 1
Trecho em que o auditor chama a atenção para um assunto já divulgado nas demonstrações, sem modificar a opinião. Ênfase não é ressalva.
- Arbitragem e execução extrajudicial contra a Real Arenas, encerradas por acordo em 2024.
Fontes
Todo número desta página vem exclusivamente das demonstrações financeiras publicadas pelo próprio clube no portal de transparência dele: https://www.palmeiras.com.br/balancetes-e-demonstrativos-financeiros/.
Documento de 2024
- Demonstrações Financeiras 2024 · Página do portal
Detalhes do arquivo
Sociedade Esportiva Palmeiras. abril de 2025; o dia exato não consta no portal, só a pasta do mês no servidor do clube. Balanço, DRE, mutações do patrimônio, fluxo de caixa, notas explicativas, relatório da administração e parecer do auditor. Arquivo REPRINT_PALMEIRAS_2025_site.pdf. Páginas: Página interna N = página N−1 do PDF. Toda evidência cita a página do PDF.
Norma contábil: ITG 2003 (R2), aplicada pela primeira vez neste exercício, e ITG 2002 (R1). Escala do documento: milhares de reais.
O meutime.net não avalia a gestão de nenhum clube. Reúne o que o próprio clube publicou, organizado pela mesma regra para todos, para que o torcedor leia os números com clareza e transparência.
