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Novorizontino

Grêmio Novorizontino · SAF · DF de 2025 publicada em 30/04/2026 · auditoria: Unity Auditores Independentes

1.Quanto o clube arrecadou?

R$ milhões2025Variação
sobre 2024
Receita total

Tudo o que o clube arrecadou com a operação no ano: as receitas do dia a dia mais a negociação de atletas. Não entram receitas financeiras, ganhos em ações judiciais, perdão de dívida, reavaliação de ativos e contratos de longo prazo reconhecidos de uma só vez.

2025, em R$ milhões:

  • Receita recorrente: 52,1 (DRE, p.7)
  • Receita com negociação de atletas: 17,5 (DRE, p.7)

Obs: Os convênios de projetos incentivados (973) entram na receita bruta e têm despesa de projetos de valor quase igual no mesmo ano (973), deixando 16 de resultado no segmento. Em 2024 os projetos não passaram pela demonstração do resultado: entravam e saíam só pelo balanço.

69,6+73,2%
Receita recorrente

O que o clube arrecada todo ano com a operação, sem contar a venda de atletas: transmissão, premiações, bilheteria, sócio-torcedor, patrocínio e publicidade. Recorrente não é fixa, pois oscila com o desempenho em campo.

2025, em R$ milhões e em porcentagem da receita recorrente:

  • Direitos de transmissão de TV: 37,0 (71,0%)

    Passou de R$ 9,9 mi em 2024 para R$ 37,0 mi, mais 272,8%. A DF não explica o aumento: não há nota de receita (DRE, p.7).

  • Patrocínio: 5,9 (11,3%)

    Passou de R$ 3,6 mi em 2024 para R$ 5,9 mi, mais 63,1%. A DF não explica o aumento: não há nota de receita (DRE, p.7).

  • Arrecadação de jogos: 3,4 (6,6%)
  • Timemania: 2,6 (5,0%)
  • Publicidade: 1,1 (2,2%)
  • Premiações: 1,0 (1,9%)
  • Convênios de projetos e outras receitas: 1,1 (2,0%)
    Convênios de projetos incentivados1,01,8%
    Outras receitas0,10,2%

Fonte: DRE, p.7 do documento.

Obs: A DF não tem nota de receita: a abertura acima é a própria demonstração do resultado. A DF também não explica a Timemania (2.588), que aparece pela primeira vez em 2025, nem o fomento do futebol (1.672), que existiu só em 2024.

52,1+101,0%
Receita com negociação de atletas

O que entrou com venda e empréstimo de atletas, incluindo o mecanismo de solidariedade. Varia muito de um ano para o outro. A memória de cálculo mostra o que foi descontado da venda.

2025, em R$ milhões:

Negociação de atletas17,1DRE, p.7
Mecanismo de solidariedade+0,4DRE, p.7
Receita com negociação de atletas=17,5

A relação de atletas não foi divulgada.

Obs: Dos 17.104 de venda de atletas, 12.214 seguiam a receber em 31/12 (nota 7, p.20). O intangível de atletas contratados zerou no ano só por amortização, e a linha de baixa dos atletas é zero: nada de valor contábil foi abatido da receita.

17,5+22,5%

2.Sobrou alguma coisa da operação?

R$ milhões2025Variação
sobre 2024
Custos e despesas da operação

O gasto do ano para manter o clube funcionando: pessoal, jogos, viagens e despesas administrativas e comerciais. Não entram depreciação, amortização, baixa de atletas e provisões para contingências, nem juros.

2025, em R$ milhões:

  • Gasto com pessoal: 47,2 (nota 22, p.25)
  • Demais custos e despesas: 41,4 (nota 22, p.25; DRE, p.8; nota 10, p.21)
    Assessoria esportiva8,3
    Gastos com atletas não profissionais, a base7,3
    Com jogos5,1
    Aluguel do estádio e do centro de treinamento4,0
    Administrativas e gerais3,9
    Gastos com negociação de atletas3,5
    Pessoal administrativo2,0
    Manutenção e conservação1,7
    Lanches e refeições1,6
    Serviços de terceiros1,5
    Demais gastos do futebol e da administração2,7
    Depreciação que a demonstração do resultado não separa(0,2)

Obs: A depreciação do imobilizado (163) não aparece em linha própria da demonstração do resultado nem da nota de custos; ela sai da nota do imobilizado e do fluxo de caixa, e por isso entra aqui como parcela negativa.

88,6+48,3%
EBITDA

O resultado da operação no ano, antes de juros, impostos sobre o resultado, depreciação, amortização, baixa de atletas e provisões para contingências. Não entram receitas financeiras nem o que aconteceu fora da operação.

2025, em R$ milhões:

Prejuízo antes do resultado financeiro(21,9)DRE, p.8
Depreciação do imobilizado+0,2nota 10, p.21; DFC, p.11
Amortização dos atletas formados+0,3nota 22, p.25
Perda na baixa do imobilizado+0,4nota 10, p.21; DFC, p.11
Perda na baixa da marca+0,0nota 11, p.21; DFC, p.11
EBITDA=(21,0)

Obs: As perdas na baixa do imobilizado (428) e da marca (1) saem do EBITDA. A DF não diz em que linha as lançou; o fluxo de caixa as separa, e a única linha compatível é Outras despesas das despesas operacionais (429). A nota 20 declara que não foi constituída provisão para contingências.

(21,0)(0,2) em R$ mi
EBITDA recorrente

O EBITDA sem a receita com negociação de atletas. Mostra o que a operação do dia a dia gera, ou consome, sem vender jogador.

2025, em R$ milhões:

EBITDA(21,0)DRE, p.8; notas 10, 11 e 22
Receita com negociação de atletas−17,5DRE, p.7
EBITDA recorrente=(38,5)
(38,5)(3,4) em R$ mi
EBIT

O resultado da operação no ano, antes de juros e impostos sobre o resultado. Ao contrário do EBITDA, desconta o custo dos atletas contratados, dividido pelos anos de contrato, o desgaste de estádio, CT e equipamentos, e as provisões para processos. Não entram receitas financeiras nem o que aconteceu fora da operação.

2025, em R$ milhões:

EBITDA(21,0)
Depreciação do imobilizado−0,2nota 10, p.21; DFC, p.11
Amortização dos atletas formados−0,3nota 22, p.25
EBIT=(21,5)
(21,5)0,0 em R$ mi
Resultado do exercício

O que sobrou, ou faltou, no fim do ano, depois de todas as receitas e despesas, inclusive juros e o que aconteceu fora da operação. Nas associações chama-se superávit ou déficit; nas SAFs, lucro ou prejuízo.

2025, em R$ milhões:

Receita bruta69,5DRE, p.7
Impostos incidentes sobre a receita−2,0DRE, p.7
Custos operacionais
Direito de imagem(23,3)
Com pessoal(18,0)
Assessoria esportiva(8,3)
Premiações(5,9)
Com jogos(4,6)
Aluguel de imóveis(4,0)
Gastos com negociação de atletas(3,5)
Manutenção e conservação(1,7)
Lanches e refeições(1,6)
Amortização dos atletas formados(0,3)
Demais custos do futebol(2,6)
−73,8nota 22, p.25
Despesas operacionais
Gastos com atletas não profissionais(7,3)
Administrativas e gerais(3,9)
Com pessoal, do administrativo(2,0)
Serviços de terceiros(1,5)
Com jogos(0,5)
Perdas na baixa de bens e da marca(0,4)
Tributária(0,1)
−15,7DRE, p.8
Resultado financeiro
Receitas financeiras0,3
Despesas financeiras(3,6)
−3,3nota 23, p.26
Resultado do exercício=(25,3)

Obs: A despesa de variação cambial passou de 90 para 1.672. A DF não informa a exposição em moeda estrangeira, e a nota 4 registra que a Companhia não realizou operações com derivativos (nota 23, p.26; nota 4, p.19).

(25,3)(2,6) em R$ mi

3.Quanto o clube deve, e quanto tem em caixa?

R$ milhões2025Variação
sobre 2024
Dívida líquida

Tudo o que o clube deve, menos o dinheiro em caixa: bancos, outros clubes e agentes, fornecedores, fisco, elenco e impostos parcelados, e o dinheiro já recebido por jogos, marca ou atletas que o clube ainda vai entregar. Não desconta o que o clube tem a receber por venda de atletas. O perfil da dívida, logo abaixo, abre cada parcela.

2025, em R$ milhões:

Dívidas onerosas: mútuo com os acionistas e empréstimos bancários145,2p.6; notas 12 e 18, p.22–24
Dívidas operacionais: aluguéis, folha, tributos retidos, férias, fornecedores e outros+16,6p.6; notas 13, 14, 15 e 19, p.23–24
Impostos parcelados e acordos: acordos trabalhista e cível+0,4nota 16, p.23
Disponibilidades−1,5nota 6, p.19
Dívida líquida=160,7

Obs: Quase toda a dívida é o mútuo com os acionistas (145.193), que a DF classifica no não circulante. Os projetos incentivados (4.391) ficam fora, e o caixa vinculado a eles (3.449) também fica fora das disponibilidades.

160,7+29,5%
Caixa e equivalentes

Dinheiro disponível de imediato: saldo em conta e aplicações de resgate rápido. Não entram caixa restrito, vinculado a projetos, nem títulos de prazo mais longo.

2025, em R$ milhões:

  • Caixa e bancos: 0,4 (nota 6, p.19)
  • Aplicações financeiras: 1,1 (nota 6, p.19)

Obs: O caixa caiu 650 em 2025. A operação consumiu 34.047, não houve investimento no ano e a captação com os acionistas trouxe 33.390 (fluxo de caixa, p.11).

1,5(30,5%)
Capital de giro líquido

O que o clube tem para receber ou transformar em dinheiro nos próximos doze meses, menos o que precisa pagar no mesmo prazo. Positivo, há mais a receber do que a pagar no ano; negativo, o clube começa o ano com mais contas a pagar do que recursos de curto prazo.

2025, em R$ milhões:

Ativo circulante: o que vira dinheiro em até doze meses
Contas a receber por negociação de atletas12,2
Caixa e equivalentes de caixa1,5
Impostos a recuperar0,1
Adiantamentos diversos0,0
13,8p.6
Passivo circulante: o que vence em até doze meses
Obrigações trabalhistas(2,8)
Provisões trabalhistas, de férias e encargos(1,4)
Obrigações tributárias(0,2)
Fornecedores(0,1)
Acordos a pagar0,0
Empréstimos bancários0,0
Outros passivos0,0
−4,5p.6
Capital de giro líquido=9,3

Obs: O ativo circulante é quase todo o que o clube tem a receber por venda de atletas (12.214), que a DF não abre em prazos nem nomeia o devedor (nota 7, p.20).

9,3inversão de sinal
Patrimônio líquido

A diferença entre tudo o que o clube tem e tudo o que deve, direto do balanço. Quando é negativo, as obrigações superam os bens e direitos registrados. Pode variar por ajustes que não passam pelo resultado, como mudança de norma contábil.

2025, em R$ milhões:

Capital social1,0p.6; nota 21, p.24
Prejuízos acumulados−148,6p.6; DMPL, p.10
Patrimônio líquido=(147,6)

Obs: O passivo a descoberto aumentou 25.254 em 2025, pelo prejuízo do ano; a única outra movimentação foi a integralização de capital de R$ 2 (mutações do patrimônio líquido, p.10).

(147,6)(25,3) em R$ mi
Perfil da dívida em 2025

De que a dívida é feita, parcela a parcela: quanto é com bancos, quanto é com outros clubes, agentes e fornecedores, quanto é imposto parcelado, e o caixa descontado para chegar à dívida líquida.

Dívida bruta de R$ 162,2.

  • Dívidas onerosas: 145,2 (89,5%)
    Mútuo com os acionistas145,289,5%
    Empréstimos bancários0,00,0%
  • Dívidas operacionais: 16,7 (10,3%)
    Aluguel do estádio e do centro de treinamento12,27,5%
    Salários, rescisões e tributos sobre a folha2,81,7%
    Provisão de férias e encargos1,40,9%
    Tributos retidos a recolher0,20,2%
    Fornecedores0,10,0%
    Outros passivos0,00,0%
  • Impostos parcelados e acordos: 0,3 (0,2%)
    Acordos trabalhista e cível0,30,2%

Valores em R$ milhões.

Quanto vence em até doze meses, em R$ milhões:

  • Dívidas onerosas0,0 até 12 meses · 145,2 depois
  • Dívidas operacionais4,5 até 12 meses · 12,2 depois
  • Impostos parcelados e acordos0,0 até 12 meses · 0,3 depois
  • Dívida bruta4,5 até 12 meses · 157,7 depois

Vence em até 12 meses Vence depois de 12 meses

ComposiçãoSaldo em 31/12/2025, R$ miEvidência
Dívidas onerosas

O que o clube deve a bancos e a outros credores financeiros: empréstimos, financiamentos, debêntures e adiantamentos de recebíveis. Geram juros contratados.

Mútuo com os acionistas

Contrato de mútuo que supre a necessidade de caixa da Companhia, com atualização monetária de 100% do CDI. No ano o saldo passou de 111.803 para 145.193, exatamente o valor captado com partes relacionadas no fluxo de caixa (33.390). A nota não nomeia a contraparte, não dá vencimento e não traz quadro de movimentação; na DF de 2024 a contraparte era a I-9 Sports Ltda, gestora do clube. Todo o saldo está no não circulante.

145,2p.6; nota 18, p.24
Empréstimos bancários

Contratos com instituições financeiras para cobertura de capital de giro, como a nota os descreve; ela não nomeia o credor nem dá taxa ou vencimento. Tudo vence em até doze meses.

0,0p.6; nota 12, p.22
Subtotal145,2
Dívidas operacionais

O que o clube deve por operar: parcelas de compra de atletas a outros clubes e agentes, fornecedores, salários e encargos, impostos correntes, direitos de imagem e o dinheiro já recebido por jogos, marca ou atletas que o clube ainda vai entregar: TV, patrocínio, sócio-torcedor, camarotes e atletas vendidos que ainda não se transferiram.

Aluguel do estádio e do centro de treinamento

Aluguéis a pagar pelo uso do estádio Jorge Ismael de Biasi e do centro de treinamento, cujos direitos de uso são da I-9 Sports Ltda; o valor mensal é reajustado a cada doze meses pelo IPCA. O saldo vem crescendo: 8.239 em 2023, 10.130 em 2024 e 12.218 em 2025, com gasto de aluguel de 3.953 no ano. Todo o saldo está no não circulante, e não há ativo de direito de uso no balanço.

12,2p.6; nota 19, p.24
Salários, rescisões e tributos sobre a folha

IRRF a recolher 842, salários 719, rescisões 660, INSS 351, FGTS 130, pró-labore 22, férias 15 e outros 1. Tudo vence em até doze meses.

2,8p.6; nota 13, p.23
Provisão de férias e encargos

Provisão de férias e seus encargos, como a nota a descreve. Tudo vence em até doze meses.

1,4p.6; nota 15, p.23
Tributos retidos a recolher

PIS, COFINS e CSLL retidos 104, TEF 75, IRRF retido 44, ISS 6 e INSS 2. São retenções do mês; não há tributo próprio parcelado no passivo. Tudo vence em até doze meses.

0,2p.6; nota 14, p.23
Fornecedores

Sem nota explicativa. Tudo vence em até doze meses.

0,1p.6
Outros passivos

Sem nota explicativa; rubrica que a DF não abre e por isso entra na dívida. Tudo vence em até doze meses.

0,0p.6
Subtotal16,7
Impostos parcelados e acordos

Impostos atrasados renegociados em parcelas, como o Profut, e dívidas antigas que o clube acertou em acordo, como processos trabalhistas e recuperação judicial, pagas ao longo de vários anos.

Acordos trabalhista e cível

Acordo cível de 312 e acordo trabalhista de 36. 36 vencem em até doze meses e 312 depois. Em 2024 o saldo era de 1.616.

0,3p.6; nota 16, p.23
Subtotal0,3
Dívida bruta162,2
(−) Disponibilidades

Caixa e aplicações financeiras de resgate rápido, deduzidos da dívida bruta para chegar à dívida líquida.

Caixa e bancos (433) + aplicações financeiras (1.050); as aplicações dos projetos incentivados (3.449) ficam fora.

(1,5)nota 6, p.19; nota 8, p.20
Dívida líquida160,7

Fora da dívida bruta: Projetos incentivados: obrigações contratuais, R$ 4,4 mi (p.6; nota 17, p.24); Projetos incentivados: obrigações trabalhistas, R$ 0,0 mi (p.6).

Não descontado da dívida, por ser valor a receber: contas a receber de 12.214, que a nota descreve como valores a receber pela negociação de atletas, sem prazo nem devedor (nota 7, p.20).

4.Quanto vai para quem trabalha no futebol?

R$ milhões2025Variação
sobre 2024
Gasto com pessoal

O que o clube gastou no ano com quem trabalha no futebol, atletas, comissão técnica, base e feminino: salários, encargos, benefícios, direito de imagem, direito de arena, luvas e premiações. Não entra a amortização dos contratos. Administrativo, clube social e outros esportes ficam fora quando a demonstração os separa; quando não separa, o número é do pessoal do clube inteiro e leva um asterisco, explicado na observação. Onde a demonstração separa os segmentos do futebol, a explicação mostra quanto é de cada um.

2025, em R$ milhões:

  • Direito de imagem: 23,3 (nota 22, p.25)
  • Com pessoal: salários, encargos e benefícios do futebol: 18,0 (nota 22, p.25)

    Passou de R$ 12,0 mi em 2024 para R$ 18,0 mi, mais 49,9%. A DF não explica o aumento: a nota 22 traz só o total da linha (p.25).

  • Premiações: 5,9 (nota 22, p.25)

    Passou de R$ 0,8 mi em 2024 para R$ 5,9 mi, mais 618,9%. A DF não descreve a linha nem explica o aumento: a nota 22 traz só o total (p.25).

* Obs: Ficam fora o pessoal administrativo (1.975), que a DF separa em segmento próprio, e a assessoria esportiva (8.280), que a DF de 2024 classificava dentro dos gastos com negociação de atletas. Em 2025 a DF não abre a folha da base: o futebol amador aparece numa linha só, de gastos com atletas não profissionais (7.318); em 2024 a mesma DF separava 117 de pessoal do amador. Não há linha de direito de arena na DF.

47,2*+71,0%
Gasto com pessoal sobre receita recorrente

Quanto da receita recorrente vai para pagar o pessoal do futebol: gasto com pessoal dividido pela receita recorrente. Não se compara ao limite do SSF, que tem definições próprias e vale a partir de 2026.

2025, em R$ milhões:

Gasto com pessoal47,2nota 22, p.25
Receita recorrente÷52,1DRE, p.7
Gasto com pessoal sobre receita recorrente=90,6%

* Obs: O gasto com pessoal é o do futebol; em 2025 a DF não abre a folha da base, que aparece numa linha só de gastos com atletas não profissionais.

90,6%*(15,9 p.p.)
Referência do SSF

O limite que o regulador fixa para o custo com elenco em relação às Receitas Relevantes. Vale a partir do exercício de 2026 e não se aplica aos anos anteriores.

Vale a partir do exercício de 2026

5.O que o auditor disse?

O que é o parecer do auditor

A opinião de uma empresa de auditoria independente sobre se as demonstrações financeiras representam adequadamente a situação do clube, segundo as normas contábeis.

Opinião: Sem ressalva

O auditor concluiu que as demonstrações representam adequadamente a situação da entidade, em todos os aspectos relevantes.

No parecer de 2025: Opinião — “Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Grêmio Novorizontino em 31 de dezembro de 2025, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil” (p.3). Base para opinião — “Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalvas” (p.3). O relatório não tem seção de base para opinião com ressalva e não descreve ressalva nenhuma; a mesma redação aparece na DF de 2024.

Parágrafos de ênfase: 1

Trecho em que o auditor chama a atenção para um assunto já divulgado nas demonstrações, sem modificar a opinião. Ênfase não é ressalva.

  • Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional.

Fontes

Todo número desta página vem exclusivamente das demonstrações financeiras publicadas pelo próprio clube no portal de transparência dele: https://www.gremionovorizontino.com.br/o-clube/. As demonstrações são as de Grêmio Novorizontino S.A.F.

Documento de 2025

  • Grêmio Novorizontino – Demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2025 e relatório dos auditores independentes · Página do portal
    Detalhes do arquivo

    Grêmio Novorizontino S.A.F. Publicado em 30/04/2026. Capa (p.1), conteúdo (p.2), relatório dos auditores independentes (p.3–5), balanços patrimoniais (p.6), demonstrações do resultado (p.7–8), resultado abrangente (p.9), mutações do patrimônio líquido (p.10), fluxos de caixa pelo método indireto (p.11), notas explicativas 1 a 24 (p.12–26) e protocolo de assinatura da Certisign (p.27), num arquivo de 27 páginas. Não há relatório da administração nem parecer do conselho fiscal. Páginas: O número impresso na folha é igual à página do arquivo, da capa (1) à última nota (26); o protocolo de assinatura não tem número.

Norma contábil: Práticas contábeis adotadas no Brasil, com base na Lei das Sociedades por Ações, nos pronunciamentos do CPC aprovados pelo CFC, na Interpretação Técnica ITG 2003 (R2) – Entidade Desportiva e na Lei da Sociedade Anônima de Futebol nº 14.193/2021. Escala do documento: reais.

O meutime.net não avalia a gestão de nenhum clube. Reúne o que o próprio clube publicou, organizado pela mesma regra para todos, para que o torcedor leia os números com clareza e transparência.