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Goiás

Goiás Esporte Clube · Associação · DF de 2025 publicada em 29/04/2026 · auditoria: BDO RCS Auditores Independentes SS Ltda.

1.Quanto o clube arrecadou?

R$ milhões2025Variação
sobre 2024
Receita total

Tudo o que o clube arrecadou com a operação no ano: as receitas do dia a dia mais a negociação de atletas. Não entram receitas financeiras, ganhos em ações judiciais, perdão de dívida, reavaliação de ativos e contratos de longo prazo reconhecidos de uma só vez.

2025, em R$ milhões:

  • Receita recorrente: 46,7 (nota 18, p.29)
  • Receita com negociação de atletas: 1,1 (nota 18, p.29)

* Obs: O relatório do auditor e o parecer do conselho fiscal, no mesmo arquivo, reconstroem o exercício com R$ 300 mil a menos nesta linha, em patrocínio, bilheteria e sócio torcedor; o número desta página é o das demonstrações publicadas. A DF não explica a diferença.

47,8*+15,8%
Receita recorrente

O que o clube arrecada todo ano com a operação, sem contar a venda de atletas: transmissão, premiações, bilheteria, sócio-torcedor, patrocínio e publicidade. Recorrente não é fixa, pois oscila com o desempenho em campo.

2025, em R$ milhões e em porcentagem da receita recorrente:

  • Patrocínio, bilheteria, sócio torcedor e outras: 19,9 (42,7%)
  • Direitos de transmissão de TV: 16,9 (36,2%)

    Passou de R$ 5,8 mi em 2024 para R$ 16,9 mi, mais 191,7%. A DF não explica o aumento; na coluna comparativa da DF de 2025, a receita de 2024 desta linha aparece somada às outras receitas, em 9.604.

  • Atividades sociais e de lazer: 9,9 (21,1%)

Fonte: nota 18, p.29 do documento.

* Obs: A DF de 2025 reúne patrocínio, bilheteria, sócio torcedor e outras receitas numa linha só e não abre nenhuma delas; em 2024 a mesma nota abria a receita em dez linhas. Pela versão do relatório do auditor e do parecer do conselho fiscal, esta linha seria R$ 300 mil menor.

46,7*+24,0%
Receita com negociação de atletas

O que entrou com venda e empréstimo de atletas, incluindo o mecanismo de solidariedade. Varia muito de um ano para o outro. A memória de cálculo mostra o que foi descontado da venda.

2025, em R$ milhões:

Transação de atletas1,1nota 18, p.29
Receita com negociação de atletas=1,1

A relação de atletas não foi divulgada.

Obs: A DF registra a transação de atletas como uma linha da receita bruta, sem abrir as negociações do ano e sem nomear os atletas.

1,1(69,8%)

2.Sobrou alguma coisa da operação?

R$ milhões2025Variação
sobre 2024
Custos e despesas da operação

O gasto do ano para manter o clube funcionando: pessoal, jogos, viagens e despesas administrativas e comerciais. Não entram depreciação, amortização, baixa de atletas e provisões para contingências, nem juros.

2025, em R$ milhões:

  • Gasto com pessoal: 76,1 (nota 19, p.29)
  • Demais custos e despesas: 60,2 (DRE, p.7; notas 19, 20 e 22, p.29–30)
    Demais despesas administrativas e gerais23,3
    Demais custos do futebol19,9
    Pessoal administrativo8,0
    Outras receitas e despesas operacionais6,5
    Formação de atletas da base2,3
    Despesas tributárias0,2

Obs: Dentro de outras receitas e despesas operacionais estão 7.978 do Earn In devido à Liga Forte União, obrigação contratual do exercício.

136,3+29,6%
EBITDA

O resultado da operação no ano, antes de juros, impostos sobre o resultado, depreciação, amortização, baixa de atletas e provisões para contingências. Não entram receitas financeiras nem o que aconteceu fora da operação.

2025, em R$ milhões:

Déficit antes do resultado financeiro(95,3)DRE, p.7
Depreciação e amortização+2,5nota 20, p.30
Amortização dos contratos de atletas
Atletas contratados1,5
Atletas formados0,4
+1,9nota 19, p.29
EBITDA=(90,9)

* Obs: A nota do intangível e a demonstração dos fluxos de caixa registram 739 a mais de amortização de atletas do que a nota de custos, sem baixa de atletas no ano que explique a diferença, e a conta segue as linhas da demonstração do resultado. A provisão para contingências do exercício aparece na demonstração dos fluxos de caixa e no saldo do passivo, e a nota de despesas imprime essa linha com traço: nada é devolvido aqui por ela. Dentro de outras receitas operacionais, a nota 22 descreve créditos tributários retidos entre 2021 e 2024, levantados neste exercício, sem conciliar a linha. O relatório do auditor e o parecer do conselho fiscal reconstroem o exercício com R$ 300 mil a menos de receita, e o número desta página é o das demonstrações publicadas.

(90,9)*(23,8) em R$ mi
EBITDA recorrente

O EBITDA sem a receita com negociação de atletas. Mostra o que a operação do dia a dia gera, ou consome, sem vender jogador.

2025, em R$ milhões:

Receita recorrente46,7nota 18, p.29
Impostos e deduções da receita−2,4nota 18, p.29
Custos e despesas da operação−136,3notas 19, 20 e 22, p.29–30
EBITDA recorrente=(92,0)

* Obs: Herda do EBITDA a amortização de atletas que a nota de custos não mostra. Pela versão do relatório do auditor e do parecer do conselho fiscal, esta linha seria R$ 300 mil menor.

(92,0)*(21,2) em R$ mi
EBIT

O resultado da operação no ano, antes de juros e impostos sobre o resultado. Ao contrário do EBITDA, desconta o custo dos atletas contratados, dividido pelos anos de contrato, o desgaste de estádio, CT e equipamentos, e as provisões para processos. Não entram receitas financeiras nem o que aconteceu fora da operação.

2025, em R$ milhões:

EBITDA(90,9)
Depreciação e amortização−2,5nota 20, p.30
Amortização dos contratos de atletas
Atletas contratados(1,5)
Atletas formados(0,4)
−1,9nota 19, p.29
EBIT=(95,3)
(95,3)(22,1) em R$ mi
Resultado do exercício

O que sobrou, ou faltou, no fim do ano, depois de todas as receitas e despesas, inclusive juros e o que aconteceu fora da operação. Nas associações chama-se superávit ou déficit; nas SAFs, lucro ou prejuízo.

2025, em R$ milhões:

Receita líquida
Receita bruta47,7
Impostos e deduções da receita(2,3)
45,4DRE, p.7; nota 18, p.29
Custo com futebol−100,2DRE, p.7; nota 19, p.29
Despesas administrativas e gerais−33,8DRE, p.7; nota 20, p.30
Despesas tributárias−0,2DRE, p.7
Outras receitas e despesas operacionais−6,5DRE, p.7; nota 22, p.30
Resultado financeiro
Receitas financeiras3,9
Despesas financeiras(6,7)
−2,8DRE, p.7; nota 21, p.30
Resultado do exercício=(98,1)

* Obs: O relatório do auditor e o parecer do conselho fiscal, no mesmo arquivo, descrevem um déficit de R$ 98,4 mi, R$ 300 mil maior que o das demonstrações publicadas, que é o número desta página. A diferença está na receita de patrocínio, bilheteria e sócio torcedor e no imobilizado, e não no caixa, idêntico nas duas leituras. O balancete de dezembro publicado pelo clube traz o imobilizado sem esses R$ 300 mil. A DF não explica o lançamento.

(98,1)*(29,0) em R$ mi

3.Quanto o clube deve, e quanto tem em caixa?

R$ milhões2025Variação
sobre 2024
Dívida líquida

Tudo o que o clube deve, menos o dinheiro em caixa: bancos, outros clubes e agentes, fornecedores, fisco, elenco e impostos parcelados, e o dinheiro já recebido por jogos, marca ou atletas que o clube ainda vai entregar. Não desconta o que o clube tem a receber por venda de atletas. O perfil da dívida, logo abaixo, abre cada parcela.

2025, em R$ milhões:

Dívidas onerosas: empréstimos com o Banco BRB e o Banco Daycoval26,1nota 12, p.25
Dívidas operacionais+24,0balanço, p.6; notas 11, 13, 14 e 15, p.25–27
Impostos parcelados e acordos: seis parcelamentos tributários e os acordos extrajudiciais+28,9nota 14, p.26–27; nota 15, p.27
Disponibilidades−9,4nota 4, p.20
Dívida líquida=69,6

Obs: Inclui 7.978 do Earn In devido à Liga Forte União, dentro de contas a pagar, e 26.047 captados no Banco BRB durante o ano, com recebíveis da mesma liga dados em garantia até a liquidação. As perdas possíveis não provisionadas, de 62.129, ficam fora por serem contingência possível.

69,6+523,7%
Caixa e equivalentes

Dinheiro disponível de imediato: saldo em conta e aplicações de resgate rápido. Não entram caixa restrito, vinculado a projetos, nem títulos de prazo mais longo.

2025, em R$ milhões:

  • Caixa e equivalentes de caixa do ativo circulante: 9,4 (nota 4, p.20)

Obs: O caixa caiu 32.607 em 2025: a operação consumiu 54.203 e foram 3.920 para investimentos, contra 25.515 líquidos de financiamento, com a captação de 26.047 no Banco BRB (DFC, p.10). Fica fora a aplicação de 745 do ativo não circulante: a nota 4 declara que a liquidez dela está condicionada a prazo mínimo de contrato e que ela não está disponível para uso imediato.

9,4(77,6%)
Capital de giro líquido

O que o clube tem para receber ou transformar em dinheiro nos próximos doze meses, menos o que precisa pagar no mesmo prazo. Positivo, há mais a receber do que a pagar no ano; negativo, o clube começa o ano com mais contas a pagar do que recursos de curto prazo.

2025, em R$ milhões:

Ativo circulante: o que vira dinheiro em até doze meses14,8balanço, p.6
Passivo circulante: o que vence em até doze meses−28,9balanço, p.6
Capital de giro líquido=(14,1)

Obs: É o único número do exercício igual no balanço, na nota 1, no relatório do auditor e no parecer do conselho fiscal.

(14,1)inversão de sinal
Patrimônio líquido

A diferença entre tudo o que o clube tem e tudo o que deve, direto do balanço. Quando é negativo, as obrigações superam os bens e direitos registrados. Pode variar por ajustes que não passam pelo resultado, como mudança de norma contábil.

2025, em R$ milhões:

Patrimônio social1,1balanço, p.6; nota 17, p.28
Ajuste de avaliação patrimonial+0,9balanço, p.6; DMPL, p.9
Déficits acumulados−51,1balanço, p.6; DMPL, p.9
Patrimônio líquido=(49,1)

* Obs: O déficit do exercício consumiu o patrimônio acumulado, e nenhum outro lançamento passou pelo patrimônio no ano (DMPL, p.9). Pela versão do relatório do auditor e do parecer do conselho fiscal, esta linha seria R$ 300 mil menor; o número desta página é o das demonstrações publicadas.

(49,1)*inversão de sinal
Perfil da dívida em 2025

De que a dívida é feita, parcela a parcela: quanto é com bancos, quanto é com outros clubes, agentes e fornecedores, quanto é imposto parcelado, e o caixa descontado para chegar à dívida líquida.

Dívida bruta de R$ 79,0.

  • Dívidas onerosas: 26,1 (33,0%)
    Empréstimos com o Banco BRB e o Banco Daycoval26,133,0%
  • Dívidas operacionais: 24,0 (30,4%)
    Contas a pagar, com o Earn In da Liga Forte União15,820,0%
    Salários, férias e rescisões3,44,3%
    Impostos correntes e encargos sociais2,63,3%
    Fornecedores1,82,3%
    Direitos de imagem e cessão de atletas a pagar0,30,4%
    Receitas antecipadas0,10,1%
  • Impostos parcelados e acordos: 28,9 (36,6%)
    Parcelamentos de impostos: Perse, PROFUT, IPTU e ISS24,831,3%
    Acordos extrajudiciais4,15,3%

Valores em R$ milhões.

Quanto vence em até doze meses, em R$ milhões:

  • Dívidas onerosas8,4 até 12 meses · 17,7 depois
  • Dívidas operacionais0,0 até 12 meses · 0,1 depois · 23,9 sem prazo
  • Impostos parcelados e acordos0,0 até 12 meses · 0,0 depois · 28,9 sem prazo
  • Dívida bruta8,4 até 12 meses · 17,8 depois · 52,8 sem prazo

Vence em até 12 meses Vence depois de 12 meses Prazo não informado pela DF

ComposiçãoSaldo em 31/12/2025, R$ miEvidência
Dívidas onerosas

O que o clube deve a bancos e a outros credores financeiros: empréstimos, financiamentos, debêntures e adiantamentos de recebíveis. Geram juros contratados.

Empréstimos com o Banco BRB e o Banco Daycoval

Banco BRB 25.260, captados em 2025 a 1,89% ao mês em 31 meses, com recebíveis da Liga Forte União dados em garantia até a liquidação, e Banco Daycoval 810, a 1,86% ao mês. 8.349 vencem em até doze meses e 17.721 depois. O quadro de movimentação da nota 12 não fecha por R$ 507.926, e o saldo final impresso é o que confere com o balanço e com o plano de pagamento.

26,1balanço, p.6; nota 12, p.25
Subtotal26,1
Dívidas operacionais

O que o clube deve por operar: parcelas de compra de atletas a outros clubes e agentes, fornecedores, salários e encargos, impostos correntes, direitos de imagem e o dinheiro já recebido por jogos, marca ou atletas que o clube ainda vai entregar: TV, patrocínio, sócio-torcedor, camarotes e atletas vendidos que ainda não se transferiram.

Contas a pagar, com o Earn In da Liga Forte União

Dentro delas, 7.978 do Earn In devido à Liga Forte União, integralmente não pago no fim do exercício e a liquidar em 2026. A DF não separa esta linha por prazo.

15,8balanço, p.6; nota 15, p.27
Salários, férias e rescisões

Férias 1.637, salários 1.350, rescisões 288 e outras obrigações trabalhistas 94. A DF não separa esta linha por prazo.

3,4balanço, p.6; nota 13, p.26
Impostos correntes e encargos sociais

Impostos e encargos sociais correntes, fora dos parcelamentos, que a mesma nota traz em quadro separado. A DF não separa esta linha por prazo.

2,6balanço, p.6; nota 14, p.26
Fornecedores

A DF não abre os fornecedores nem separa a linha por prazo.

1,8balanço, p.6; nota 11, p.25
Direitos de imagem e cessão de atletas a pagar

Direitos de imagem a pagar 219 e cessão de direito de atletas 100, as duas dentro de contas a pagar. A DF não separa as linhas por prazo.

0,3nota 15, p.27
Receitas antecipadas

Sem nota explicativa; pelo nome, presume-se que o dinheiro já entrou, e a presunção fica declarada. 35 vencem em até doze meses e 71 depois.

0,1balanço, p.6
Subtotal24,0
Impostos parcelados e acordos

Impostos atrasados renegociados em parcelas, como o Profut, e dívidas antigas que o clube acertou em acordo, como processos trabalhistas e recuperação judicial, pagas ao longo de vários anos.

Parcelamentos de impostos: Perse, PROFUT, IPTU e ISS

Perse demais débitos na PGFN 11.623, com vencimento em dezembro de 2034; PROFUT demais débitos na Receita Federal 4.086 e PROFUT débitos previdenciários 3.610, ainda não homologados, os dois com vencimento em outubro de 2035; IPTU 2.684, em outubro de 2028; ISS de 2012 a 2017 2.364, em novembro de 2027; e débitos previdenciários 423, em setembro de 2026. A DF não separa a parcela que vence em até doze meses.

24,8nota 14, p.26–27
Acordos extrajudiciais

Acordos firmados fora de juízo, registrados dentro de contas a pagar; em 2024 eram 1.041. A DF não separa a linha por prazo.

4,1nota 15, p.27
Subtotal28,9
Dívida bruta79,0
(−) Disponibilidades

Caixa e aplicações financeiras de resgate rápido, deduzidos da dívida bruta para chegar à dívida líquida.

Caixa e equivalentes do ativo circulante, sem a aplicação de 745 do não circulante, de liquidez condicionada a prazo de contrato.

(9,4)nota 4, p.20
Dívida líquida69,6

Fora da dívida bruta: Provisão para contingências trabalhistas, tributárias e cíveis, R$ 35,0 mi (balanço, p.6; nota 16, p.27).

Não descontado da dívida, por ser valor a receber: contas a receber de 2.013 em 31/12/2025, contra 38.985 um ano antes (nota 5, p.20–21).

4.Quanto vai para quem trabalha no futebol?

R$ milhões2025Variação
sobre 2024
Gasto com pessoal

O que o clube gastou no ano com quem trabalha no futebol, atletas, comissão técnica, base e feminino: salários, encargos, benefícios, direito de imagem, direito de arena, luvas e premiações. Não entra a amortização dos contratos. Administrativo, clube social e outros esportes ficam fora quando a demonstração os separa; quando não separa, o número é do pessoal do clube inteiro e leva um asterisco, explicado na observação. Onde a demonstração separa os segmentos do futebol, a explicação mostra quanto é de cada um.

2025, em R$ milhões:

  • Despesa com pessoal: 60,6 (nota 19, p.29)
  • Cessão de direitos de imagem: 14,8 (nota 19, p.29)
  • Luvas: 0,6 (nota 19, p.29)
  • Custos e despesas com pessoal em jogos: 0,1 (nota 19, p.29)

* Obs: Ficam fora a despesa com pessoal administrativo, que a DF separa (nota 20, p.30), e a despesa de formação de atletas da base (2.258), que a DF não abre e não nomeia como pessoal: ela está nos custos. A DF não separa o clube social nem os esportes olímpicos — a nota 2.16 dispensa a divulgação por segmento, e a nota de seguros registra atletas de esportes olímpicos. A DF de 2025 não abre as deduções da receita, e não há como saber se há direito de arena descontado.

76,1*+32,5%
Gasto com pessoal sobre receita recorrente

Quanto da receita recorrente vai para pagar o pessoal do futebol: gasto com pessoal dividido pela receita recorrente. Não se compara ao limite do SSF, que tem definições próprias e vale a partir de 2026.

2025, em R$ milhões:

Gasto com pessoal76,1nota 19, p.29
Receita recorrente÷46,7nota 18, p.29
Gasto com pessoal sobre receita recorrente=163,1%

* Obs: O gasto com pessoal não inclui o administrativo nem a formação da base, e a DF não separa o clube social nem os esportes olímpicos. Pela versão do relatório do auditor e do parecer do conselho fiscal, a receita recorrente seria R$ 300 mil menor e o percentual, 164,2%.

163,1%*+10,5 p.p.
Referência do SSF

O limite que o regulador fixa para o custo com elenco em relação às Receitas Relevantes. Vale a partir do exercício de 2026 e não se aplica aos anos anteriores.

Vale a partir do exercício de 2026

5.O que o auditor disse?

O que é o parecer do auditor

A opinião de uma empresa de auditoria independente sobre se as demonstrações financeiras representam adequadamente a situação do clube, segundo as normas contábeis.

Opinião: Sem ressalva

O auditor concluiu que as demonstrações representam adequadamente a situação da entidade, em todos os aspectos relevantes.

No parecer de 2025: Opinião — “Em nossa opinião as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Goiás Esporte Clube em 31 de dezembro de 2025, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades sem finalidades de lucros (ITG 2002 (R1)) e às entidades desportivas (ITG 2003 (R2))” (p.3).

Parágrafos de ênfase: 2

Trecho em que o auditor chama a atenção para um assunto já divulgado nas demonstrações, sem modificar a opinião. Ênfase não é ressalva.

  • Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional: déficit do exercício, geração de caixa operacional líquida negativa e capital circulante líquido negativo descritos na nota 1 (p.3).
  • Parcelamento da Lei nº 13.155/2015 (Profut): R$ 7.695.644 de demais débitos na Receita Federal ainda não consolidados até a data das demonstrações (nota 14, p.4).
Conselho fiscal: parecer de 29/04/2026

O conselho fiscal aprovou as contas do exercício com ressalvas.

Fontes

Todo número desta página vem exclusivamente das demonstrações financeiras publicadas pelo próprio clube no portal de transparência dele: https://www.goiasec.com.br/transparencia.

Documentos de 2025

  • Goiás Esporte Clube – Demonstrativo contábil de dezembro de 2025 · Página do portal
    Detalhes do arquivo

    Goiás Esporte Clube. Publicado em 22/01/2026. Balancete mensal de duas páginas, em imagem, assinado digitalmente em 21/01/2026: balanço em 31/12/2025 (p.1), com imobilizado de 40.705.692, e demonstração do resultado do mês (p.2), com contas separadas de custo da base, do profissional e do voleibol. É documento gerencial, anterior aos ajustes de auditoria, e difere da DF em quase todas as linhas; entra aqui só como evidência do imobilizado e da existência de conta própria de voleibol no plano de contas. Páginas: As evidências citam a página do arquivo.

  • Goiás Esporte Clube – Demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2025 e 2024 e relatório do auditor independente · Página do portal
    Detalhes do arquivo

    Goiás Esporte Clube. Publicado em 29/04/2026. Arquivo de 31 páginas: capa (p.1), sumário (p.2), relatório do auditor independente (p.3–5), balanço patrimonial (p.6), demonstração do resultado (p.7), demonstração do resultado abrangente (p.8), mutações do patrimônio líquido (p.9), fluxos de caixa (p.10) e notas explicativas 1 a 24 (p.11–31). Não há relatório da administração: o sumário lista apenas o parecer, as cinco demonstrações e as notas. Páginas: As evidências citam a página do arquivo, que coincide com a folha impressa.

  • Goiás Esporte Clube – Parecer Técnico nº 01/2026 do Conselho Fiscal sobre as demonstrações contábeis do exercício de 2025 · Página do portal
    Detalhes do arquivo

    Goiás Esporte Clube. Publicado em 13/05/2026. Arquivo de 21 páginas digitalizadas: números do exercício (p.2), análise do balanço e do resultado (p.4–10), observações e análise do relatório de auditoria (p.11–13), recomendações (p.15–17), conclusão (p.18–20) e a deliberação do colegiado, com a data de 29/04/2026 e as assinaturas (p.21). O parecer reconstrói a demonstração do resultado com R$ 300 mil a menos de receita que as demonstrações publicadas, e a coluna de 2024 do quadro de custos tem dois erros de transcrição que a desalinham em R$ 1.000.000; por isso ele não abre nenhuma linha desta página. Páginas: As evidências citam a página do arquivo, que coincide com a folha impressa.

Norma contábil: ITG 2002 (R1) – Entidades sem Finalidade de Lucros e ITG 2003 (R2) – Entidade Desportiva Profissional (nota 2.1). Escala do documento: reais.

O meutime.net não avalia a gestão de nenhum clube. Reúne o que o próprio clube publicou, organizado pela mesma regra para todos, para que o torcedor leia os números com clareza e transparência.