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Criciúma

Criciúma Esporte Clube · Associação · DF de 2025 publicada em 22/04/2026 · auditoria: Linear Auditores Independentes S/S, CRCSC 4159/O-6

1.Quanto o clube arrecadou?

R$ milhões2025Variação
sobre 2024
Receita total

Tudo o que o clube arrecadou com a operação no ano: as receitas do dia a dia mais a negociação de atletas. Não entram receitas financeiras, ganhos em ações judiciais, perdão de dívida, reavaliação de ativos e contratos de longo prazo reconhecidos de uma só vez.

2025, em R$ milhões:

  • Receita recorrente: tudo menos a negociação de atletas: 49,9 (nota 17, p.19)
  • Receita com negociação de atletas: 6,3 (nota 17, p.19)
56,2(44,3%)
Receita recorrente

O que o clube arrecada todo ano com a operação, sem contar a venda de atletas: transmissão, premiações, bilheteria, sócio-torcedor, patrocínio e publicidade. Recorrente não é fixa, pois oscila com o desempenho em campo.

2025, em R$ milhões e em porcentagem da receita recorrente:

  • Transmissão: 19,5 (39,2%)
  • Sócios: 17,9 (35,9%)
  • Patrocínios: 5,7 (11,4%)
  • Jogos: 1,0 (1,9%)
  • Outras receitas: 5,8 (11,6%)
    Demais receitas, que a DF não abre3,06,0%
    Timemania1,02,0%
    Subvenções de projetos incentivados1,02,0%
    Licenciamento e royalties0,81,6%

Fonte: nota 17, p.19 do documento.

Obs: A DF não abre a linha de demais receitas, a maior das outras receitas. O clube disputou a Série B do Campeonato Brasileiro em 2025 e a Série A em 2024, o que o relatório de gestão registra na lista de competições.

49,9(49,6%)
Receita com negociação de atletas

O que entrou com venda e empréstimo de atletas, incluindo o mecanismo de solidariedade. Varia muito de um ano para o outro. A memória de cálculo mostra o que foi descontado da venda.

2025, em R$ milhões:

Receita bruta com negociação de atletas6,3nota 17, p.19
Receita com negociação de atletas=6,3

A relação de atletas não foi divulgada.

Obs: A DF não separa a receita entre venda, empréstimo e mecanismo de solidariedade, e não nomeia os atletas negociados. No fim do ano havia valores a receber do Esporte Clube Vitória e do Fortaleza Esporte Clube, sem que a nota diga a que se referem.

6,3+225,5%

2.Sobrou alguma coisa da operação?

R$ milhões2025Variação
sobre 2024
Custos e despesas da operação

O gasto do ano para manter o clube funcionando: pessoal, jogos, viagens e despesas administrativas e comerciais. Não entram depreciação, amortização, baixa de atletas e provisões para contingências, nem juros.

2025, em R$ milhões:

Futebol profissional64,2DRE, p.4
Patrimônio+7,0DRE, p.4
Administrativo+3,0DRE, p.4
Tributos+1,3DRE, p.4
Futebol feminino+0,9DRE, p.4
Depreciação, amortização de atletas e provisões, que ficam fora da operação
Depreciação do ano(2,1)
Amortização de atletas formados(0,8)
Reversão líquida de contingências, devolvida0,0
−2,9DFC, p.7; notas 9 e 14, p.15 e p.18
Custos e despesas da operação=73,5

Obs: O gasto da base não aparece nesta conta: o clube capitaliza no intangível todo o custo de formação e leva ao resultado apenas a baixa do custo dos atletas dispensados, que sai por ser baixa contábil.

73,5(20,1%)
EBITDA

O resultado da operação no ano, antes de juros, impostos sobre o resultado, depreciação, amortização, baixa de atletas e provisões para contingências. Não entram receitas financeiras nem o que aconteceu fora da operação.

2025, em R$ milhões:

Déficit antes do resultado financeiro(24,6)DRE, p.4
Baixa dos atletas dispensados+4,5nota 9, p.15
Depreciação do ano+2,1DFC, p.7; nota 8, p.15
Amortização de atletas formados+0,8nota 9, p.15
Reversão líquida de contingências, devolvida−0,0nota 14, p.18; DFC, p.7
EBITDA=(17,2)

Obs: A DRE não separa a depreciação nem a amortização de atletas: as duas vêm do fluxo de caixa e da nota do intangível. O direito de imagem dos atletas fica dentro da operação, como remuneração, e a DF não informa quanto foi amortizado no ano.

(17,2)inversão de sinal
EBITDA recorrente

O EBITDA sem a receita com negociação de atletas. Mostra o que a operação do dia a dia gera, ou consome, sem vender jogador.

2025, em R$ milhões:

Receita recorrente49,9nota 17, p.19
Custos e despesas da operação−73,5DRE, p.4; DFC, p.7
EBITDA recorrente=(23,5)
(23,5)inversão de sinal
EBIT

O resultado da operação no ano, antes de juros e impostos sobre o resultado. Ao contrário do EBITDA, desconta o custo dos atletas contratados, dividido pelos anos de contrato, o desgaste de estádio, CT e equipamentos, e as provisões para processos. Não entram receitas financeiras nem o que aconteceu fora da operação.

2025, em R$ milhões:

EBITDA(17,2)
Baixa dos atletas dispensados−4,5nota 9, p.15
Depreciação do ano−2,1DFC, p.7; nota 8, p.15
Amortização de atletas formados−0,8nota 9, p.15
Reversão líquida de contingências+0,0nota 14, p.18; DFC, p.7
EBIT=(24,6)
(24,6)inversão de sinal
Resultado do exercício

O que sobrou, ou faltou, no fim do ano, depois de todas as receitas e despesas, inclusive juros e o que aconteceu fora da operação. Nas associações chama-se superávit ou déficit; nas SAFs, lucro ou prejuízo.

2025, em R$ milhões:

Receita operacional bruta56,3DRE, p.4; nota 17, p.19
Custos e despesas operacionais
Futebol profissional(64,2)
Patrimônio(7,0)
Futebol de base(4,5)
Administrativo(3,0)
Tributos(1,3)
Futebol feminino(0,9)
−80,9DRE, p.4
Resultado financeiro
Receitas financeiras1,2
Despesas financeiras(1,9)
−0,7DRE, p.4; nota 18, p.19
Resultado do exercício=(25,3)

Obs: A maior despesa financeira do ano é a taxa de cobrança do sistema de bilheteria, não juro; o clube não tem empréstimo.

(25,3)+3,7 em R$ mi

3.Quanto o clube deve, e quanto tem em caixa?

R$ milhões2025Variação
sobre 2024
Dívida líquida

Tudo o que o clube deve, menos o dinheiro em caixa: bancos, outros clubes e agentes, fornecedores, fisco, elenco e impostos parcelados, e o dinheiro já recebido por jogos, marca ou atletas que o clube ainda vai entregar. Não desconta o que o clube tem a receber por venda de atletas. O perfil da dívida, logo abaixo, abre cada parcela.

2025, em R$ milhões:

Dívidas operacionais26,3p.3; notas 11, 12 e 13, p.16–17
Adiantamentos recebidos: antecipação da CBF e valores com destinação pendente+3,3p.3; notas 15 e 16, p.18–19
Disponibilidades−0,6nota 4, p.13
Dívida líquida=29,0

Obs: O clube não tem empréstimo, financiamento nem antecipação de recebível: o passivo é todo operacional. A maior parcela são os contratos de direito de imagem firmados com 26 atletas para o calendário de 2026, quase todos de longo prazo. Ficam fora as receitas de subvenções a realizar, projetos incentivados cujo dinheiro está bloqueado em conta própria do ativo, e a provisão para contingências.

29,0inversão de sinal
Caixa e equivalentes

Dinheiro disponível de imediato: saldo em conta e aplicações de resgate rápido. Não entram caixa restrito, vinculado a projetos, nem títulos de prazo mais longo.

2025, em R$ milhões:

  • Banco conta movimento: 0,6 (nota 4, p.13)
  • Caixa: 0,0 (nota 4, p.13)

Obs: O caixa caiu 19.398 em 2025, com as aplicações financeiras integralmente resgatadas. A operação consumiu 227 e o fluxo de caixa registra 19.171 em investimentos; não houve captação nem pagamento de empréstimo, e a demonstração não tem seção de financiamento. A linha de investimento é a variação do saldo do intangível e inclui movimentos sem dinheiro, como os contratos de imagem registrados contra passivo.

0,6(96,8%)
Capital de giro líquido

O que o clube tem para receber ou transformar em dinheiro nos próximos doze meses, menos o que precisa pagar no mesmo prazo. Positivo, há mais a receber do que a pagar no ano; negativo, o clube começa o ano com mais contas a pagar do que recursos de curto prazo.

2025, em R$ milhões:

Ativo circulante: o que vira dinheiro em até doze meses
Demais valores a receber4,0
Recursos vinculados a projetos incentivados3,1
Caixa, bancos e aplicações0,6
Despesas antecipadas0,1
7,8p.2
Passivo circulante: o que vence em até doze meses
Salários, férias e encargos(4,1)
Fornecedores(3,4)
Antecipação de direitos de transmissão da CBF(2,5)
Contratos de direito de imagem, a parcela do ano(1,5)
Valores recebidos com destinação pendente e adiantamento de cliente(0,8)
Impostos correntes(0,1)
−12,4p.3
Capital de giro líquido=(4,6)

Obs: No ativo circulante estão os recursos vinculados aos projetos da Lei de Incentivo ao Esporte, que só podem ser usados neles; no passivo circulante estão a antecipação repassada pela CBF e os valores de negociação de atletas com destinação pendente.

(4,6)inversão de sinal
Patrimônio líquido

A diferença entre tudo o que o clube tem e tudo o que deve, direto do balanço. Quando é negativo, as obrigações superam os bens e direitos registrados. Pode variar por ajustes que não passam pelo resultado, como mudança de norma contábil.

2025, em R$ milhões:

Ajuste de avaliação patrimonial83,3p.3; nota 19, p.20
Patrimônio social+35,9p.3; DMPL, p.5
Déficit do exercício−25,3DRE, p.4; DMPL, p.5
Patrimônio líquido=93,9

Obs: O patrimônio caiu 25.303 em 2025, exatamente o déficit do ano; a realização do ajuste de avaliação patrimonial move valor entre contas do próprio patrimônio, sem mexer no total. Dos 93.922, 83.357 são ajuste de avaliação patrimonial de terrenos e edificações, de laudos de 2011 e de 2013.

93,9(21,2%)
Perfil da dívida em 2025

De que a dívida é feita, parcela a parcela: quanto é com bancos, quanto é com outros clubes, agentes e fornecedores, quanto é imposto parcelado, e o caixa descontado para chegar à dívida líquida.

Dívida bruta de R$ 29,6.

  • Dívidas operacionais: 29,6 (100,0%)
    Contratos de direito de imagem18,763,3%
    Salários, férias e encargos4,113,7%
    Fornecedores3,411,6%
    Antecipação de direitos de transmissão da CBF2,58,4%
    Valores recebidos com destinação pendente e adiantamento de cliente0,82,7%
    Impostos correntes0,10,3%

Valores em R$ milhões.

Quanto vence em até doze meses, em R$ milhões:

  • Dívidas operacionais12,3 até 12 meses · 17,3 depois
  • Dívida bruta12,3 até 12 meses · 17,3 depois

Vence em até 12 meses Vence depois de 12 meses

ComposiçãoSaldo em 31/12/2025, R$ miEvidência
Dívidas operacionais

O que o clube deve por operar: parcelas de compra de atletas a outros clubes e agentes, fornecedores, salários e encargos, impostos correntes, direitos de imagem e o dinheiro já recebido por jogos, marca ou atletas que o clube ainda vai entregar: TV, patrocínio, sócio-torcedor, camarotes e atletas vendidos que ainda não se transferiram.

Contratos de direito de imagem

Contratos de cessão de direito de imagem firmados com 26 atletas profissionais para o calendário de competições de 2026; em 2024 eram 7 atletas. 1.477 vencem em até doze meses e 17.302 depois, sem cronograma na DF. O clube registra o mesmo contrato como ativo intangível e o amortiza no resultado.

18,7p.3; nota 13, p.17
Salários, férias e encargos

IRRF sobre salários 1.328, férias 1.124, salários 725, INSS 509, FGTS 208, rescisões 115, PIS 54 e quatro linhas menores. A nota avisa que o INSS, o IRRF e o PIS englobam as competências de novembro e dezembro de 2025, dois meses em vez de um. Tudo vence em até doze meses.

4,1p.3; nota 11, p.16
Fornecedores

O balanço não remete a nota explicativa. Tudo vence em até doze meses.

3,4p.3
Antecipação de direitos de transmissão da CBF

Valores repassados pela CBF a título de adiantamento, para apoio financeiro voltado ao desenvolvimento e ao fortalecimento das competições nacionais. Dinheiro que o clube já recebeu. Tudo vence em até doze meses.

2,5p.3; nota 16, p.18–19
Valores recebidos com destinação pendente e adiantamento de cliente

300 de parcelas recebidas do Corinthians pela negociação do atleta Roger Guedes, pendentes de destinação entre o clube e a GA Gestão de Patrimônio, e 500 de adiantamento pela venda do ônibus, cuja propriedade só passa ao comprador depois da quitação. Tudo vence em até doze meses.

0,8p.3; nota 15, p.18
Impostos correntes

Retenções e tributos correntes: CSRF, INSS de terceiros, IRRF de serviços e de cooperativa, ISSQN retido e ISSQN sobre bilheteria e royalties. Também englobam as competências de novembro e dezembro de 2025. Não há tributo parcelado.

0,1p.3; nota 12, p.17
Subtotal29,6
Dívida bruta29,6
(−) Disponibilidades

Caixa e aplicações financeiras de resgate rápido, deduzidos da dívida bruta para chegar à dívida líquida.

Caixa (36) + banco conta movimento (614); aplicações financeiras zeradas.

(0,6)nota 4, p.13
Dívida líquida29,0

Fora da dívida bruta: Receitas de subvenções a realizar: projetos da Lei de Incentivo ao Esporte e convênio municipal, com o caixa vinculado também fora, R$ 7,1 mi (nota 10, p.16; nota 5, p.13); Provisão para contingências trabalhistas e cíveis, R$ 0,2 mi (nota 14, p.17–18).

Não descontado da dívida, por ser valor a receber: 2.800 do Esporte Clube Vitória e 360 do Fortaleza Esporte Clube em demais valores a receber; a nota não diz a que se referem (nota 7, p.14).

4.Quanto vai para quem trabalha no futebol?

R$ milhões2025Variação
sobre 2024
Gasto com pessoal

O que o clube gastou no ano com quem trabalha no futebol, atletas, comissão técnica, base e feminino: salários, encargos, benefícios, direito de imagem, direito de arena, luvas e premiações. Não entra a amortização dos contratos. Administrativo, clube social e outros esportes ficam fora quando a demonstração os separa; quando não separa, o número é do pessoal do clube inteiro e leva um asterisco, explicado na observação. Onde a demonstração separa os segmentos do futebol, a explicação mostra quanto é de cada um.

2025. Não detalhado na DF: A demonstração financeira do exercício foi publicada, mas não abre esse item com o detalhe necessário para calculá-lo. A DRE tem seis linhas de custo, todas por departamento, e nenhuma nota abre o gasto com pessoal: não há salário, encargo, direito de imagem, luva, prêmio nem direito de arena em linha própria. A nota de obrigações sociais e trabalhistas dá o saldo a pagar, não a despesa do ano. O parecer do conselho fiscal de 2025 traz três números diferentes de gasto com pessoal do futebol profissional no mesmo documento — 47.271, 42.878 e 36.093 — e não existe documento equivalente em 2024, o que deixaria a linha sem par entre os dois exercícios.

Fonte: DRE, p.4; notas 1 a 21, p.8–20 do documento.

Não detalhado na DF—
Gasto com pessoal sobre receita recorrente

Quanto da receita recorrente vai para pagar o pessoal do futebol: gasto com pessoal dividido pela receita recorrente. Não se compara ao limite do SSF, que tem definições próprias e vale a partir de 2026.

2025. Não detalhado na DF: A demonstração financeira do exercício foi publicada, mas não abre esse item com o detalhe necessário para calculá-lo. Deriva do gasto com pessoal, que a DF não detalha.

Fonte: DRE, p.4; notas 1 a 21, p.8–20 do documento.

Não detalhado na DF—
Referência do SSF

O limite que o regulador fixa para o custo com elenco em relação às Receitas Relevantes. Vale a partir do exercício de 2026 e não se aplica aos anos anteriores.

Vale a partir do exercício de 2026

5.O que o auditor disse?

O que é o parecer do auditor

A opinião de uma empresa de auditoria independente sobre se as demonstrações financeiras representam adequadamente a situação do clube, segundo as normas contábeis.

Opinião: Sem ressalva

O auditor concluiu que as demonstrações representam adequadamente a situação da entidade, em todos os aspectos relevantes.

No parecer de 2025: Opinião — “Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Criciúma Esporte Clube em 31 de dezembro de 2025, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, previstas na ITG 2002” (p.2 do relatório do auditor). O relatório não tem parágrafo de ênfase; traz uma seção de Outros assuntos, registrada na extração e fora da tela.

Parágrafos de ênfase: nenhum

Trecho em que o auditor chama a atenção para um assunto já divulgado nas demonstrações, sem modificar a opinião. Ênfase não é ressalva.

Conselho fiscal: parecer de 20/04/2026

Recomenda ao Conselho Deliberativo a aprovação das contas do exercício sob o aspecto estritamente contábil-formal, registrando que não identifica inconsistências técnicas que impeçam a aprovação.

Fontes

Todo número desta página vem exclusivamente das demonstrações financeiras publicadas pelo próprio clube no portal de transparência dele: https://www.criciumaec.com.br/portal-transparencia.

Documentos de 2025

  • Criciúma Esporte Clube – Balancete do 4º trimestre de 2025 · Página do portal
    Detalhes do arquivo

    Criciúma Esporte Clube. Publicado em 22/04/2026. Uma página, período de 01/10/2025 a 31/12/2025, com o saldo acumulado do exercício por conta de primeiro nível, assinada pelo presidente e pelo contador. Reproduz o balanço e a DRE e mostra a composição do departamento administrativo da DRE, que soma marketing, administrativo e jurídico e tira a taxa de cobrança da bilheteria, levada às despesas financeiras. Nenhum número dele entra nas linhas do painel. Páginas: Página única, identificada como Folha 0001.

  • Criciúma Esporte Clube – Parecer jurídico-contábil do Conselho Fiscal, exercício social de 2025 · Página do portal
    Detalhes do arquivo

    Criciúma Esporte Clube. Publicado em 22/04/2026. Arquivo de 19 páginas, Criciúma, 20/04/2026: execução orçamentária trimestral, gastos do futebol profissional por rubrica, resultado anual, liquidez e crescimento do passivo, transcrição da opinião do auditor e conclusão com recomendações. Traz números de folha de pagamento que a DF não abre, e três valores diferentes de gasto com pessoal no mesmo documento. Nenhum número dele entra nas linhas do painel. O mesmo arquivo está publicado duas vezes no portal, com o mesmo SHA-256. Páginas: O número impresso na folha é igual à página do arquivo, de 1 a 19.

  • Criciúma Esporte Clube – Balanço patrimonial, exercício de 2025 · Página do portal
    Detalhes do arquivo

    Criciúma Esporte Clube. Publicado em 22/04/2026. Arquivo de 20 páginas com as mesmas páginas da DF anexada ao parecer, sem o relatório do auditor: capa (p.1), balanço (p.2–3), DRE (p.4), DMPL (p.5), resultado abrangente (p.6), fluxo de caixa (p.7) e notas explicativas 1 a 21 (p.8–20). Comparado página a página com o anexo do parecer, o texto é idêntico, sem nenhuma diferença de número. Páginas: O número impresso na folha é igual à página do arquivo, da capa (p.1) à última nota (p.20). É essa numeração que as evidências das linhas citam.

  • Criciúma Esporte Clube – Parecer de auditoria, exercício de 2025, com as demonstrações contábeis e as notas explicativas em anexo único · Página do portal
    Detalhes do arquivo

    Criciúma Esporte Clube. Publicado em 22/04/2026. Arquivo de 25 páginas: carta de encaminhamento RA. 158/2026 (p.1), relatório do auditor independente (p.2–4), folha de rosto do anexo único (p.5) e a DF inteira (p.6–25), com balanço (p.7–8), DRE (p.9), DMPL (p.10), resultado abrangente (p.11), fluxo de caixa (p.12) e notas explicativas 1 a 21 (p.13–25). É a DF auditada completa do exercício. O mesmo arquivo está publicado duas vezes no portal, também como Relatório auditoria 2025, com o mesmo SHA-256. Páginas: As evidências das demonstrações e das notas citam a página impressa da DF (“Página N | 20”), que no anexo deste arquivo está cinco páginas adiante: a p.2 da DF é a p.7 do PDF. O relatório do auditor traz as páginas 1 a 5, iguais às do arquivo.

  • Criciúma Esporte Clube – Relatório de gestão financeira 2025 · Página do portal
    Detalhes do arquivo

    Criciúma Esporte Clube. Publicado em 22/04/2026. Arquivo de 6 páginas assinado pelo presidente Pedro Paulo Canella: contexto operacional (p.2), receitas (p.3, tabela em imagem, igual à nota 17), competições disputadas (p.4), despesas por departamento (p.4), gastos com a formação de atletas por tipo (p.5) e considerações finais (p.6). A tabela de despesas e o déficit das considerações finais não batem com a DF. Páginas: O arquivo não tem numeração impressa; as evidências citam a página do PDF.

Norma contábil: Práticas contábeis adotadas no Brasil: NBC TG 1000 (pequenas e médias empresas), ITG 2002 (entidades sem fins lucrativos) e ITG 2003 (entidades desportivas profissionais), aprovadas pela Resolução CFC 1.429/2013, e NBCT 10.13 (Resolução CFC 1005/04). Escala do documento: reais.

O meutime.net não avalia a gestão de nenhum clube. Reúne o que o próprio clube publicou, organizado pela mesma regra para todos, para que o torcedor leia os números com clareza e transparência.