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Bahia

Esporte Clube Bahia · SAF · DF de 2025 publicada em 28/04/2026 · auditoria: RSM Brasil Auditores Independentes Ltda.

1.Quanto o clube arrecadou?

R$ milhões2025Variação
sobre 2024
Receita total

Tudo o que o clube arrecadou com a operação no ano: as receitas do dia a dia mais a negociação de atletas. Não entram receitas financeiras, ganhos em ações judiciais, perdão de dívida, reavaliação de ativos e contratos de longo prazo reconhecidos de uma só vez.

2025, em R$ milhões:

  • Receita recorrente, na DF receita bruta das atividades: 393,3 (nota 17, p.38)
  • Receita com negociação de atletas, bruta: 168,9 (nota 21, p.40)
562,2+88,5%
Receita recorrente

O que o clube arrecada todo ano com a operação, sem contar a venda de atletas: transmissão, premiações, bilheteria, sócio-torcedor, patrocínio e publicidade. Recorrente não é fixa, pois oscila com o desempenho em campo.

2025, em R$ milhões e em porcentagem da receita recorrente:

  • Transmissão de imagem: 185,7 (47,2%)
  • Sócios e bilheteria: 116,8 (29,7%)
  • Patrocínio, publicidade e marketing: 85,6 (21,8%)
  • Filiais: 2,0 (0,5%)
  • Loterias: 1,9 (0,5%)
  • Outras: 1,3 (0,3%)

Fonte: nota 17, p.38 do documento.

Obs: As premiações por desempenho ficam dentro de sócios e bilheteria, pela política contábil do clube para matchday (nota 2.17); a DF não as separa.

393,3+49,8%
Receita com negociação de atletas

O que entrou com venda e empréstimo de atletas, incluindo o mecanismo de solidariedade. Varia muito de um ano para o outro. A memória de cálculo mostra o que foi descontado da venda.

2025, em R$ milhões:

Receitas com negociação de direitos contratuais de atletas168,9nota 21, p.40
Receita com negociação de atletas=168,9

A relação de atletas não foi divulgada.

Obs: Bruta: os custos e baixas dos atletas vendidos, R$ 70,7 mi, ficam em outras despesas (nota 21).

168,9+373,3%

2.Sobrou alguma coisa da operação?

R$ milhões2025Variação
sobre 2024
Custos e despesas da operação

O gasto do ano para manter o clube funcionando: pessoal, jogos, viagens e despesas administrativas e comerciais. Não entram depreciação, amortização, baixa de atletas e provisões para contingências, nem juros.

2025, em R$ milhões:

  • Gasto com pessoal: 295,6 (nota 18, p.39)
  • Demais custos e despesas: 157,2 (DRE, p.7; DFC, p.10; notas 18 a 21, p.39–40)
    Custos das atividades sem pessoal: negociações, viagens e outros custos (nota 18)99,7
    Despesas gerais e administrativas (nota 19)41,1
    Despesas de serviços (nota 20)26,0
    Despesas tributárias1,6
    Perda na recuperação de créditos de sócios8,4
    Pagamento à associação e reembolso de um parcelamento de ICMS (nota 21)3,2
    Parte da baixa contábil dos atletas incluída nessas linhas sem destaque na DF, que a DFC devolve(22,8)

Obs: A parcela negativa da abertura é a parte da baixa de atletas que a DF inclui nas linhas de custo sem destacá-la: 93.568 de baixa na nota do intangível menos os 70.720 que a nota 21 mostra.

452,8+16,5%
EBITDA

O resultado da operação no ano, antes de juros, impostos sobre o resultado, depreciação, amortização, baixa de atletas e provisões para contingências. Não entram receitas financeiras nem o que aconteceu fora da operação.

2025, em R$ milhões:

Prejuízo do exercício(154,6)DRE, p.7
Resultado financeiro+1,8nota 22, p.41
Depreciação+3,2DRE, p.7; nota 7, p.28
Amortização dos contratos de atletas+144,8DRE, p.7; nota 8.2, p.31
Baixa contábil dos atletas dispensados e vendidos+93,6DFC, p.10; nota 8.2, p.31
Provisões e reversões de processos, líquidas−5,1nota 21, p.40
EBITDA=83,7

Obs: Em 2025 as provisões de processos são uma reversão líquida (5.044, nota 21), e por isso, tiradas da operação, reduzem o EBITDA. A perda na recuperação de créditos de sócios (8.434) fica dentro.

83,7inversão de sinal
EBITDA recorrente

O EBITDA sem a receita com negociação de atletas. Mostra o que a operação do dia a dia gera, ou consome, sem vender jogador.

2025, em R$ milhões:

Receita recorrente393,3nota 17, p.38
Impostos e deduções da receita−25,7nota 17, p.38
Custos e despesas da operação−452,8DRE, p.7
EBITDA recorrente=(85,2)
(85,2)+65,7 em R$ mi
EBIT

O resultado da operação no ano, antes de juros e impostos sobre o resultado. Ao contrário do EBITDA, desconta o custo dos atletas contratados, dividido pelos anos de contrato, o desgaste de estádio, CT e equipamentos, e as provisões para processos. Não entram receitas financeiras nem o que aconteceu fora da operação.

2025, em R$ milhões:

EBITDA83,7
Depreciação−3,2DRE, p.7; nota 7, p.28
Amortização dos contratos de atletas−144,8DRE, p.7; nota 8.2, p.31
Baixa contábil dos atletas dispensados e vendidos−93,6DFC, p.10; nota 8.2, p.31
Provisões e reversões de processos, líquidas+5,1nota 21, p.40
EBIT=(152,8)
(152,8)+97,1 em R$ mi
Resultado do exercício

O que sobrou, ou faltou, no fim do ano, depois de todas as receitas e despesas, inclusive juros e o que aconteceu fora da operação. Nas associações chama-se superávit ou déficit; nas SAFs, lucro ou prejuízo.

2025, em R$ milhões:

Receita líquida das atividades367,6DRE, p.7
Custo das atividades−395,4DRE, p.7
Despesas gerais e administrativas−41,1DRE, p.7
Despesas de serviços−26,0DRE, p.7
Despesas tributárias−1,6DRE, p.7
Perda na recuperação de créditos de sócios−8,4DRE, p.7
Outras receitas e despesas, com a negociação de atletas+100,1DRE, p.7
Depreciação−3,2DRE, p.7
Amortização dos contratos de atletas−144,8DRE, p.7
Juros e variação cambial (resultado financeiro)−1,8DRE, p.7
Resultado do exercício=(154,6)

Obs: Nos custos e despesas estão R$ 70,7 mi de custos e baixas dos atletas vendidos (nota 21).

(154,6)+91,9 em R$ mi

3.Quanto o clube deve, e quanto tem em caixa?

R$ milhões2025Variação
sobre 2024
Dívida líquida

Tudo o que o clube deve, menos o dinheiro em caixa: bancos, outros clubes e agentes, fornecedores, fisco, elenco e impostos parcelados, e o dinheiro já recebido por jogos, marca ou atletas que o clube ainda vai entregar. Não desconta o que o clube tem a receber por venda de atletas. O perfil da dívida, logo abaixo, abre cada parcela.

2025, em R$ milhões:

Dívidas operacionais350,4p.6; notas 9, 10, 11, 12 e 14, p.32–35
Impostos parcelados e acordos+19,4p.6; nota 11, p.33
Caixa e aplicações−34,0nota 3, p.24
Dívida líquida=335,8

Obs: Por exceção, a dívida não inclui R$ 29,0 mi emprestados pelo City Football Group Brazil, controlador do clube, sem juros apropriados no resultado e contratados antes das regras do SSF; em 2025 o grupo converteu R$ 906,7 mi desses empréstimos em adiantamento para futuro aumento de capital. Os R$ 7,9 mi devidos ao Manchester City por aquisição de atletas seguem na dívida. Com o empréstimo, a dívida líquida seria de R$ 364,8 mi.

335,8+115,7%
Caixa e equivalentes

Dinheiro disponível de imediato: saldo em conta e aplicações de resgate rápido. Não entram caixa restrito, vinculado a projetos, nem títulos de prazo mais longo.

2025, em R$ milhões:

  • Caixa e bancos: 0,0 (nota 3, p.24)
  • Aplicações financeiras em compromissadas: 21,0 (nota 3, p.24)
  • Valores em trânsito de uma venda ao exterior, aguardando o câmbio: 13,0 (nota 3, p.24)

Obs: R$ 12,9 mi são uma remessa do exterior já feita pelo devedor e ainda não convertida em reais na data do balanço.

34,0(74,7%)
Capital de giro líquido

O que o clube tem para receber ou transformar em dinheiro nos próximos doze meses, menos o que precisa pagar no mesmo prazo. Positivo, há mais a receber do que a pagar no ano; negativo, o clube começa o ano com mais contas a pagar do que recursos de curto prazo.

2025, em R$ milhões:

Ativo circulante: o que vira dinheiro em até doze meses
Contas a receber de clientes84,0
Caixa, bancos e aplicações34,0
Imóvel do Fazendão, à venda21,3
Outros ativos e despesas antecipadas11,3
Estoques3,0
153,6df p.6
Passivo circulante: o que vence em até doze meses
Fornecedores, sobretudo clubes e intermediários das contratações de atletas(146,0)
Salários, luvas, encargos e impostos a pagar(62,2)
Receita a apropriar, de contratos cujo serviço ainda não foi prestado(15,7)
Outros passivos(0,7)
Direitos de imagem a pagar(0,3)
Adiantamentos recebidos0,0
−224,9df p.6
Capital de giro líquido=(71,3)

Obs: Nas contas a receber, R$ 128,0 mi vêm da venda de atletas, a parte substancial deles no não circulante, que soma R$ 93,9 mi (nota 4). Os fornecedores do circulante são sobretudo clubes e intermediários das contratações de atletas (nota 10).

(71,3)(43,8) em R$ mi
Patrimônio líquido

A diferença entre tudo o que o clube tem e tudo o que deve, direto do balanço. Quando é negativo, as obrigações superam os bens e direitos registrados. Pode variar por ajustes que não passam pelo resultado, como mudança de norma contábil.

2025, em R$ milhões:

Capital social integralizado216,7p.6; nota 16.1, p.37
Adiantamento para futuro aumento de capital, do controlador+906,7p.6; nota 16.2, p.38
Prejuízos acumulados−467,2p.6; DMPL, p.9
Patrimônio líquido=656,2

Obs: O controlador converteu em adiantamento para futuro aumento de capital R$ 906,7 mi de mútuos acumulados desde 2023, sem remuneração nem obrigação de devolução (nota 16.2). Sem isso, o patrimônio seria negativo em R$ 250,5 mi.

656,2inversão de sinal
Perfil da dívida em 2025

De que a dívida é feita, parcela a parcela: quanto é com bancos, quanto é com outros clubes, agentes e fornecedores, quanto é imposto parcelado, e o caixa descontado para chegar à dívida líquida.

Dívida bruta de R$ 369,8.

  • Dívidas onerosas: 0,0 (0,0%)
    Empréstimos bancários0,00,0%
  • Dívidas operacionais: 350,4 (94,8%)
    Fornecedores: clubes, intermediários e demais fornecedores235,563,7%
    Manchester City: aquisição de atletas7,82,1%
    Salários, luvas, bônus, rescisões e impostos correntes55,815,1%
    Receitas recebidas antes do serviço: transmissão e patrocínios50,313,6%
    Direitos de imagem a pagar0,30,1%
    Outros passivos0,70,2%
    Adiantamentos recebidos0,00,0%
  • Impostos parcelados e acordos: 19,4 (5,2%)
    Parcelamentos de FGTS e INSS herdados da associação6,41,7%
    Obrigações trabalhistas, sociais e fiscais de longo prazo13,03,5%

Valores em R$ milhões.

Quanto vence em até doze meses, em R$ milhões:

  • Dívidas operacionais218,5 até 12 meses · 131,9 depois
  • Impostos parcelados e acordos6,4 até 12 meses · 13,0 depois
  • Dívida bruta224,9 até 12 meses · 144,9 depois

Vence em até 12 meses Vence depois de 12 meses

ComposiçãoSaldo em 31/12/2025, R$ miEvidência
Dívidas onerosas

O que o clube deve a bancos e a outros credores financeiros: empréstimos, financiamentos, debêntures e adiantamentos de recebíveis. Geram juros contratados.

Empréstimos bancários

Não há. A DF não registra empréstimo nem financiamento com banco no balanço nem entre os passivos financeiros; o mútuo com o controlador fica fora da dívida, por exceção.

0,0df p.6; notas p.42
Subtotal0,0
Dívidas operacionais

O que o clube deve por operar: parcelas de compra de atletas a outros clubes e agentes, fornecedores, salários e encargos, impostos correntes, direitos de imagem e o dinheiro já recebido por jogos, marca ou atletas que o clube ainda vai entregar: TV, patrocínio, sócio-torcedor, camarotes e atletas vendidos que ainda não se transferiram.

Fornecedores: clubes, intermediários e demais fornecedores

Clubes e intermediações 224.914, por direitos federativos e comissões de contratações de atletas, e fornecedores em geral 10.585. 146.010 vencem em até doze meses e 89.489 depois; a nota separa por prazo só o total, não cada natureza. A DF atribui a variação contra 2024 ao custo de aquisição de atletas.

235,5df p.6; notas p.33
Manchester City: aquisição de atletas

Saldo de transações usuais entre os clubes na aquisição de atletas, como a nota o descreve, dentro das contas a pagar a partes relacionadas. Está todo no passivo não circulante: nada vence em até doze meses.

7,8df p.6; notas p.32–33
Salários, luvas, bônus, rescisões e impostos correntes

Parte de curto prazo da nota de obrigações trabalhistas, sociais e fiscais sem os parcelamentos de FGTS e INSS: 62.158 do circulante menos 6.387. A nota soma 75.152 em obrigações com pessoal 59.858 (luvas não vencidas, bônus por desempenho, rescisões e férias), sociais 6.387 e tributárias 8.907 (IRRF da folha de dezembro, TEF dos recebimentos de dezembro e ITIV do Fazendão), e separa por prazo só o total. Tudo nesta linha vence em até doze meses.

55,8df p.6; notas p.33
Receitas recebidas antes do serviço: transmissão e patrocínios

Direitos de transmissão 50.440, cotas do Campeonato Brasileiro de 2025 a 2029 contratadas com a TV Globo, patrocínios 2.816, licenciamentos e direitos individuais 1.729 e outras receitas 172, menos 4.889 de TEF e de taxa da Fenapaf sobre as antecipações. 15.673 vencem em até doze meses e 34.595 depois. Não é dinheiro a pagar, é serviço a prestar.

50,3df p.6; notas p.35
Direitos de imagem a pagar

Direitos contratuais sobre a imagem de atletas e comissão técnica. Tudo vence em até doze meses; em 2024 eram 60.

0,3df p.6; notas p.34
Outros passivos

Tudo vence em até doze meses. Sem nota explicativa; em 2024 eram 215.

0,7df p.6
Adiantamentos recebidos

Tudo vence em até doze meses. Sem nota explicativa; em 2024 eram 2.

0,0df p.6
Subtotal350,4
Impostos parcelados e acordos

Impostos atrasados renegociados em parcelas, como o Profut, e dívidas antigas que o clube acertou em acordo, como processos trabalhistas e recuperação judicial, pagas ao longo de vários anos.

Parcelamentos de FGTS e INSS herdados da associação

Débitos de FGTS e INSS da associação anteriores ao acordo da SAF, 6.917 na origem, assumidos e parcelados pela SAF: o saldo remanescente de 2.751 vence em 2026, 2.384 de FGTS podem não ser devidos por transação tributária de 2023, com depósito judicial e discussão em curso, e o INSS de 2.864 está parcelado na Receita Federal. A DF separa o prazo só do total das obrigações trabalhistas, sociais e fiscais; o perfil supõe os parcelamentos no circulante, como em 2024.

6,4notas p.33
Obrigações trabalhistas, sociais e fiscais de longo prazo

Parcela que vence depois de doze meses da nota de obrigações trabalhistas, sociais e fiscais (75.152: pessoal 59.858, sociais 6.387, tributárias 8.907); a nota separa por prazo só o total, sem dizer a natureza desta parcela. Nada dela vence em até doze meses.

13,0df p.6; notas p.33
Subtotal19,4
Dívida bruta369,8
(−) Disponibilidades

Caixa e aplicações financeiras de resgate rápido, deduzidos da dívida bruta para chegar à dívida líquida.

Caixa e bancos (4) + aplicações financeiras (21.033) + valores em trânsito (12.947).

(34,0)df p.6; notas p.24
Dívida líquida335,8

Fora da dívida bruta: Provisão para riscos processuais, R$ 27,0 mi (df p.6; notas p.36); Mútuo com o City Football Group Brazil, controlador, sem juros apropriados no resultado, fora por exceção, R$ 29,0 mi (df p.6; notas p.32–33).

Com o mútuo do controlador, a dívida líquida seria de R$ 364,8 mi em 2025 e R$ 834,2 mi em 2024 (nota 9, p.32).

Não descontado da dívida, por ser valor a receber: contas a receber de R$ 177,9 mi, R$ 84,0 mi no circulante e R$ 93,9 mi no não circulante; R$ 128,0 mi vêm da venda de atletas, a parte substancial deles no não circulante (nota 4, df p.25–26).

4.Quanto vai para quem trabalha no futebol?

R$ milhões2025Variação
sobre 2024
Gasto com pessoal

O que o clube gastou no ano com quem trabalha no futebol, atletas, comissão técnica, base e feminino: salários, encargos, benefícios, direito de imagem, direito de arena, luvas e premiações. Não entra a amortização dos contratos. Administrativo, clube social e outros esportes ficam fora quando a demonstração os separa; quando não separa, o número é do pessoal do clube inteiro e leva um asterisco, explicado na observação. Onde a demonstração separa os segmentos do futebol, a explicação mostra quanto é de cada um.

2025, em R$ milhões:

  • Pessoal, encargos e benefícios dos custos das atividades: 295,6 (nota 18, p.39)

Obs: Fora deste número, o pessoal administrativo, R$ 16,0 mi, que a DF separa (nota 19). Luvas e comissões não entram: a DF as registra como intangível e as amortiza.

295,6+9,8%
Gasto com pessoal sobre receita recorrente

Quanto da receita recorrente vai para pagar o pessoal do futebol: gasto com pessoal dividido pela receita recorrente. Não se compara ao limite do SSF, que tem definições próprias e vale a partir de 2026.

2025, em R$ milhões:

Gasto com pessoal295,6nota 18, p.39
Receita recorrente÷393,3nota 17, p.38
Gasto com pessoal sobre receita recorrente=75,2%
75,2%(27,3 p.p.)
Referência do SSF

O limite que o regulador fixa para o custo com elenco em relação às Receitas Relevantes. Vale a partir do exercício de 2026 e não se aplica aos anos anteriores.

Vale a partir do exercício de 2026

5.O que o auditor disse?

O que é o parecer do auditor

A opinião de uma empresa de auditoria independente sobre se as demonstrações financeiras representam adequadamente a situação do clube, segundo as normas contábeis.

Opinião: Sem ressalva

O auditor concluiu que as demonstrações representam adequadamente a situação da entidade, em todos os aspectos relevantes.

No parecer de 2025: Sem ressalva, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, sobre balanço, DRE, DRA, DMPL e DFC de 2025. Relatório de três páginas datado de Salvador, 30/03/2026, o mesmo dia da autorização da diretoria.

Parágrafos de ênfase: 1

Trecho em que o auditor chama a atenção para um assunto já divulgado nas demonstrações, sem modificar a opinião. Ênfase não é ressalva.

  • Operações com partes relacionadas: a companhia integra um grupo econômico e obtém recursos da controladora para reforçar a estrutura de capital e financiar as operações (nota 9); a opinião não é modificada por isso (p.3).
Conselho fiscal: parecer de 10/04/2026

Favorável à aprovação das contas de 2025, sobre balanço, DRE, DFC, notas e relatório do auditor.

Fontes

Todo número desta página vem exclusivamente das demonstrações financeiras publicadas pelo próprio clube no portal de transparência dele: https://www.esporteclubebahia.com.br/governanca/. As demonstrações são as de Esporte Clube Bahia S.A.F.

Documentos de 2025

Norma contábil: Práticas contábeis adotadas no Brasil, com os CPCs e a ITG 2003 (R2), e o Manual de Contabilidade para Entidades Esportivas da APFUT como referência. Regime tributário específico das SAFs, a TEF, de 5% sobre a receita recebida. Escala do documento: milhares de reais.

O meutime.net não avalia a gestão de nenhum clube. Reúne o que o próprio clube publicou, organizado pela mesma regra para todos, para que o torcedor leia os números com clareza e transparência.