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Cuiabá

Cuiabá Esporte Clube · SAF · DF de 2025 publicada em 03/08/2026 · auditoria: BDO RCS Auditores Associados Ltda.

1.Quanto o clube arrecadou?

R$ milhões2025Variação
sobre 2024
Receita total

Tudo o que o clube arrecadou com a operação no ano: as receitas do dia a dia mais a negociação de atletas. Não entram receitas financeiras, ganhos em ações judiciais, perdão de dívida, reavaliação de ativos e contratos de longo prazo reconhecidos de uma só vez.

2025, em R$ milhões:

  • Receita recorrente, a receita operacional bruta do futebol: 36,6 (DRE, p.7; nota 15, p.32)
  • Receita com negociação de atletas, a linha de outras receitas: 20,8 (DRE, p.7)

* Obs: A demonstração não descreve a linha de outras receitas de R$ 20,8 milhões. O portal a lê como a venda de atletas, como a demonstração do ano anterior fazia com a mesma linha. É leitura do portal, não informação da demonstração.

57,4*(74,4%)
Receita recorrente

O que o clube arrecada todo ano com a operação, sem contar a venda de atletas: transmissão, premiações, bilheteria, sócio-torcedor, patrocínio e publicidade. Recorrente não é fixa, pois oscila com o desempenho em campo.

2025, em R$ milhões e em porcentagem da receita recorrente:

  • Cotas de TV: 12,8 (34,9%)
  • Patrocínios: 12,0 (32,8%)
  • Escolinha, sócio torcedor, loja, loterias e licenciamentos: 4,0 (11,0%)
    Escolinha1,23,4%
    Vendas de mercadorias1,12,9%
    Loterias0,92,5%
    Outras receitas com futebol0,30,8%
    Sócio torcedor0,30,8%
    Licenciamentos0,20,6%
  • Outras receitas, que a DRE não abre: 3,7 (10,2%)
  • Placas de publicidade: 2,6 (7,1%)
  • Bilheteria e jogos: 1,5 (4,0%)

Fonte: DRE, p.7 do documento.

36,6(66,6%)
Receita com negociação de atletas

O que entrou com venda e empréstimo de atletas, incluindo o mecanismo de solidariedade. Varia muito de um ano para o outro. A memória de cálculo mostra o que foi descontado da venda.

2025, em R$ milhões:

Linha de outras receitas, como a demonstração a imprime20,8DRE, p.7
Receita com negociação de atletas=20,8

A relação de atletas não foi divulgada.

* Obs: A demonstração não diz do que se compõe a linha de outras receitas de R$ 20,8 milhões. O portal a lê como a venda de atletas, como a demonstração do ano anterior fazia com a mesma linha. É leitura do portal, não informação da demonstração. O valor que os atletas que saíram tinham no balanço não está descontado dela: a demonstração o lança na amortização dos contratos.

20,8*(81,8%)

2.Sobrou alguma coisa da operação?

R$ milhões2025Variação
sobre 2024
Custos e despesas da operação

O gasto do ano para manter o clube funcionando: pessoal, jogos, viagens e despesas administrativas e comerciais. Não entram depreciação, amortização, baixa de atletas e provisões para contingências, nem juros.

2025, em R$ milhões:

  • Gasto com pessoal do futebol profissional: 31,9 (DRE, p.7; nota 14a, p.30)
  • Demais custos e despesas, sem depreciação nem amortização: 42,8 (DRE, p.7; nota 14, p.30–31)
74,7(43,3%)
EBITDA

O resultado da operação no ano, antes de juros, impostos sobre o resultado, depreciação, amortização, baixa de atletas e provisões para contingências. Não entram receitas financeiras nem o que aconteceu fora da operação.

2025, em R$ milhões:

Resultado operacional(40,1)DRE, p.7
Depreciação+1,2DRE, p.7
Amortização dos contratos de atletas, com a baixa dos que saíram+19,4DRE, p.7; nota 8, p.23–24
EBITDA=(19,5)

* Obs: A demonstração lança a baixa dos atletas que saíram (R$ 6,3 milhões) dentro da amortização dos contratos, que volta inteira ao EBITDA: o quadro do intangível amortiza 12.872 e cancela 6.256, 329 a menos que a amortização da demonstração do resultado, e a demonstração não explica a diferença. A receita com negociação de atletas que entra aqui é leitura do portal. A provisão para contingências de 1.520 que existia em 2024 foi a zero em 2025 sem linha no resultado — a demonstração registra o movimento no passivo —, e nada é devolvido ao EBITDA.

(19,5)*inversão de sinal
EBITDA recorrente

O EBITDA sem a receita com negociação de atletas. Mostra o que a operação do dia a dia gera, ou consome, sem vender jogador.

2025, em R$ milhões:

Receita recorrente36,6DRE, p.7; nota 15, p.32
Deduções da receita−2,2DRE, p.7
Custos e despesas da operação−74,7DRE, p.7; nota 14, p.30–31
EBITDA recorrente=(40,3)
(40,3)(10,8) em R$ mi
EBIT

O resultado da operação no ano, antes de juros e impostos sobre o resultado. Ao contrário do EBITDA, desconta o custo dos atletas contratados, dividido pelos anos de contrato, o desgaste de estádio, CT e equipamentos, e as provisões para processos. Não entram receitas financeiras nem o que aconteceu fora da operação.

2025, em R$ milhões:

EBITDA(19,5)
Depreciação−1,2DRE, p.7
Amortização dos contratos de atletas, com a baixa dos que saíram−19,4DRE, p.7; nota 8, p.23–24
EBIT=(40,1)
(40,1)inversão de sinal
Resultado do exercício

O que sobrou, ou faltou, no fim do ano, depois de todas as receitas e despesas, inclusive juros e o que aconteceu fora da operação. Nas associações chama-se superávit ou déficit; nas SAFs, lucro ou prejuízo.

2025, em R$ milhões:

Receita operacional bruta36,6DRE, p.7; nota 15, p.32
Deduções da receita−2,1DRE, p.7
Custos com pessoal−31,9DRE, p.7; nota 14a, p.30
Demais custos e despesas−42,8DRE, p.7; nota 14, p.30–31
Amortização dos contratos de atletas−19,5DRE, p.7; nota 8, p.23–24
Depreciação−1,2DRE, p.7
Outras receitas, como a demonstração as imprime+20,8DRE, p.7
Resultado financeiro−2,0DRE, p.7
Resultado do exercício=(42,1)
(42,1)inversão de sinal

3.Quanto o clube deve, e quanto tem em caixa?

R$ milhões2025Variação
sobre 2024
Dívida líquida

Tudo o que o clube deve, menos o dinheiro em caixa: bancos, outros clubes e agentes, fornecedores, fisco, elenco e impostos parcelados, e o dinheiro já recebido por jogos, marca ou atletas que o clube ainda vai entregar. Não desconta o que o clube tem a receber por venda de atletas. O perfil da dívida, logo abaixo, abre cada parcela.

2025, em R$ milhões:

Dívidas onerosas: empréstimos, financiamentos, debêntures e mútuo20,7balanço, p.6; nota 9, p.25
Dívidas operacionais+13,8balanço, p.6; notas 10 a 12, p.25–27
Parcelamentos de tributos federais+6,0balanço, p.6; nota 10, p.25
Caixa, bancos e aplicações−3,5nota 5, p.20–21
Dívida líquida=37,0

Obs: Entram 6.011 de parcelamentos de tributos federais, que não existiam em 2024 (nota 10, p.25). A demonstração classifica todos os empréstimos no passivo circulante, embora a nota 9 liste contratos com vencimento até 2031.

37,0+14,5%
Caixa e equivalentes

Dinheiro disponível de imediato: saldo em conta e aplicações de resgate rápido. Não entram caixa restrito, vinculado a projetos, nem títulos de prazo mais longo.

2025, em R$ milhões:

  • Caixa: 0,0 (nota 5, p.20–21)
  • Bancos: 2,4 (nota 5, p.20–21)
  • Aplicações financeiras: 1,1 (nota 5, p.20–21)

Obs: A nota 5 declara as aplicações sem restrição de uso. O caixa subiu 553 no ano; a demonstração dos fluxos de caixa de 2025 não concilia com a demonstração do resultado nem com as notas em depreciação, amortização e investimentos — a diferença chega a R$ 15,0 milhões na linha de depreciação e amortização —, e por isso o portal não reproduz por ela o caminho do dinheiro no ano.

3,5+18,9%
Capital de giro líquido

O que o clube tem para receber ou transformar em dinheiro nos próximos doze meses, menos o que precisa pagar no mesmo prazo. Positivo, há mais a receber do que a pagar no ano; negativo, o clube começa o ano com mais contas a pagar do que recursos de curto prazo.

2025, em R$ milhões:

Ativo circulante: o que vira dinheiro em até doze meses38,1balanço, p.6
Passivo circulante: o que vence em até doze meses−36,5balanço, p.6
Capital de giro líquido=1,6

Obs: A demonstração classifica todos os empréstimos no passivo circulante, embora a nota 9 liste contratos com vencimento até 2031 (nota 9, p.25).

1,6(95,4%)
Patrimônio líquido

A diferença entre tudo o que o clube tem e tudo o que deve, direto do balanço. Quando é negativo, as obrigações superam os bens e direitos registrados. Pode variar por ajustes que não passam pelo resultado, como mudança de norma contábil.

2025, em R$ milhões:

  • Capital social: 2,0 (balanço, p.6; nota 13, p.28–29)
  • Lucros acumulados: 75,7 (balanço, p.6; DMPL, p.9)

Obs: O patrimônio caiu 40.637 no ano: o prejuízo de 42.149 e a distribuição de lucros de 2.000, contra o aumento de capital de 60, o adiantamento para futuro aumento de capital de 2.000 e a incorporação de 1.732, menos os ajustes de exercícios anteriores de 281 (DMPL, p.9). O capital social do balanço (2.070) soma o capital de 70 da nota 13 e esse adiantamento. No ativo há uma conta a receber de sócios de 1.998, que a demonstração não liga ao adiantamento.

77,7(34,3%)
Perfil da dívida em 2025

De que a dívida é feita, parcela a parcela: quanto é com bancos, quanto é com outros clubes, agentes e fornecedores, quanto é imposto parcelado, e o caixa descontado para chegar à dívida líquida.

Dívida bruta de R$ 40,5.

  • Dívidas onerosas: 20,7 (51,2%)
    Empréstimos, financiamentos e debêntures20,751,2%
  • Dívidas operacionais: 13,8 (33,9%)
    Fornecedores4,210,4%
    Salários, encargos e obrigações trabalhistas7,017,2%
    Provisões da folha de pagamento1,84,4%
    Tributos correntes0,41,0%
    Adiantamentos recebidos de clientes0,30,8%
    Outras contas a pagar0,10,1%
  • Impostos parcelados e acordos: 6,0 (14,9%)
    Parcelamentos de tributos federais6,014,9%

Valores em R$ milhões.

Quanto vence em até doze meses, em R$ milhões:

  • Dívidas onerosas20,7 até 12 meses · 0,0 depois
  • Dívidas operacionais13,8 até 12 meses · 0,0 depois
  • Impostos parcelados e acordos2,0 até 12 meses · 4,0 depois
  • Dívida bruta36,5 até 12 meses · 4,0 depois

Vence em até 12 meses Vence depois de 12 meses

ComposiçãoSaldo em 31/12/2025, R$ miEvidência
Dívidas onerosas

O que o clube deve a bancos e a outros credores financeiros: empréstimos, financiamentos, debêntures e adiantamentos de recebíveis. Geram juros contratados.

Empréstimos, financiamentos e debêntures

Treze contratos que somam exatamente a linha do balanço: debêntures 5.000, mútuo com Aron Dresch 4.700, Sicredi 4.046, BTG em duas cédulas 2.494, Sicredi com garantia de imóveis 1.980, usina solar 871, Sicredi 13º 702, Sicredi 02 454, veículos 327 e FINAME 151. Os juros vão de 0,42% ao mês mais DI a 1,00% ao mês, e os vencimentos listados na nota vão de 2026 a 05/04/2031. A demonstração classifica todos no passivo circulante.

20,7balanço, p.6; nota 9, p.25
Subtotal20,7
Dívidas operacionais

O que o clube deve por operar: parcelas de compra de atletas a outros clubes e agentes, fornecedores, salários e encargos, impostos correntes, direitos de imagem e o dinheiro já recebido por jogos, marca ou atletas que o clube ainda vai entregar: TV, patrocínio, sócio-torcedor, camarotes e atletas vendidos que ainda não se transferiram.

Fornecedores

Sem nota explicativa. Tudo vence em até doze meses.

4,2balanço, p.6
Salários, encargos e obrigações trabalhistas

Folha a pagar, IRRF, INSS e FGTS a recolher. Tudo vence em até doze meses.

7,0balanço, p.6; nota 11, p.26
Provisões da folha de pagamento1,8balanço, p.6; nota 11, p.26
Tributos correntes

Tributação específica do futebol (371), retenções e ICMS. Tudo vence em até doze meses.

0,4nota 10, p.25
Adiantamentos recebidos de clientes0,3nota 12, p.27
Outras contas a pagar0,1nota 12, p.27
Subtotal13,8
Impostos parcelados e acordos

Impostos atrasados renegociados em parcelas, como o Profut, e dívidas antigas que o clube acertou em acordo, como processos trabalhistas e recuperação judicial, pagas ao longo de vários anos.

Parcelamentos de tributos federais

Parcelamento federal em 60 parcelas (2.029) no circulante e parcelamento unificado (3.982) no não circulante. Não havia parcelamento de tributos em 2024.

6,0balanço, p.6; nota 10, p.25
Subtotal6,0
Dívida bruta40,5
(−) Disponibilidades

Caixa e aplicações financeiras de resgate rápido, deduzidos da dívida bruta para chegar à dívida líquida.

Caixa (23) + bancos (2.418) + aplicações financeiras (1.044).

(3,5)nota 5, p.20–21
Dívida líquida37,0

4.Quanto vai para quem trabalha no futebol?

R$ milhões2025Variação
sobre 2024
Gasto com pessoal

O que o clube gastou no ano com quem trabalha no futebol, atletas, comissão técnica, base e feminino: salários, encargos, benefícios, direito de imagem, direito de arena, luvas e premiações. Não entra a amortização dos contratos. Administrativo, clube social e outros esportes ficam fora quando a demonstração os separa; quando não separa, o número é do pessoal do clube inteiro e leva um asterisco, explicado na observação. Onde a demonstração separa os segmentos do futebol, a explicação mostra quanto é de cada um.

2025, em R$ milhões:

  • Custos com pessoal do futebol profissional: 31,9 (DRE, p.7; nota 14a, p.30)

* Obs: Fora deste número, o pessoal administrativo, R$ 5,6 milhões, que a demonstração separa. A demonstração lança base, escolinha e futebol feminino em linhas de despesas gerais que misturam pessoal com competição, estrutura e projetos, sem dizer quanto de cada uma é folha, e por isso elas ficam nos custos (nota 14b, p.31).

31,9*(65,5%)
Gasto com pessoal sobre receita recorrente

Quanto da receita recorrente vai para pagar o pessoal do futebol: gasto com pessoal dividido pela receita recorrente. Não se compara ao limite do SSF, que tem definições próprias e vale a partir de 2026.

2025, em R$ milhões:

Gasto com pessoal31,9DRE, p.7; nota 14a, p.30
Receita recorrente÷36,6DRE, p.7; nota 15, p.32
Gasto com pessoal sobre receita recorrente=87,1%

* Obs: O gasto com pessoal não inclui o administrativo nem a parte de folha da base, da escolinha e do futebol feminino, que a demonstração lança em linhas de despesas gerais.

87,1%*+2,9 p.p.
Referência do SSF

O limite que o regulador fixa para o custo com elenco em relação às Receitas Relevantes. Vale a partir do exercício de 2026 e não se aplica aos anos anteriores.

Vale a partir do exercício de 2026

5.O que o auditor disse?

O que é o parecer do auditor

A opinião de uma empresa de auditoria independente sobre se as demonstrações financeiras representam adequadamente a situação do clube, segundo as normas contábeis.

Opinião: Com ressalva

O auditor encontrou um ou mais pontos que não pôde confirmar ou com os quais discorda, mas que não invalidam o conjunto das demonstrações.

No parecer de 2025: “Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos dos assuntos descritos na seção a seguir intitulada "Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações contábeis", as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, do Cuiabá Esporte Clube - Sociedade Anônima do Futebol em 31 de dezembro de 2025, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil” (p.3).

O auditor lista 1 motivos, nas p.3 do relatório.

Ver os 1 motivos
  1. “Ausência de revisão de vida útil e avaliação de valor recuperável do ativo imobilizado” (p.3)

“Ênfase — Reapresentação das demonstrações contábeis” (p.3)

“Chamamos a atenção para a Nota Explicativa nº 04 às demonstrações financeiras reapresentadas, que descreve os efeitos dos ajustes decorrentes da revisão dos cálculos de amortização dos direitos federativos e econômicos de atletas registrados no ativo intangível. Conforme mencionado na referida nota, os ajustes impactaram os saldos do ativo intangível, o resultado do exercício e o patrimônio líquido referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2024, sendo a reapresentação efetuada em conformidade com a NBC TG 23 (R2). Este relatório substitui o anteriormente emitido em 29 de abril de 2025. Nossa opinião não contém modificação em relação a esse assunto.”

“Outros assuntos — Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anterior” (p.4)

“As demonstrações contábeis referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2024, apresentadas para fins comparativos, foram por nós auditadas, e sobre elas emitimos relatório dos auditores independentes em 29 de abril de 2025, contendo ressalvas relacionadas à ausência de análise da vida útil econômica do ativo imobilizado e ao não atendimento integral aos requerimentos da ITG 2003 (R2).”

Ver o texto completo

“Ausência de revisão de vida útil e avaliação de valor recuperável do ativo imobilizado” (p.3)

“Conforme mencionado na Notas Explicativas nº 7, o clube deprecia os bens do ativo imobilizado de acordo com as taxas fiscais de depreciação determinadas pela Secretaria da Receita Federal - SRF. O pronunciamento técnico CPC 27 – "Ativo imobilizado" requer que a depreciação seja calculada com base em taxas que levam em conta a expectativa de vida útil dos bens. Adicionalmente, o clube não tem controle individual sobre os bens registrados no ativo imobilizado. Consequentemente, não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente em relação aos saldos do ativo imobilizado, bem como da depreciação em 31 de dezembro de 2025 nos montantes de R$ 44.157 mil e R$ 1.213 mil (R$ 41.320 mil e R$ 801 mil em 2024). Adicionalmente, até a data de nosso relatório a Administração do clube não elaborou estudos para avaliar a necessidade ou não da constituição de provisão para redução ao valor recuperável do ativo imobilizado em 31 de dezembro de 2025 pelo maior valor entre o método do cálculo do valor em uso e do preço líquido de venda, conforme o Pronunciamento Técnico CPC 01 - "Redução ao Valor Recuperável de Ativos".”

Abrir no relatório (p.3)

Parágrafos de ênfase: 1

Trecho em que o auditor chama a atenção para um assunto já divulgado nas demonstrações, sem modificar a opinião. Ênfase não é ressalva.

  • Reapresentação das demonstrações contábeis de 2024: os ajustes decorrentes da revisão dos cálculos de amortização dos direitos federativos e econômicos de atletas registrados no intangível, descritos na nota 4, e a declaração de que este relatório substitui o emitido em 29/04/2025 (p.3).

Fontes

Todo número desta página vem exclusivamente das demonstrações financeiras publicadas pelo próprio clube no portal de transparência dele: https://www.cuiabaesporteclube.com.br/transparencia/. As demonstrações são as de Cuiabá Esporte Clube — Sociedade Anônima do Futebol.

Documentos de 2025

Norma contábil: Lei 6.404/76 e pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis aprovados pelo CFC (nota 2a, p.12). O relatório do auditor descreve as práticas como as adotadas no Brasil para entidades sem finalidade de lucros (p.4). Escala do documento: reais.

O meutime.net não avalia a gestão de nenhum clube. Reúne o que o próprio clube publicou, organizado pela mesma regra para todos, para que o torcedor leia os números com clareza e transparência.